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Na Crítica da razão pura, Kant explica a criticidade
presente em sua filosofia: “Em todos os seus empreendimentos deve a razão submeter-se à crítica e não
pode fazer qualquer ataque à liberdade desta, sem se
prejudicar a si mesma e atrair sobre si uma suspeita
desfavorável. Nada há de tão importante, com respeito à
utilidade, nem nada de tão sagrado que possa furtar-se
a esta investigação aprofundada que não faz exceção
para ninguém”.
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
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A análise que Andrew Feenberg desenvolve sobre a
tecnologia é uma das abordagens discutidas no artigo
“A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”,
de Alberto Cupani. Apesar da crítica à reificação social
que a tecnologia tem promovido, Cupani destaca uma
postura de esperança de Feenberg: “Essa esperança
do autor fundamenta-se no fato de que a hegemonia
do ‘código técnico’ do capitalismo não pode impedir que
haja iniciativas contrárias”.
A esperança de Feenberg está pautada no que ele denomina “margens de manobra”, que consiste na
A esperança de Feenberg está pautada no que ele denomina “margens de manobra”, que consiste na
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Um dos filósofos estudados no livro Filosofando: introdução à filosofia, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e
Maria Helena Pires Martins, é Francis Bacon. Dizem
elas: “É conhecido como severo crítico da filosofia medieval, por considerá-la desinteressada e contemplativa,
uma vez que, de acordo com o espírito da nova ciência
moderna, Bacon aspirava a um saber instrumental que
possibilitasse o controle da natureza. (…) Bacon inicia
seu trabalho pela denúncia dos preconceitos e das
noções falsas que dificultam a apreensão da realidade,
aos quais chama de ídolos”.
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica
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Na obra Filosofando: introdução à filosofia, Maria
Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins
argumentam que “o conhecimento científico precisa ser
neutro, além de imparcial e autônomo, a fim de garantir
racionalidade e objetividade nas observações e pesquisas. No entanto, sob outros aspectos, a neutralidade
científica pode tornar-se uma ilusão”.
A ilusão mencionada no excerto corresponde à
A ilusão mencionada no excerto corresponde à
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Em Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de
Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins afirmam
que “Na Grécia Antiga não havia a ideia de artista no
sentido que hoje empregamos, uma vez que a arte estava integrada à vida. As obras de arte dessa época eram
utensílios (vasos, ânforas, copos), edificações (templos)
ou instrumentos educacionais. O artífice que os produzia era considerado um trabalhador manual, do mesmo
nível do agricultor ou do ferramenteiro. Ele era um artesão, tinha domínio da tekhné, numa sociedade que considerava o trabalho manual indigno”. Aranha e Martins
destacam uma voz que ecoava o coro dessa sociedade:
“Platão (…) recusa-se a dar valor autônomo ao que
chamamos de arte”.
O conceito a partir do qual Platão fundamenta sua crítica ao retratado no excerto é o de
O conceito a partir do qual Platão fundamenta sua crítica ao retratado no excerto é o de
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Peter Singer, em seu livro Ética prática, discute as bases
de uma ética animal a partir da seguinte afirmação: “se
um ser sofre, não pode haver justificação moral para a
recusa de tomar esse sofrimento em consideração”.
O princípio que representa a afirmação do autor é o
O princípio que representa a afirmação do autor é o
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Em seu livro Filosofando: introdução à filosofia, Maria
Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins
discutem problemas da Estética. Quanto ao belo, elas
dizem: “Kant (…) afirma que o belo é ‘aquilo que agrada
universalmente, ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente’. Para ele, o objeto belo é uma ocasião de
prazer, cuja causa reside no sujeito. O princípio do juízo
estético (…) é o sentimento do sujeito, e não o conceito do objeto. Entretanto, esse sentimento é despertado
pela presença do objeto. Embora seja um sentimento,
portanto, subjetivo, individual, há a possibilidade de universalização desse juízo”.
A possibilidade a que o excerto se refere decorre da filosofia kantiana segundo a qual
A possibilidade a que o excerto se refere decorre da filosofia kantiana segundo a qual
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Em Ética a Nicômaco, Aristóteles ressalta que “(…) nenhuma das virtudes morais surge em nós por natureza
(…). Diga-se, antes, que somos adaptados por natureza
a recebê-las e nos tornamos perfeitos pelo hábito”.
À luz da teoria ética mencionada, a virtude é obtida por meio
À luz da teoria ética mencionada, a virtude é obtida por meio
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Madalena da Silva, Joel Cezar Bonin e Ramón Garrote,
no artigo “Elementos da cultura digital para o ensino de
filosofia no Ensino Médio: o que dizem as pesquisas?”,
apresentam a seguinte caracterização: “A cultura digital
refere-se às práticas, hábitos e valores que emergem da
interação humana com as tecnologias digitais, como a
internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, entre
outros. No currículo da educação básica, é necessário
trabalhar elementos da cultura digital para que os estudantes possam exercer a cidadania digital de forma crítica e reflexiva”.
No excerto, os autores entendem o exercício da cidadania digital como a
No excerto, os autores entendem o exercício da cidadania digital como a
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José Augusto Guilhon Albuquerque, no texto “Montesquieu: sociedade e poder”, escreve: “Com o conceito de
lei, Montesquieu traz a política para fora do campo da
teologia e da crônica, e a insere num campo propriamente teórico. (…) As instituições políticas são regidas
por leis que derivam das relações políticas. As leis que
regem as instituições políticas, para Montesquieu, são
relações entre as diversas classes em que se divide a
população, as formas de organização econômica, as
formas de distribuição do poder etc. Mas o objeto de
Montesquieu não são as leis que regem as relações entre
os homens em geral, mas as leis positivas”.
O segundo tipo de lei mencionada, segundo Montesquieu, tem como característica ser
O segundo tipo de lei mencionada, segundo Montesquieu, tem como característica ser
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