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Analise a seguinte situação problema para responder a questão.
Uma questão da medicina contemporânea é a avaliação dos riscos envolvidos nas muitas opções de usos das radiações ionizantes para a produção de imagens internas do corpo humano, que muito tem colaborado com a consolidação dos diagnósticos. Um problema que se mostrou desafiador foi estabelecer a correlação entre a absorção de radiação e seus efeitos biológicos. Ao longo da história, foram utilizadas diversas formas de mensurar a dose de absorção de radiação pelo corpo humano, com destaque para as medidas que levam em conta fatores atenuantes relativos ao efeito biológico da dose efetivamente absorvida pelos tecidos. Atualmente a unidade de medida utilizada que reflete essa abordagem é o Sievert (Sv), que mostra a quantidade de energia absorvida por cada quilograma de massa, ou seja, 1 Sv = 1 J/kg. O uso atual dos equipamentos emissores de radiação ionizantes segue diversas normas e limites de segurança determinados cientificamente. Para cada caso específico, a determinação da dosimetria adequada configura um problema.
Uma equipe de médicos planeja um estudo de acompanhamento do desenvolvimento de doenças pulmonares em trabalhadores de minas de urânio. Para isso, precisaria realizar periodicamente exame de imagem na região torácica dos trabalhadores. O melhor acompanhamento seria obtido com a maior quantidade de exames de tomografia; porém cada exame expõe o paciente a uma dose de 7 mSv de radiação, e existe um limite anual máximo de dose absorvida permitido para o corpo do trabalhador. Alternativamente, a equipe poderia utilizar exames de raios-X, os quais expõem o paciente a uma dose de 600 μSv. A tabela apresenta valores de referência de dose de radiação:

Levando-se em conta todos esses dados, a equipe concluiu que o estudo que levaria ao melhor acompanhamento, respeitando-se o limite anual máximo de dose absorvida pelo trabalhador, deveria ser feito com
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Analise a seguinte situação problema para responder a questão.
Um dos grandes problemas das metrópoles é a poluição. Em suas múltiplas formas tais como: poluição atmosférica, das águas dos rios, sonora e luminosa, ela traz inúmeras consequências para a vida e para a saúde das pessoas que habitam os grandes centros urbanos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição do ar, das águas e a poluição sonora são os três principais problemas observados nas grandes metrópoles. São Paulo é considerada uma das mais barulhentas cidades do mundo, ao lado do Rio de Janeiro, Tóquio, Nova Iorque e São Francisco. Além disso, estudos sobre a poluição atmosférica evidenciam a associação da poluição com diversos problemas de saúde (doenças cardiovasculares e respiratórias, alergias e cânceres), configurando outro grave problema para a qualidade de vida nas grandes cidades. Segundo estimativas globais da OMS, cerca de 3,7 milhões de mortes por ano, nos últimos 5 anos, puderam ser atribuídas à poluição, evidenciando a importância dessa discussão. Muito menos estudada, a poluição luminosa é outro fator que cresceu expressivamente no último século nos grandes centros urbanos e também tem chamado a atenção de diversos pesquisadores.
Além de ofuscar estrelas no céu, atrapalhar a observação adequada com telescópios, influenciar o comportamento de diversos animais e insetos, a poluição luminosa é responsável por um desperdício de energia elétrica estimado em 30% da energia consumida na iluminação pública. A cidade de São Paulo tem cerca de 50.000 unidades consumidoras de iluminação pública com, em média, 100 W de potência cada uma.

A alternativa que melhor representa a quantidade de energia, em J, desperdiçada anualmente, é
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