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Foram encontradas 6.730 questões.

3798289 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Na Crítica da razão pura, Kant explica a criticidade presente em sua filosofia: “Em todos os seus empreendimentos deve a razão submeter-se à crítica e não pode fazer qualquer ataque à liberdade desta, sem se prejudicar a si mesma e atrair sobre si uma suspeita desfavorável. Nada há de tão importante, com respeito à utilidade, nem nada de tão sagrado que possa furtar-se a esta investigação aprofundada que não faz exceção para ninguém”.
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
 

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3798288 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A análise que Andrew Feenberg desenvolve sobre a tecnologia é uma das abordagens discutidas no artigo “A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”, de Alberto Cupani. Apesar da crítica à reificação social que a tecnologia tem promovido, Cupani destaca uma postura de esperança de Feenberg: “Essa esperança do autor fundamenta-se no fato de que a hegemonia do ‘código técnico’ do capitalismo não pode impedir que haja iniciativas contrárias”.
A esperança de Feenberg está pautada no que ele denomina “margens de manobra”, que consiste na
 

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3798287 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Um dos filósofos estudados no livro Filosofando: introdução à filosofia, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, é Francis Bacon. Dizem elas: “É conhecido como severo crítico da filosofia medieval, por considerá-la desinteressada e contemplativa, uma vez que, de acordo com o espírito da nova ciência moderna, Bacon aspirava a um saber instrumental que possibilitasse o controle da natureza. (…) Bacon inicia seu trabalho pela denúncia dos preconceitos e das noções falsas que dificultam a apreensão da realidade, aos quais chama de ídolos”.
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica
 

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3798286 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Na obra Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins argumentam que “o conhecimento científico precisa ser neutro, além de imparcial e autônomo, a fim de garantir racionalidade e objetividade nas observações e pesquisas. No entanto, sob outros aspectos, a neutralidade científica pode tornar-se uma ilusão”.
A ilusão mencionada no excerto corresponde à
 

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3798285 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins afirmam que “Na Grécia Antiga não havia a ideia de artista no sentido que hoje empregamos, uma vez que a arte estava integrada à vida. As obras de arte dessa época eram utensílios (vasos, ânforas, copos), edificações (templos) ou instrumentos educacionais. O artífice que os produzia era considerado um trabalhador manual, do mesmo nível do agricultor ou do ferramenteiro. Ele era um artesão, tinha domínio da tekhné, numa sociedade que considerava o trabalho manual indigno”. Aranha e Martins destacam uma voz que ecoava o coro dessa sociedade: “Platão (…) recusa-se a dar valor autônomo ao que chamamos de arte”.
O conceito a partir do qual Platão fundamenta sua crítica ao retratado no excerto é o de
 

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3798284 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Peter Singer, em seu livro Ética prática, discute as bases de uma ética animal a partir da seguinte afirmação: “se um ser sofre, não pode haver justificação moral para a recusa de tomar esse sofrimento em consideração”.
O princípio que representa a afirmação do autor é o
 

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3798283 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em seu livro Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins discutem problemas da Estética. Quanto ao belo, elas dizem: “Kant (…) afirma que o belo é ‘aquilo que agrada universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente’. Para ele, o objeto belo é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no sujeito. O princípio do juízo estético (…) é o sentimento do sujeito, e não o conceito do objeto. Entretanto, esse sentimento é despertado pela presença do objeto. Embora seja um sentimento, portanto, subjetivo, individual, há a possibilidade de universalização desse juízo”.
A possibilidade a que o excerto se refere decorre da filosofia kantiana segundo a qual
 

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3798282 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em Ética a Nicômaco, Aristóteles ressalta que “(…) nenhuma das virtudes morais surge em nós por natureza (…). Diga-se, antes, que somos adaptados por natureza a recebê-las e nos tornamos perfeitos pelo hábito”.
À luz da teoria ética mencionada, a virtude é obtida por meio
 

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3798281 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Madalena da Silva, Joel Cezar Bonin e Ramón Garrote, no artigo “Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no Ensino Médio: o que dizem as pesquisas?”, apresentam a seguinte caracterização: “A cultura digital refere-se às práticas, hábitos e valores que emergem da interação humana com as tecnologias digitais, como a internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, entre outros. No currículo da educação básica, é necessário trabalhar elementos da cultura digital para que os estudantes possam exercer a cidadania digital de forma crítica e reflexiva”.
No excerto, os autores entendem o exercício da cidadania digital como a
 

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3798280 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
José Augusto Guilhon Albuquerque, no texto “Montesquieu: sociedade e poder”, escreve: “Com o conceito de lei, Montesquieu traz a política para fora do campo da teologia e da crônica, e a insere num campo propriamente teórico. (…) As instituições políticas são regidas por leis que derivam das relações políticas. As leis que regem as instituições políticas, para Montesquieu, são relações entre as diversas classes em que se divide a população, as formas de organização econômica, as formas de distribuição do poder etc. Mas o objeto de Montesquieu não são as leis que regem as relações entre os homens em geral, mas as leis positivas”.
O segundo tipo de lei mencionada, segundo Montesquieu, tem como característica ser
 

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