Foram encontradas 40.171 questões.
O texto da reportagem a seguir é base para a questão.
Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida
Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.
POR TORY, 19.11.2015
Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.
Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.
Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.
Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.
Provas
O texto da reportagem a seguir é base para a questão.
Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida
Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.
POR TORY, 19.11.2015
Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.
Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.
Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.
Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.
Provas
Provas
( ) O Império do Mali, governado por Mansa Musa no século XIV, destacou-se pela centralização política e pelo controle das rotas do ouro e do sal, estabelecendo conexões com o mundo islâmico e promovendo centros culturais como Timbuktu.
( ) O Reino do Congo manteve-se totalmente isolado das influências europeias até o século XIX, preservando instituições políticas e culturais sem qualquer contato diplomático com potências estrangeiras.
( ) O Reino de Benim, situado na região do atual Quênia, destacou-se por sua organização teocrática e pelo desconhecimento das técnicas artísticas, sendo uma sociedade predominantemente pastoril.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
I. O pensamento descolonial propõe romper com a lógica eurocêntrica que estruturou o conhecimento e as relações sociais na América Latina, valorizando epistemologias locais, experiências comunitárias e saberes indígenas e afrodescendentes.
II. A noção de colonialidade do poder sustenta que, com o fim do colonialismo político, as hierarquias raciais e epistemológicas impostas pela colonização foram superadas, inaugurando uma modernidade plenamente autônoma e igualitária na América Latina.
III. O conceito de modernidade defendido por Dussel refere-se à integração plena da América Latina no sistema-mundo europeu, vista como resultado positivo da universalização do progresso científico e racional ocidental.
Quais estão corretas?
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
I. A prática adotada por alguns reis durante o período carolíngio foi a de distribuir terras conquistadas aos nobres e colaboradores, como recompensa por serviços prestados ao reino, formando um grupo privilegiado de donos de terras, chamados de suseranos.
II. As relações que se estabeleciam entre reis e súditos, baseados nos laços de fidelidade, traziam vantagens para ambas as partes; o súdito, denominado vassalo, recebia proteção e auxílio do rei e também cargos políticos, de acordo com o grau de nobreza.
III. A onda de insegurança gerada durante a Alta Idade Média reforçou a prática da concessão de benefícios; com o tempo, os nobres também passaram a doar benefícios, tornando-se suseranos dos vassalos beneficiados, formando uma ampla rede de suseranos e vassalos, tendo o rei como suserano maior.
Quais estão corretas?
Provas
Caderno Container