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Observe o lead de uma notícia publicada, em novembro de 2025,
no site da Assembleia Legislativa de Rondônia.
“A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) promoveu na última segunda-feira (17), uma cerimônia de entrega de Títulos Honoríficos prevista no Requerimento 2776/2025, apresentado pela deputada Ieda Chaves (União Brasil). A cerimônia, realizada no auditório Amizael Gomes da Silva, reuniu autoridades, familiares e representantes de diversas instituições. A iniciativa buscou reconhecer histórias de mulheres que vêm fortalecendo a vida social, econômica e institucional do Estado com trabalho consistente e impacto real na vida dos rondonienses”.
Esse lead pode ser classificado como
“A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) promoveu na última segunda-feira (17), uma cerimônia de entrega de Títulos Honoríficos prevista no Requerimento 2776/2025, apresentado pela deputada Ieda Chaves (União Brasil). A cerimônia, realizada no auditório Amizael Gomes da Silva, reuniu autoridades, familiares e representantes de diversas instituições. A iniciativa buscou reconhecer histórias de mulheres que vêm fortalecendo a vida social, econômica e institucional do Estado com trabalho consistente e impacto real na vida dos rondonienses”.
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A partir da análise dos títulos das matérias publicadas no G1 de
Rondônia abaixo é possível identificar que o gênero utilitário de
jornalismo está representado em
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Leia o texto a seguir, publicado no Amazônia Vox, em julho de
2025.
“A proteção às florestas e a lucidez necessária nos (des)caminhos que trilhamos até aqui”
Por Tienay Costa, pesquisadora e coordenadora do grupo de pesquisa do Observatório da COP30 na Amazônia (OCA)
O 17 de julho, Dia de Proteção às Florestas, é um chamado ético e político para repensarmos a nossa relação com a natureza. Por que proteger as florestas? Como protegê-las? E de quem protegê-las? São as perguntas que norteiam essa breve reflexão. Não quero sugerir respostas universais ou objetivadas, não há manual de salvação ecológica para o planeta e, como educadora, sempre reafirmo a importância de estarmos atentos aos discursos reducionistas e ilusórios que costumam compor o quadro prático de soluções para a Amazônia.
O que sugiro é lucidez. Lucidez para reagir e reconhecer os (des)caminhos que trilhamos até aqui e que nos fazem fracassar em um projeto controverso de humanidade, como bem pontua Ailton Krenak. Estamos diante de uma crise ambiental sistêmica, produzida e sustentada pelo capital, assumir isso constitui um bom ponto de partida. Além disso, a crise que atravessamos não é apenas climática, é política, social, econômica e, enfim, humana; ela se capilariza nos mais diversos campos materiais e imateriais da vida. Como a vida ganha contorno em diferentes espaços e temporalidades, é ingênuo acreditar que o colapso ambiental afeta todas as existências da mesma forma”.
De acordo com a clássica classificação proposta pelo professor Marques de Melo, o texto integra o gênero
“A proteção às florestas e a lucidez necessária nos (des)caminhos que trilhamos até aqui”
Por Tienay Costa, pesquisadora e coordenadora do grupo de pesquisa do Observatório da COP30 na Amazônia (OCA)
O 17 de julho, Dia de Proteção às Florestas, é um chamado ético e político para repensarmos a nossa relação com a natureza. Por que proteger as florestas? Como protegê-las? E de quem protegê-las? São as perguntas que norteiam essa breve reflexão. Não quero sugerir respostas universais ou objetivadas, não há manual de salvação ecológica para o planeta e, como educadora, sempre reafirmo a importância de estarmos atentos aos discursos reducionistas e ilusórios que costumam compor o quadro prático de soluções para a Amazônia.
O que sugiro é lucidez. Lucidez para reagir e reconhecer os (des)caminhos que trilhamos até aqui e que nos fazem fracassar em um projeto controverso de humanidade, como bem pontua Ailton Krenak. Estamos diante de uma crise ambiental sistêmica, produzida e sustentada pelo capital, assumir isso constitui um bom ponto de partida. Além disso, a crise que atravessamos não é apenas climática, é política, social, econômica e, enfim, humana; ela se capilariza nos mais diversos campos materiais e imateriais da vida. Como a vida ganha contorno em diferentes espaços e temporalidades, é ingênuo acreditar que o colapso ambiental afeta todas as existências da mesma forma”.
De acordo com a clássica classificação proposta pelo professor Marques de Melo, o texto integra o gênero
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Observe a imagem abaixo.
Ela ilustra uma ação da marca de leite Piracanjuba, em parceria com a Associação das Mães da Sé, para localizar pessoas desaparecidas. Nas caixas de leite, estão, lado a lado, a foto de quando a pessoa desapareceu e a simulação, feita com a ajuda de Inteligência Artificial, de como estaria atualmente.
Essa ação pode ser considerada uma estratégia de marketing
Ela ilustra uma ação da marca de leite Piracanjuba, em parceria com a Associação das Mães da Sé, para localizar pessoas desaparecidas. Nas caixas de leite, estão, lado a lado, a foto de quando a pessoa desapareceu e a simulação, feita com a ajuda de Inteligência Artificial, de como estaria atualmente.
Essa ação pode ser considerada uma estratégia de marketing
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Leia o texto a seguir, dos pesquisadores Evelyn Conde, Elaine
Barbosa e Nilton César da Silva.
“A história da mídia sonora no interior de Rondônia conta a instalação de caixas de som improvisadas em pontos estratégicos aliada à vontade de alguns para transmissão de informações com alcance maior na sociedade. O rádio de poste foi uma alternativa de comunicação social na década de 1950 e resiste nos dias atuais nas cidades rondonienses”
Para eles, o rádio de poste representa uma importante ferramenta de interação popular apelidado de
“A história da mídia sonora no interior de Rondônia conta a instalação de caixas de som improvisadas em pontos estratégicos aliada à vontade de alguns para transmissão de informações com alcance maior na sociedade. O rádio de poste foi uma alternativa de comunicação social na década de 1950 e resiste nos dias atuais nas cidades rondonienses”
Para eles, o rádio de poste representa uma importante ferramenta de interação popular apelidado de
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Segundo o pesquisador Abinoan dos Santos (2019), “apesar da
particularidade dos movimentos que fizeram surgir a imprensa em
Rondônia, a proposta do seu primeiro jornal não se diferenciou do
restante que existia na Amazônia. Como nasceu em uma
comunidade recém-elevada à categoria de município, serviu como
instrumento de propagação de ideais do governo local”. Ele se
refere a um jornal que começou fora da cidade que atualmente é
Porto Velho, começou a ser publicado em agosto de 1891 e
circulou no território rondoniense até 1917.
O título ao qual o autor se refere é o(a)
O título ao qual o autor se refere é o(a)
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Por entender que as imagens facilitam a compreensão e tornam o
conteúdo mais amigável ao transmitir informações de forma
visual, a norma ABNT NBR 17225:2025 explicita que “a
acessibilidade em imagens garante que todos os usuários,
incluindo aqueles que utilizam tecnologia assistiva, possam
perceber, compreender e interagir com o conteúdo visual em
interfaces e documentos”.
Por esse motivo, a norma lista os seguintes requisitos de acessibilidade, exceto um. Assinale-o
Por esse motivo, a norma lista os seguintes requisitos de acessibilidade, exceto um. Assinale-o
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Para se ter uma ideia geral das funções da linguagem, Roman
Jakobson descreveu os fatores constitutivos de todo ato de
comunicação verbal. Em suas palavras:
“O remetente envia uma mensagem ao destinatário. Para ser eficaz, a mensagem requer um (a) ____________ a que se refere (Ou "referente", em outra nomenclatura algo ambígua), apreensível pelo destinatário, e que seja verbal ou suscetível de verbalização; um (a) _________ total ou parcialmente comum ao remetente e ao destinatário (ou, em outras palavras, ao codificador e ao decodificador da mensagem); e, finalmente, um contato, um (a) ________ físico (a) e uma conexão psicológica entre o remetente e o destinatário, que os capacite a ambos a entrarem e permanecerem em comunicação” (JAKOBSON, 1974: 82)
As três palavras que completam corretamente o texto são, respectivamente,
“O remetente envia uma mensagem ao destinatário. Para ser eficaz, a mensagem requer um (a) ____________ a que se refere (Ou "referente", em outra nomenclatura algo ambígua), apreensível pelo destinatário, e que seja verbal ou suscetível de verbalização; um (a) _________ total ou parcialmente comum ao remetente e ao destinatário (ou, em outras palavras, ao codificador e ao decodificador da mensagem); e, finalmente, um contato, um (a) ________ físico (a) e uma conexão psicológica entre o remetente e o destinatário, que os capacite a ambos a entrarem e permanecerem em comunicação” (JAKOBSON, 1974: 82)
As três palavras que completam corretamente o texto são, respectivamente,
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Para Lee Thayer, “a comunicação não é algo que alguém faz a
outrem, mas é um processo que está continuamente em curso
dentro de cada um de nós”.
Ele propõe um modelo de comunicação baseado nos níveis expressos a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
Ele propõe um modelo de comunicação baseado nos níveis expressos a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
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Leia o trecho a seguir sobre a inclusão da inteligência artificial (IA)
nos processos de construção noticiosa no Grupo Globo.
“Grupo Globo atualiza princípios editoriais para incluir orientações sobre inteligência artificial
Política encoraja testes e uso da tecnologia como um meio para aprimorar a qualidade do jornalismo, mantendo o compromisso com isenção, correção e agilidade, e estabelece compromissos de supervisão humana, transparência e respeito a direitos autorais.
Por g1
27/06/2024 06h00
O Grupo Globo atualizou nesta quinta-feira (27) os princípios editoriais para incluir orientações sobre o uso de inteligência artificial na produção jornalística em todas as suas redações.
O objetivo é encorajar testes e uso dessa tecnologia – que amplia de forma disruptiva a capacidade de processamento e geração de informações – como um meio para aprimorar a qualidade do jornalismo, mantendo o compromisso com a isenção, a correção e a agilidade.
As orientações estabelecem que o uso de inteligência artificial nas redações do Grupo Globo deve
• ter supervisão humana; • ser transparente com o público; • e respeitar os direitos autorais – próprios e de terceiros.
Elas definem, ainda, parâmetros para lidar com a tecnologia nas diversas etapas do processo de produção jornalística – da apuração das informações à entrega delas para o público.”
Por isso, de acordo com os novos princípios editoriais, é proibido o uso de inteligência artificial para
“Grupo Globo atualiza princípios editoriais para incluir orientações sobre inteligência artificial
Política encoraja testes e uso da tecnologia como um meio para aprimorar a qualidade do jornalismo, mantendo o compromisso com isenção, correção e agilidade, e estabelece compromissos de supervisão humana, transparência e respeito a direitos autorais.
Por g1
27/06/2024 06h00
O Grupo Globo atualizou nesta quinta-feira (27) os princípios editoriais para incluir orientações sobre o uso de inteligência artificial na produção jornalística em todas as suas redações.
O objetivo é encorajar testes e uso dessa tecnologia – que amplia de forma disruptiva a capacidade de processamento e geração de informações – como um meio para aprimorar a qualidade do jornalismo, mantendo o compromisso com a isenção, a correção e a agilidade.
As orientações estabelecem que o uso de inteligência artificial nas redações do Grupo Globo deve
• ter supervisão humana; • ser transparente com o público; • e respeitar os direitos autorais – próprios e de terceiros.
Elas definem, ainda, parâmetros para lidar com a tecnologia nas diversas etapas do processo de produção jornalística – da apuração das informações à entrega delas para o público.”
Por isso, de acordo com os novos princípios editoriais, é proibido o uso de inteligência artificial para
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