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A síndrome da dor patelofemoral é um dos distúrbios mais comuns do joelho. Uma revisão sistemática relatou uma prevalência anual de 22,7% na população total. Essa síndrome tem etiologia multifatorial, abrangendo mecânica anormal da articulação patelofemoral, alterações na cadeia cinética inferior e sobrecarga. A abordagem terapêutica que, de forma isolada, promove melhora da dor e funcionalidade por longo prazo é
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A Terapia Orientada à Tarefa é uma abordagem terapêutica respaldada cientificamente na teoria de sistemas de controle motor e teorias contemporâneas de aprendizagem motora. O treinamento orientado à tarefa inclui uma diversidade de intervenções que devem seguir princípios específicos facilitadores da aprendizagem motora. Nesse sentido, considere as abordagens terapêuticas apresentadas abaixo.
I Exercícios de fortalecimento segmentar de um músculo específico.
II Movimentos realizados em um contexto específico, relevante para o paciente.
III Movimentos baseados no desenvolvimento neuroevolutivo.
IV Exercícios realizados com a prática aleatória.
As abordagens utilizadas no treinamento orientado à tarefa são
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Paciente A.L.B., sexo masculino, 60 anos, teve um de Acidente Vascular Cerebral (AVC) no hemisfério direito há 2 meses. Apresenta hemiparesia com predomínio braquial e alteração de sensibilidade. Encontra-se com subluxação do ombro mais acometido e queixa-se de dor associada. Não apresenta comprometimento cognitivo. Exibe dificuldade leve a moderada em realizar a marcha, com padrão hemiplégico, aumento da flexão plantar em fases específicas e velocidade reduzida. |
Considere os dispositivos listados abaixo para tratamento do paciente.
I Órtese tornozelo-pé
II Órtese quadril-joelho-tornozelo-pé
III Tipoia de braço
IV Órtese punho-mão
Os dispositivos indicados para aumentar a velocidade da marcha são
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Paciente A.L.B., sexo masculino, 60 anos, teve um de Acidente Vascular Cerebral (AVC) no hemisfério direito há 2 meses. Apresenta hemiparesia com predomínio braquial e alteração de sensibilidade. Encontra-se com subluxação do ombro mais acometido e queixa-se de dor associada. Não apresenta comprometimento cognitivo. Exibe dificuldade leve a moderada em realizar a marcha, com padrão hemiplégico, aumento da flexão plantar em fases específicas e velocidade reduzida. |
Partindo da avaliação do membro inferior mais acometido durante a realização da marcha, outra alteração provável de acontecer é
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M.G.S., 45 anos, sexo feminino, recepcionista de uma clínica médica, tem diagnóstico de fibromialgia. Apresenta dor generalizada, fadiga intensa relacionada à alteração da qualidade do sono. Está com limitação para realização de sua atividade laboral. Relata restrição para tomar o café da tarde com suas amigas, um dos seus lazeres favoritos. Vem tomando medicamento para a dor, porém relata não haver remissão e que teve sonolência diurna como efeito colateral. Refere uma certa melhora nos sintomas e na realização de suas atividades diárias desde que iniciou atividade física de dança (3 vezes por semana). Durante os períodos de aumento da sintomatologia, conta com a compreensão de sua chefe, que altera a dinâmica do serviço para diminuir a carga de trabalho da paciente. De acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde,
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Um idoso de 80 anos vem apresentando desequilíbrio durante a marcha e em outras atividades com descarga de peso em membros inferiores. Não apresenta comprometimento músculo-esquelético de membros inferiores e superiores. Seu terapeuta prescreve uma bengala e corretamente o orienta a
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Uma menina de 12 anos tem diagnóstico de escoliose torácica à direita, com ângulo de Cobb de 10 graus à radiografia. Por estar em período de “estirão” de crescimento, o ortopedista solicitou o acompanhamento do Fisioterapeuta. Durante esse período, se o ângulo tiver um aumento considerável, será avaliada a necessidade da utilização de uma órtese. Diante desse quadro, da sua avaliação e do seu tratamento, considere as afirmativas abaixo.
I Ao ser submetida ao teste de Adams, a paciente apresenta gibosidade torácica à direita.
II Caso o ângulo de Cobb aumente em 5 graus durante o período de acompanhamento, será indicado o uso da órtese.
III A concavidade da escoliose da paciente fica à direita.
IV Os exercícios de estabilização do core podem diminuir o ângulo de Cobb.
Em relação ao caso exposto, estão corretas as afirmativas
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Pacientes com lombalgia crônica não-específica podem apresentar instabilidade lombar e movimentos aberrantes quando submetidos a alguns testes específicos. Esses pacientes conseguem alguns benefícios ao realizarem exercícios de estabilização segmentar, visto que aumentam a capacidade dos músculos estabilizadores de manter a zona neutra dentro dos limites fisiológicos, melhorando a habilidade de controlar uma posição ou movimento da parte central do corpo. Nesses casos, a melhora da estabilidade do core, mantendo a zona neutra dentro de limites fisiológicos para a realização de movimentos livres de dor ocorre por
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Uma paciente de 25 anos sofreu uma lesão medular devido à descompressão em mergulho de profundidade, sem equipamento. Apresenta nível neurológico de lesão em T10 e lesão incompleta, de acordo com a ASIA Impairment Scale. No teste muscular manual, obteve graus variando entre 1 e 2 numa escala de 0 a 5, abaixo do nível de lesão. Entretanto, apresenta função sensorial superficial e profunda totalmente abolida. |
Considerando os resultados da avaliação da função muscular realizada na paciente, abaixo do nível de lesão, alguns músculos
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Para responder à questão, considere o caso abaixo.
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Uma paciente de 25 anos sofreu uma lesão medular devido à descompressão em mergulho de profundidade, sem equipamento. Apresenta nível neurológico de lesão em T10 e lesão incompleta, de acordo com a ASIA Impairment Scale. No teste muscular manual, obteve graus variando entre 1 e 2 numa escala de 0 a 5, abaixo do nível de lesão. Entretanto, apresenta função sensorial superficial e profunda totalmente abolida. |
Para avaliar a sensibilidade superficial nas suas duas vias ascendentes, o fisioterapeuta deve testar, pelo menos, as sensações de
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