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Respondida
Em relação às regras sobre a tributação do IPVA no Estado de Goiás (Lei n°
11.651/2011):
Respondida
No Código de Direitos, Garantias e Obrigações do Contribuinte no Estado de Goiás (Lei Complementar estadual n° 104, de 09
de outubro de 2013), consta como obrigação do contribuinte
A
apresentar, quando solicitado e no prazo estabelecido pelo Auditor Fiscal da Receita Estadual, bens, mercadorias,
informações, livros, documentos, impressos, papéis, programas de computador ou arquivos eletrônicos.
B
aguardar que a fiscalização o oficie para atualizar seus dados cadastrais, quando então, deverá fazê-lo.
C
apresentar, bens, mercadorias, informações, livros, documentos, impressos, papéis, programas de computador ou arquivos
eletrônicos, estabelecido pelo Auditor Fiscal da Receita Estadual, responsável pela fiscalização.
D
identificar-se pessoalmente nas repartições administrativas e nas ações fiscais, não podendo fazê-lo através de
representante.
E
disponibilizar local adequado em seu estabelecimento, para a execução dos procedimentos de fiscalização.
Respondida
A Lei estadual n° 16.469, de 19 de janeiro de 2009, que regula o processo administrativo tributário e dispõe sobre os órgãos
vinculados ao julgamento administrativo de questões de natureza tributária contém regras a respeito das partes processuais e da
capacidade processual. De acordo com as regras desta Lei,
A
durante a sessão de julgamento, o sujeito passivo, desde que representado por profissional advogado, têm direito ao uso
da palavra, na forma estabelecida no regimento interno do CAT.
B
ao sujeito passivo, representado ou não por profissional advogado, ou ao seu representante, é facultada vista do processo,
fora do recinto da repartição, na fluência dos prazos recursais.
C
durante a sessão de julgamento, o Representante Fazendário têm direito ao uso da palavra, na forma estabelecida no
regimento interno do CAT.
D
a Fazenda Pública Estadual é representada no processo pela Procuradoria Geral do Estado.
E
a vista do processo fora do recinto da repartição será aberta por termo lavrado nos autos, e o prazo improrrogável de
5 dias, para restituição dos autos, começará a fluir no primeiro dia útil posterior àquele consignado no referido termo.
Respondida
Conforme a Lei n° 11.651, de 1991, que institui o Código Tributário do Estado de Goiás, o ICMS incide sobre
A
o fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias, exceto em bares, restaurantes e estabelecimentos de
diversão noturna.
B
o fornecimento de mercadorias com prestação de serviços compreendidos na competência tributária dos municípios, pelo
valor total das mercadorias e serviços, salvo na hipótese em que a Lei Complementar n° 87, de 1996, expressamente os
sujeitar apenas à incidência do ISS.
C
prestações de serviços de transporte internacional, interestadual, intermunicipal, e intramunicipal por qualquer via, de
pessoas, bens, mercadorias ou valores.
D
a entrada, no território goiano, de mercadoria oriunda de outro Estado, adquirida por não contribuinte.
E
a entrada, no território goiano, decorrente de operação interestadual, de petróleo e combustíveis gasosos dele derivados,
quando destinados à comercialização ou à industrialização.
Respondida
Conforme a Lei n° 11.651, de 1991, que institui o Código Tributário do Estado de Goiás, ocorre o fato gerador do ICMS no momento
Respondida
Para fins de incidência do ICMS, conforme o Decreto n° 4.852, de 1997, equipara-se à saída para o exterior a
Respondida
No que se refere à Escrituração Fiscal Digital - EFD o Decreto n° 4.852, de 1997, dispõe que
A
esta compõe-se de grande parte das informações, impressas e encadernadas, necessárias e suficientes à apuração do
imposto referente à operação e prestação praticada pelo contribuinte do ICMS e do IPI, bem como outras de interesse do
contribuinte.
B
o contribuinte deve utilizar a EFD para efetuar a escrituração dos livros Registro de Entradas, Registro de Saídas, Registro
de Apuração do ICMS, dentre outros.
C
as informações devem ser prestadas em arquivo digital com assinatura do contribuinte, ou seu representante legal,
autenticada em cartório por verossimilhança, para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica da EFD.
D
a EFD é obrigatória para o contribuinte do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre
Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação − ICMS optante pelo Simples
Nacional a partir do início de sua atividade.
E
o contribuinte dispensado da EFD pode optar por utilizá-la, de forma irretratável, mediante requerimento dirigido à
Gerência de Informações Econômico-Fiscais − GIEF − da Secretaria da Fazenda, hipótese em que terá 20% de desconto
no imposto a recolher.
Respondida
Conforme o Anexo VIII do Decreto n° 4.852, de 1997, que dispõe sobre a substituição tributária do ICMS:
A
O industrial é substituto tributário, assumindo a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido na operação interna
anterior, na aquisição, efetuada diretamente do estabelecimento produtor, para utilização como matéria prima em processo
industrial, de: ácido sulfúrico ou ácido nítrico, rã viva ou abatida de qualquer tipo, carvão mineral, leite pasteurizado e óleo
mineral purificado e filtrado.
B
A Refinaria de Petróleo e a Distribuidora de Combustível inscritas na ANP são substitutos tributários, assumindo a
responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pelo estabelecimento produtor de álcool, na operação interna de
aquisição de cana-de-açúcar, para utilização no processo de industrialização de álcool.
C
A empresa industrial que utiliza energia elétrica como insumo em processo industrial é substituta tributária, assumindo a
responsabilidade pelo pagamento do imposto devido nas operações anteriores e subsequentes, desde a produção ou
importação até o consumo.
D
O estabelecimento comercial que recebe obra de arte, produto químico e produto agropecuário em operação interna é
substituto tributário em relação às operações anteriores e posteriores.
E
O estabelecimento industrial que implantar, no Estado de Goiás, projeto industrial relacionado à extração, industrialização
e circulação de minério de níquel, cobre e seus derivados, mediante a celebração de termo de acordo de regime especial
com a Secretaria da Fazenda para tal fim, é substituto tributário, assumindo a responsabilidade pelo pagamento do
imposto devido na operação interna anterior de aquisição de energia elétrica não destinada à comercialização ou à
industrialização.
Respondida
O Anexo XV do Decreto n° 4.852, de 1997, estabelece as regras de tributação do ICMS nas operações e prestações que destinem
mercadoria, bem ou serviço a consumidor final não contribuinte, localizado no Estado de Goiás. Conforme esse Anexo,
A
o adicional de 2% na alíquota do ICMS previsto no § 6º do art. 20 do Decreto n° 4.852 não deve ser considerado para fins
de obtenção da base de cálculo do diferencial de alíquotas devido ao Estado de Goiás, pois se destina a prover recursos
ao Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás − PROTEGE GOIÁS.
B
o remetente localizado em outro Estado, inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Goiás, que promover saída de
mercadoria para consumidor final não contribuinte do ICMS localizado no Estado de Goiás, deve calcular o valor do
imposto correspondente ao diferencial de alíquotas, devido em cada operação, e recolher este valor mediante a utilização
de GNRE em até 21 dias contados do fato gerador.
C
o remetente de mercadoria, localizado em outro Estado, deve apurar o valor do imposto devido pelo diferencial de
alíquotas e pagá-lo ao Estado de Goiás, mediante aplicação das seguintes fórmulas: (i) ICMS Origem = BC x A ICMS Inter;
(ii) ICMS destino = (BC × A ICMS Intra) – (ICMS Origem × 2).
D
nas operações interestaduais que destinem mercadoria a consumidor final não contribuinte do ICMS localizado no Estado
de Goiás, fica atribuída ao estabelecimento remetente a responsabilidade pelo pagamento do ICMS correspondente ao
diferencial de alíquotas.
E
para fins de cálculo do diferencial de alíquota nas operações interestaduais destinadas a consumidor final não contribuinte
localizado em Goiás, a alíquota interestadual a ser utilizada será a prevista em Resolução do Senado para contribuintes
em geral e a prevista na LC 123/2006 quando o remetente for optante do Simples Nacional.
Respondida
O Decreto n° 9.104, de 2017, dispõe sobre o pagamento do ICMS, relativo à diferença entre a alíquota interna e a interestadual,
a ser feito pelo contribuinte optante pelo Simples Nacional (DIFAL – Simples Nacional), nas aquisições de mercadorias
destinadas à comercialização. Conforme esse decreto,