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“Em sua forma rotineira, o gatekeeping está envolvido com normas de seleção que se desenvolveram ao longo da história da comunicação de massa. Quando os gatekeepers permitem que as normas – padrões estabelecidos de comportamento – orientem suas seleções, eles estão representando a profissão ou a sociedade, e não agindo como indivíduos que decidem tudo sozinhos. Isso não quer dizer, entretanto, que decisões individuais não possam afetar o processo de gatekeeping (...) Shoemaker e Reese (1996) acreditam que as rotinas emergem de três fontes distintas: da orientação dos jornalistas para a audiência consumidora, das fontes exteriores nas quais os jornalistas se baseiam para suas notícias e do contexto e cultura organizacionais nos quais a notícia é elaborada.” (SHOEMAKER e VOS, 2011:77).
Sobre a segunda fonte apontada pelos autores para explicar a emergência das rotinas, é correto afirmar que
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I. Utilizar um windscreen de espuma e o deadcat , que funcionam como filtros físicos que 'quebram' a força do vento desacelerando o ar antes que ele atinja o microfone.
II. Posicionar o microfone fora do eixo do vento, mantendo proximidade da fonte sonora, ajuda a minimizar rajadas sem comprometer o timbre.
III. Utilizar um limitador (limiter) aplicado na pós-produção elimina rajadas de vento sem alterar a textura da voz captada.
Está correto o que se afirma em
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Edney Souza e Barbara Neves defendem que deve haver um KPI para cada uma das cinco fases do processo de aquisição de audiência no ambiente digital.
Nesse aspecto, os dados relativos ao alcance, às impressões e às páginas por leitor são alguns dos adequados para aferir a(o)
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Leia o texto a seguir, assinado por Jorge Duarte, presidente da Associação Brasileira de Comunicação Pública.
Caso INSS também é exemplo da crise de comunicação
Onde há vácuo de informação oficial, instala-se a desinformação, mina-se a confiança e florescem oportunismos. Não é só má-fé de terceiros: há omissão do Estado.
Mesmo em um país acostumado a escândalos com recursos públicos, o caso recente do INSS impressiona pela quantidade de pessoas afetadas, pelo volume financeiro envolvido e pela facilidade com que poderia ter sido evitado. Bastariam mecanismos básicos de controle, transparência ativa e respeito ao interesse público. O cidadão deveria saber, por óbvio, em qualquer situação e não apenas nesta, que haveria desconto, por quê, para quem, e ter como impedir com facilidade.
Esse episódio escancara uma falha estrutural: a comunicação.
O Estado segue incapaz de estabelecer relações confiáveis com a população. Onde há vácuo de informação oficial, instala-se a desinformação, mina-se a confiança e florescem oportunismos. Não é só má-fé de terceiros: há omissão do Estado. Falhou a prestação do serviço, falhou a comunicação pública.
(Correio Brasiliense, maio de 2025.)
Esse tipo de texto é característico de um(a)
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Leia o trecho inicial da matéria intitulada “Alerj aprova criação do Disque-Barricada para recebimento de denúncias da população”, disponível no site da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
O Disque-Barricada poderá ser implementado no Estado do Rio de Janeiro. O canal oficial será destinado ao recebimento de denúncias sobre a existência de obstáculos, bloqueios, barricadas ou quaisquer estruturas colocadas irregularmente em vias públicas que comprometam a livre circulação de pessoas e veículos. É o que determina o Projeto de Lei 6.803/2025, que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em discussão única, nesta quinta-feira (18/12). A medida segue para o governador, que tem até 15 dias úteis para sancioná-la ou vetá-la.
(https://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/82153#:~:text=O%20Disque%2DBarri cada%20ser%C3%A1%20implementado,circula%C3%A7%C3%A3o%20de%20pessoas %20e%20ve%C3%ADculos. Adaptado.)
O texto é um exemplo de lead
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- Assessoria de Comunicação no Jornalismo
- Instrumentos de divulgação: release, sugestão de pauta, entrevista
Leia o texto a seguir.
Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher debate a Violência Estatal
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, realiza nesta terça-feira (09/12), audiência pública com o tema "Mulheres e Violência Estatal". O encontro será a partir das 10h, na sala 1801 do Edifício Lúcio Costa, sede do Parlamento. Foram convidadas para participar da audiência a assistente social da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ), Lidiane Helena; a representante do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ), Elisa Martins; a coordenadora do Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça das Redes da Maré, Tainá Alvarenga, entre outras convidadas.
(Disponível no site da Alerj)
Esse tipo de comunicação, assinado “Por Comunicação Social”, é um(a)
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