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De acordo com Altmann (2019), a afasia é uma disfunção da linguagem que pode comprometer a comunicação verbal ou escrita, esta
clareza é importante para analisar o caso de Maria, de 58 anos, que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico há 6 meses e
foi diagnosticada com afasia de Broca. Ela apresenta dificuldades significativas em expressar-se verbalmente, mas a sua compreensão
de linguagem está preservada. Após uma avaliação fonoaudiológica detalhada, foi iniciado um tratamento terapêutico voltado para a
recuperação das suas habilidades linguísticas. O fonoaudiólogo que acompanha Maria optou por uma abordagem que visa a
estimulação intensiva da linguagem por meio de exercícios de nomeação, linguagem automática e uso de pistas facilitadoras.
Com base no quadro clínico apresentado e o contexto da afasia de Broca, assinale a alternativa CORRETA sobre os conceitos e abordagens no tratamento fonoaudiológico.
Com base no quadro clínico apresentado e o contexto da afasia de Broca, assinale a alternativa CORRETA sobre os conceitos e abordagens no tratamento fonoaudiológico.
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No Brasil, dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (2024) indicam que a população idosa crescerá 10 vezes mais que
a de jovens até 2050. O envelhecimento populacional traz desafios à saúde pública, especialmente em relação aos distúrbios do sono e
às alterações funcionais do sistema estomatognático. Um homem de 75 anos, com diagnóstico de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)
moderada, IMC de 28,3 kg/m², hipertenso e em uso de medicação, relatava sonolência excessiva diurna, roncos intensos (confirmados
pela esposa), dificuldade de concentração e fadiga ao acordar. Sem sucesso na adaptação ao CPAP, iniciou tratamento fonoaudiológico
com foco miofuncional orofacial.
FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Em 2070, número de brasileiros com 60 anos ou mais deve mais que dobrar. Rio de Janeiro: SBGG, 2024. Disponível em: https://sbgg.org.br/em-2070-numero-de-brasileiros-com-60-anos-ou-mais-deve-mais-que-dobrar/ . Acesso em: 20 abr. 2025.
Considerando a atuação fonoaudiológica dentro no processo de envelhecimento e nas disfunções associadas à AOS, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Em 2070, número de brasileiros com 60 anos ou mais deve mais que dobrar. Rio de Janeiro: SBGG, 2024. Disponível em: https://sbgg.org.br/em-2070-numero-de-brasileiros-com-60-anos-ou-mais-deve-mais-que-dobrar/ . Acesso em: 20 abr. 2025.
Considerando a atuação fonoaudiológica dentro no processo de envelhecimento e nas disfunções associadas à AOS, assinale a alternativa CORRETA.
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Em um hospital municipal, a equipe multiprofissional realiza atendimento a Antônio de 72 anos, admitido na emergência com sinais
clínicos compatíveis com Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi). A tomografia confirmou o diagnóstico e o paciente recebeu
tratamento trombolítico intravenoso com alteplase dentro da janela terapêutica de 4,5 horas. No entanto, 48 horas após a admissão, o
paciente permanece restrito à dieta zero por apresentar sinais clínicos compatíveis com disfagia. Segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), o AVC é a principal causa de morte no país, sendo o AVCi responsável por cerca de 85% dos casos.
Diante do caso descrito e do conhecimento científico atual sobre a disfagia no contexto do AVCi e da trombólise, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Diante do caso descrito e do conhecimento científico atual sobre a disfagia no contexto do AVCi e da trombólise, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Carlos, 48 anos, professor de história em escola pública municipal, foi diagnosticado com Paralisia Unilateral de Prega Vocal (PUPV)
após cirurgia para retirada de um tumor na tireoide. Após queixas de voz soprosa, cansaço ao falar e episódios frequentes de tosse ao
ingerir líquidos, foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica. De acordo com dados de Barcelos et al (2017), a taxa de abandono
da reabilitação vocal em pacientes com PUPV é de aproximadamente 23,5%, o que representa um desafio na adesão aos modelos
tradicionais de terapia.
FONTE: BARCELOS, Camila Barbosa. Terapia vocal breve e intensiva para paralisia unilateral de prega vocal. São Paulo, 2018. 77 p. Tese (Doutorado) — Fundação Antônio Prudente, Curso de Pós-Graduação em Ciências – Área de concentração: Oncologia. Orientadora: Elisabete Carrara-de Angelis. Considerando a situação clínica apresentada e os conhecimentos atuais sobre a PUPV e sua reabilitação vocal, analise as afirmativas a seguir.
I- Aterapia vocal tradicional apresenta evidências de melhora vocal em pacientes com PUPV, porém está frequentemente associada a dificuldades de adesão, como ausências e abandono do tratamento.
II- A posição da prega vocal paralisada não exerce influência significativa nos sintomas clínicos, sendo os quadros de disfonia ou disfagia determinados apenas pela etiologia da paralisia.
III- A terapia vocal breve e intensiva é baseada principalmente em métodos empíricos sem fundamentação neurofisiológica, sendo considerada uma abordagem de eficácia inferior à terapia tradicional.
IV- Embora cirurgias como a tireoplastia tipo I promovam melhorias, o acompanhamento fonoaudiológico antes e depois da intervenção é considerado essencial para a eficácia do tratamento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
FONTE: BARCELOS, Camila Barbosa. Terapia vocal breve e intensiva para paralisia unilateral de prega vocal. São Paulo, 2018. 77 p. Tese (Doutorado) — Fundação Antônio Prudente, Curso de Pós-Graduação em Ciências – Área de concentração: Oncologia. Orientadora: Elisabete Carrara-de Angelis. Considerando a situação clínica apresentada e os conhecimentos atuais sobre a PUPV e sua reabilitação vocal, analise as afirmativas a seguir.
I- Aterapia vocal tradicional apresenta evidências de melhora vocal em pacientes com PUPV, porém está frequentemente associada a dificuldades de adesão, como ausências e abandono do tratamento.
II- A posição da prega vocal paralisada não exerce influência significativa nos sintomas clínicos, sendo os quadros de disfonia ou disfagia determinados apenas pela etiologia da paralisia.
III- A terapia vocal breve e intensiva é baseada principalmente em métodos empíricos sem fundamentação neurofisiológica, sendo considerada uma abordagem de eficácia inferior à terapia tradicional.
IV- Embora cirurgias como a tireoplastia tipo I promovam melhorias, o acompanhamento fonoaudiológico antes e depois da intervenção é considerado essencial para a eficácia do tratamento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O estudo de Silva et al(2021) correlaciona a oferta do trabalho do fonoaudiólogo no Sistema Único de Saúde (SUS) com a melhora dos
indicadores socais nas últimas décadas. A reflexão desse cenário foi levantada a partir do caso de Maria, uma criança de 06 anos,
residente em um município do Norte do Brasil, que apresenta dificuldades persistentes de articulação da fala e atraso no
desenvolvimento da linguagem. Após avaliação na Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF)
indica a necessidade de acompanhamento fonoaudiológico. No entanto, a UBS informa que não há fonoaudiólogo disponível no
território, sendo necessário encaminhamento para outro município, distante 120 km. Esse cenário se repete em outras localidades da
região, afetando o acesso de crianças, idosos e adultos com diferentes necessidades de reabilitação fonoaudiológica.
FONTE: SILVA, Raul Philipe Marcos; NASCIMENTO, Cynthia Maria Barboza do; MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; SILVA, Vanessa Lima da; LIMA, Maria Luiza Lopes Timóteo de; VILELA, Mirella Bezerra Rodrigues. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20202019243. Acesso em: 9 de mar. 2025.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: SILVA, Raul Philipe Marcos; NASCIMENTO, Cynthia Maria Barboza do; MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; SILVA, Vanessa Lima da; LIMA, Maria Luiza Lopes Timóteo de; VILELA, Mirella Bezerra Rodrigues. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20202019243. Acesso em: 9 de mar. 2025.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa CORRETA.
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Em um município do interior do Brasil, o setor de atenção à saúde da pessoa idosa observou um aumento de 35% nos atendimentos
fonoaudiológicos nos últimos dois anos, especialmente voltados às funções orofaciais. O aumento foi atribuído à prevalência de
disfagia, dificuldades de mastigação, alterações de fala e padrões respiratórios inadequados em pacientes com condições neurológicas
e uso prolongado de próteses mal adaptadas (Pereira et. al, 2024).
FONTE: PEREIRA, Asenate Soares de Matos; GATTI, Marina; RIBEIRO, Vanessa Veis; TAVEIRA, Karinna Veríssimo Meira; BERRETIN-FELIX, Giédre. Intervenções da Fonoaudiologia nas áreas de respiração, mastigação, deglutição e fala: uma revisão de escopo. CoDAS, São Paulo, v. 36, n. 2, e20220339, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20232022339pt. Acesso em: 7 mar. 2025.
Considerando a atuação do fonoaudiólogo nas funções orofaciais e com base em evidências científicas, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: PEREIRA, Asenate Soares de Matos; GATTI, Marina; RIBEIRO, Vanessa Veis; TAVEIRA, Karinna Veríssimo Meira; BERRETIN-FELIX, Giédre. Intervenções da Fonoaudiologia nas áreas de respiração, mastigação, deglutição e fala: uma revisão de escopo. CoDAS, São Paulo, v. 36, n. 2, e20220339, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20232022339pt. Acesso em: 7 mar. 2025.
Considerando a atuação do fonoaudiólogo nas funções orofaciais e com base em evidências científicas, assinale a alternativa CORRETA.
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João é um menino de 5 anos encaminhado para avaliação fonoaudiológica pela sua professora da Educação Infantil e pelos seus pais.
Eles relatam preocupações com o desenvolvimento da sua linguagem oral desde os primeiros anos, pois João demorou a começar a
falar as primeiras palavras (por volta dos 2 anos e meio) e, mesmo agora, seu vocabulário é considerado limitado para a idade. Ele
frequentemente usa gestos para se comunicar e tem dificuldade em construir frases mais complexas. Na avaliação fonoaudiológica, a
discrepância entre o desenvolvimento da linguagem e outras áreas (como a inteligência não verbal) e a ausência de outras condições
que justifiquem o quadro apontaram para a hipótese diagnóstica inicial de Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL), o
qual, de acordo com Cáceres-Assenço et al (2020) é caracterizado por dificuldades significativas e persistentes de comunicação em
crianças.
FONTE: CÁCERES-ASSENÇO, A. M.; GIUSTI, E.; GÂNDARA, J. P.; PUGLISI, M. L.; TAKIUCHI, N. Por que devemos falar sobre transtorno do desenvolvimento da linguagem = Why we need to talk about developmental language disorder. Audiology - Communication Research, v. 25, e2342, 2020.
Considerando a evolução do conhecimento científico e as discussões recentes na área sobre o TDL, com base nas assertivas a seguir, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: CÁCERES-ASSENÇO, A. M.; GIUSTI, E.; GÂNDARA, J. P.; PUGLISI, M. L.; TAKIUCHI, N. Por que devemos falar sobre transtorno do desenvolvimento da linguagem = Why we need to talk about developmental language disorder. Audiology - Communication Research, v. 25, e2342, 2020.
Considerando a evolução do conhecimento científico e as discussões recentes na área sobre o TDL, com base nas assertivas a seguir, assinale a alternativa CORRETA.
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Um estudo de Fattore et al(2002) investigou detalhadamente a aquisição da linguagem em crianças brasileiras no segundo ano de vida,
com o objetivo de desenvolver e validar instrumentos para a identificação precoce de possíveis desvios no desenvolvimento
comunicativo. Considerando a relevância da compreensão desse processo de desenvolvimento, analise as proposições a seguir sobre
os sinais enunciativos para crianças entre 13 e 24 meses e assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: Fattore, I. de M., Moraes, A. B. de, Crestani, A. H., Souza, A. M., & Souza, A. P. R. de. (2022). Validação de conteúdo e de construto de sinais enunciativos de aquisição da linguagem no segundo ano de vida. CoDAS, 34(2), e20200252. Acesso em: 10 mar. 2025.
FONTE: Fattore, I. de M., Moraes, A. B. de, Crestani, A. H., Souza, A. M., & Souza, A. P. R. de. (2022). Validação de conteúdo e de construto de sinais enunciativos de aquisição da linguagem no segundo ano de vida. CoDAS, 34(2), e20200252. Acesso em: 10 mar. 2025.
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A timpanometria é definida como uma medida dinâmica da
imitância acústica em função de mudanças na pressão do ar no
meato acústico externo. O ponto de equivalência de pressão entre
orelha externa e orelha média chama-se PPT.
Segundo a classificação de Jerger (1970 e 1972), relacione o tipo de curva à sua respectiva característica.
1. Tipo A
2. Tipo B
3. Tipo C
( ) Não apresenta pico timpanométrico.
( ) Com PPT < -100 daPa - sua ocorrência está relacionada à pressão negativa na orelha média.
( ) Apresenta PPT entre +50 e -100 daPa e altura timpanométrica entre 0,3 e 1,6 ml.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
Segundo a classificação de Jerger (1970 e 1972), relacione o tipo de curva à sua respectiva característica.
1. Tipo A
2. Tipo B
3. Tipo C
( ) Não apresenta pico timpanométrico.
( ) Com PPT < -100 daPa - sua ocorrência está relacionada à pressão negativa na orelha média.
( ) Apresenta PPT entre +50 e -100 daPa e altura timpanométrica entre 0,3 e 1,6 ml.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
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Durante os primeiros anos de vida, ocorrem significativas
mudanças no desenvolvimento linguístico, com aquisições iniciais
rápidas e minuciosas.
Com relação ao desenvolvimento de fala e linguagem no primeiro
ano de vida, avalie as afirmativas a seguir.
I. A criança avança rapidamente no módulo de compreensão, mas ainda não se comunica por meio da fala.
II. O primeiro ano é marcado por uma aprendizagem distribucional, uma descoberta inconsciente das sequências fonotáticas e sintáticas e de categorias fonéticas.
III. A criança experimenta vocalizações mais organizadas por volta dos 9 meses, um estágio conhecido como balbucio canônico.
Está correto o que se afirma em
I. A criança avança rapidamente no módulo de compreensão, mas ainda não se comunica por meio da fala.
II. O primeiro ano é marcado por uma aprendizagem distribucional, uma descoberta inconsciente das sequências fonotáticas e sintáticas e de categorias fonéticas.
III. A criança experimenta vocalizações mais organizadas por volta dos 9 meses, um estágio conhecido como balbucio canônico.
Está correto o que se afirma em
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