A natural preocupação do homem, por atingir, racionalmente, as últimas explicações de todas as realidades, sensíveis ou espirituais, que o cercam, pode definir-se como sendo:
O ato de conhecer resulta, em última análise, na apropriação interna, por parte de um sujeito racional, de uma realidade exterior a si mesmo. Se essa apropriação se opera mediante experimentos empíricos rigorosos, dizemos que se trata de um conhecimento:
A capacidade humana de poder decidir-se entre várias opções de escolha, quando pautadas por valores universais imutáveis e apreendidos na sua reta consciência, é o que se entende por:
Se qualquer ato livre se pauta pela possibilidade de alguém poder agir segundo sua própria vontade na escolha de um, entre vários bens, respeitando, nessa escolha, os valores éticos e universais, dizemos que tal ato de liberdade resulta:
A História das filosofias ocidentais está dividida em grandes períodos, de acordo com as preocupações fundamentais dos pensadores que constituíram cada um. O período cujo escopo foi a defesa do cristianismo contra o paganismo, contra o hebraísmo e contra as heresias, passou à História com o nome de:
Questões acerca do determinismo tem sido levantadas desde a antiguidade clássica, quando os filósofos discutiam seus efeitos aplicados às leis naturais e às ações humanas. De lá para cá, muitos pensadores, de diferentes áreas do conhecimento, pautando-se na sua essência, desdobraram essa teoria. Em sua versão mais filosófica, em geral, é chamado de Determinismo Causal, que pressupõe uma relação de causa e efeito. Das alternativas abaixo, o pensamento filosófico que expressa a teoria do determinismo é: