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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Para Karl Popper, o método da análise situacional é individualista, logo subjetivista.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Segundo Karl Popper, sendo a análise situacional racional a base de uma ciência social objetiva, isso significará uma racionalidade dessa ciência.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Karl Popper apresenta a crítica com base em elementos empíricos como um dos aspectos centrais da racionalidade nas ciências sociais.
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As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática
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As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática
A partir do texto acima e com relação a conhecimento e linguagem, julgue o item a seguir.
A intuição e a linguagem comum são um bom ponto de partida para o conhecimento, mas não são suficientes para provar um conhecimento científico teórico.
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Corresponde a estrutura da ciência experimental o conhecimento histórico que permite, no século XVII, a emergência da nova física, stricto sensu, à ciência empírica. Tal situação histórica exige que o projeto teórico e o sentido da validade empírica se fundem em uma perspectiva técnica; posteriormente a direção da pesquisa científica estaria vinculada aos interesses do agente da produção. (...) A mecânica de Galileu vê a natureza tendo como referencial o domínio técnico que plantara suas raízes nas novas manufaturas e, por sua vez, sujeito à análise e decomposição do processo do trabalho manual em funções simples. O intento de ajuste do conhecimento às exigências de determinados padrões técnicos levou a visão mecanicista do processo da natureza analogamente ao processo de trabalho estruturado nas empresas manufatureiras.
Jürgen Habermas, Teoria analítica da ciência e dialética (com adaptações).
O autor faz uma crítica ao positivismo científico.
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Corresponde a estrutura da ciência experimental o conhecimento histórico que permite, no século XVII, a emergência da nova física, stricto sensu, à ciência empírica. Tal situação histórica exige que o projeto teórico e o sentido da validade empírica se fundem em uma perspectiva técnica; posteriormente a direção da pesquisa científica estaria vinculada aos interesses do agente da produção. (...) A mecânica de Galileu vê a natureza tendo como referencial o domínio técnico que plantara suas raízes nas novas manufaturas e, por sua vez, sujeito à análise e decomposição do processo do trabalho manual em funções simples. O intento de ajuste do conhecimento às exigências de determinados padrões técnicos levou a visão mecanicista do processo da natureza analogamente ao processo de trabalho estruturado nas empresas manufatureiras.
Jürgen Habermas, Teoria analítica da ciência e dialética (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os próximos itens.
Para o autor, a ciência é isenta de interesses extracientíficos, portanto pode-se falar em ciência livre de ideologias.
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O campo da moral ou da filosofia moral remonta aos tempos clássicos da filosofia na Grécia e, em cada época diferente, teorias foram elaboradas, combatidas, contextualizadas e reconstruídas. Entre as teorias éticas, a diferença está no foco voltado para finalidade, conseqüência ou princípios prévios que orientem a ação. Outra questão é a capacidade de perceber e avaliar o sentido e a abrangência da liberdade de escolhas morais.
A ética teleológica se norteia pelas questões a respeito da existência do dever e de princípios orientadores da conduta.
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O campo da moral ou da filosofia moral remonta aos tempos clássicos da filosofia na Grécia e, em cada época diferente, teorias foram elaboradas, combatidas, contextualizadas e reconstruídas. Entre as teorias éticas, a diferença está no foco voltado para finalidade, conseqüência ou princípios prévios que orientem a ação. Outra questão é a capacidade de perceber e avaliar o sentido e a abrangência da liberdade de escolhas morais.
Na ética deontológica, o questionamento acerca das conseqüências é decisivo para estabelecer um juízo acerca da bondade ou maldade da ação.
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O campo da moral ou da filosofia moral remonta aos tempos clássicos da filosofia na Grécia e, em cada época diferente, teorias foram elaboradas, combatidas, contextualizadas e reconstruídas. Entre as teorias éticas, a diferença está no foco voltado para finalidade, conseqüência ou princípios prévios que orientem a ação. Outra questão é a capacidade de perceber e avaliar o sentido e a abrangência da liberdade de escolhas morais.
O utilitarismo é uma doutrina ética que considera as ações boas ou más em função das conseqüências para a promoção da felicidade.
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