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A análise da escravidão no período colonial brasileiro, em especial dos cativos de origem africana, despertou
e desperta discussões historiográficas importantes. No que diz respeito à relação entre o escravo como “coisa”
e a sua humanização por meio da articulação aos sistemas produtivos, podemos considerar a aproximação
dessas análises com determinados conceitos estruturados, como demonstra:
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“Os senhores de engenho são homens que valem em si muitos títulos juntos, e estão em um estado em que
facilmente se conservam, e dificilmente se arruínam. Porque ainda que não tenham cabedais de grande
monta, têm terras e engenho, sem o que nenhum homem se pode chamar senhor de engenho. De sorte que
é título a que não se chega sem muitos cabedais, e por isso são estimados como pessoas de qualidade.”
ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas. Belo Horizonte: Itatiaia, 1982, p.85.
Com base no excerto e nos estudos historiográficos sobre a sociedade colonial, é correto afirmar que a estratificação social no Brasil do período se estruturava:
ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas. Belo Horizonte: Itatiaia, 1982, p.85.
Com base no excerto e nos estudos historiográficos sobre a sociedade colonial, é correto afirmar que a estratificação social no Brasil do período se estruturava:
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O excerto de uma das cartas legadas pelo jesuíta José de Anchieta, destacado a seguir, é o suporte
para a questão.
“(...) Finalmente o levaram fora e lhe quebraram a cabeça, e junto com ele mataram outro seu contrário, os
quais logo despedaçaram com grandíssimo regozijo, máxime das mulheres, as quais andavam cantando e
bailando: umas lhe espetavam com paus agudos os membros cortados, outras untavam a mão com a gordura
deles e andavam untando as caras e bocas às outras, e tal havia que colhia o sangue com as mãos e o
lambia, espetáculo abominável, de maneira que tiveram uma boa carniçaria com que se fartar”.
NOBREGA, Manuel e ANCHIETA, José de. Nóbrega e Anchieta: Antologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978 IN
GRUPIONI, Luiz D. B. (org). Índios no Brasil. São Paulo: Global; Brasília, MEC, 2000. p.44.
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O texto a seguir é base para a questão.
“O trabalho de maior vulto com enfoque na situação do ex-escravo é o Florestan Fernandes – Integração do
Negro na Sociedade de Classes. Contudo, a história do negro recém-saído da escravidão é abordada
praticamente apenas no primeiro capítulo, referindo-se o restante dos dois volumes ao negro das décadas de
20 em diante. O motivo disto talvez possa ser explicado a partir de uma postura metodológica determinada.
Segundo o autor, ocorre neste período ‘o esboroamento final da sociedade de castas e o processo de
elaboração da ordem social competitiva’ ou, nos termos de outra obra sua mais recente, ‘a emergência e
expansão de um capitalismo dependente’. Trata-se, em suma, da ‘revolução burguesa’, não enquanto
episódio histórico, mas sim enquanto fenômeno estrutural, em que ‘diversas situações de interesses da
burguesia, em formação e expansão no Brasil, deram origem a novas formas de organização do poder em
três níveis concomitantes: da economia, da sociedade e do Estado.”
AZEVEDO, Célia M. M. de. Onda negra, medo branco: O negro no imaginário das elites – século XIX. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1987. p.22.
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O texto a seguir é base para a questão.
“O trabalho de maior vulto com enfoque na situação do ex-escravo é o Florestan Fernandes – Integração do
Negro na Sociedade de Classes. Contudo, a história do negro recém-saído da escravidão é abordada
praticamente apenas no primeiro capítulo, referindo-se o restante dos dois volumes ao negro das décadas de
20 em diante. O motivo disto talvez possa ser explicado a partir de uma postura metodológica determinada.
Segundo o autor, ocorre neste período ‘o esboroamento final da sociedade de castas e o processo de
elaboração da ordem social competitiva’ ou, nos termos de outra obra sua mais recente, ‘a emergência e
expansão de um capitalismo dependente’. Trata-se, em suma, da ‘revolução burguesa’, não enquanto
episódio histórico, mas sim enquanto fenômeno estrutural, em que ‘diversas situações de interesses da
burguesia, em formação e expansão no Brasil, deram origem a novas formas de organização do poder em
três níveis concomitantes: da economia, da sociedade e do Estado.”
AZEVEDO, Célia M. M. de. Onda negra, medo branco: O negro no imaginário das elites – século XIX. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1987. p.22.
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Sob a ótica da História econômica, a organização inicial da exploração das regiões da América conquistadas
em nome da coroa espanhola era pautada pela articulação entre os seguintes aspectos mercantilistas:
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“Eles teriam partido do atual Camarões, de onde se espalharam por toda a África central, oriental e do sul,
onde antes viviam povos com um tipo físico diferente, de baixa estatura e cujo idioma era caracterizado pela
emissão de estalidos. Esses povos eram nômades e viviam de caçar e coletar o que encontravam na natureza.
(...) Essa movimentação durou cerca de 2.500 anos e fez que mais da metade do continente fosse povoado
por povos falantes de línguas formadas com base em uma única origem. Eles eram agricultores, sabiam fazer
instrumentos de ferro e iam ocupando terras desabitadas, se misturando aos antigos moradores ou
expulsando-os para outros lugares.”
SOUZA, Marina de Melo e. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007. p.21
O excerto destacado faz referência a um conjunto de povos, integrantes de um mesmo grupo linguístico, que posteriormente relacionou-se com os europeus, impactando os idiomas dos colonizadores da América, especialmente a língua portuguesa. Este grupo é conhecido como:
SOUZA, Marina de Melo e. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007. p.21
O excerto destacado faz referência a um conjunto de povos, integrantes de um mesmo grupo linguístico, que posteriormente relacionou-se com os europeus, impactando os idiomas dos colonizadores da América, especialmente a língua portuguesa. Este grupo é conhecido como:
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“Já foi sugerido que a expansão do campo do historiador implica o repensar da explicação histórica, uma vez
que as tendências culturais e sociais não podem ser analisadas da mesma maneira que os acontecimentos
políticos. Elas requerem mais explicação estrutural. Quer gostem, quer não, os historiadores estão tendo de
se preocupar com questões que por muito tempo interessaram a sociólogos e a outros cientistas sociais.
Quem são os verdadeiros agentes na história, os indivíduos ou os grupos? Será que eles podem resistir com
sucesso às pressões das estruturas sociais, políticas ou culturais? São essas estruturas meramente restrições
à liberdade de ação, ou permitem aos agentes realizarem mais escolhas?”
BURKE, Peter. Abertura: a nova história, seu passado e seu futuro. IN BURKE, Peter (org). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo, Editora da UNESP, 1992. p.31.
O texto apresentado refere-se ao desenvolvimento da Escola dos Annales e deve ser associado a uma determinada geração desta revista, representada pelo seguinte autor:
BURKE, Peter. Abertura: a nova história, seu passado e seu futuro. IN BURKE, Peter (org). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo, Editora da UNESP, 1992. p.31.
O texto apresentado refere-se ao desenvolvimento da Escola dos Annales e deve ser associado a uma determinada geração desta revista, representada pelo seguinte autor:
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“Ora, os erros nessa matéria são perigosos. A ideia que se tem da Grécia e de Roma muitas vezes perturbou
várias de nossas gerações. Observando mal as instituições da cidade antiga, quiseram fazê-las reviver entre
nós. Fez-se ideia errada da liberdade entre os antigos, e somente por isso a liberdade entre os modernos foi
posta em perigo. Nossos últimos oitenta anos demonstraram claramente que uma das grandes dificuldades
que se opõem à marcha da sociedade moderna é o hábito de ter sempre diante dos olhos a antiguidade
greco-romana.
(...)
Encaradas desse modo, a Grécia e Roma apresentam-se-nos com um caráter absolutamente inimitável. Nada do que é moderno lhes é semelhante. E no futuro nada poderá ser-lhes semelhante. Tentaremos, pois, demonstrar as regras que governaram essas sociedades, e constataremos facilmente que essas regras não podem mais dirigir a humanidade.”
COULANGES, Numa Denis Fustel de. A cidade antiga. Trad. de Frederico Ozanam Pessoa de Barros: LeLivros, 2006. Disponível em: https://latim.paginas.ufsc.br/files/2012/06/A-Cidade-Antiga-Fustel-de-Coulanges.pdf Acesso em: 20 set. 2025.
O trecho destacado apresenta características que nos permitem associá-lo à historiografia:
(...)
Encaradas desse modo, a Grécia e Roma apresentam-se-nos com um caráter absolutamente inimitável. Nada do que é moderno lhes é semelhante. E no futuro nada poderá ser-lhes semelhante. Tentaremos, pois, demonstrar as regras que governaram essas sociedades, e constataremos facilmente que essas regras não podem mais dirigir a humanidade.”
COULANGES, Numa Denis Fustel de. A cidade antiga. Trad. de Frederico Ozanam Pessoa de Barros: LeLivros, 2006. Disponível em: https://latim.paginas.ufsc.br/files/2012/06/A-Cidade-Antiga-Fustel-de-Coulanges.pdf Acesso em: 20 set. 2025.
O trecho destacado apresenta características que nos permitem associá-lo à historiografia:
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A construção da História do Cotidiano se deu ao longo do desenvolvimento teórico da historiografia europeia
do século XX. Naturalizou-se, no decorrer do tempo, que tal forma de se escrever a História fosse plural e
diversa. Todavia é possível identificarmos bases e análises teóricas que direcionavam os olhares para as
possibilidades deste cotidiano de forma, em princípio, fragmentada. No campo da análise econômica, um dos
apoios historiográficos para o desenvolvimento dessa vertente historiográfica pode ser encontrado na obra
do seguinte autor por conta do respectivo argumento:
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