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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
Karin Strobel, pesquisadora e professora surda, defende que há dois tipos de artefato cultural: os artefatos materiais e a literatura surda.
Karin Strobel, pesquisadora e professora surda, defende que há dois tipos de artefato cultural: os artefatos materiais e a literatura surda.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
As principais abordagens de ensino aos estudantes surdos foram: oralismo; gestualismo; comunicação total; bilinguismo; e acessibilidade linguística.
As principais abordagens de ensino aos estudantes surdos foram: oralismo; gestualismo; comunicação total; bilinguismo; e acessibilidade linguística.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
No Congresso Internacional de Milão, organizado por professores e pesquisadores surdos e ouvintes, foi decidido, por meio de uma votação entre os presentes, que a educação bilíngue era a proposta que mais se adequava às necessidades dos estudantes surdos.
No Congresso Internacional de Milão, organizado por professores e pesquisadores surdos e ouvintes, foi decidido, por meio de uma votação entre os presentes, que a educação bilíngue era a proposta que mais se adequava às necessidades dos estudantes surdos.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
Com o fortalecimento da educação de surdos nos Estados Unidos, Thomas Gallaudet passou a defender o uso do método oralista nas escolas públicas.
Com o fortalecimento da educação de surdos nos Estados Unidos, Thomas Gallaudet passou a defender o uso do método oralista nas escolas públicas.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
Thomas Gallaudet, responsável pela criação da primeira escola pública para surdos nos Estados Unidos, interessou-se pela educação de surdos ao conhecer a filha de um vizinho, que era surda.
Thomas Gallaudet, responsável pela criação da primeira escola pública para surdos nos Estados Unidos, interessou-se pela educação de surdos ao conhecer a filha de um vizinho, que era surda.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
Charles-Michel de L'Epée fundou a primeira escola pública para surdos no mundo, o Instituto Nacional para Surdos-Mudos em Paris.
Charles-Michel de L'Epée fundou a primeira escola pública para surdos no mundo, o Instituto Nacional para Surdos-Mudos em Paris.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue o item.
Na Antiguidade, gregos e romanos defendiam que os surdos deveriam ser escolarizados por meio de uma educação bilíngue.
Na Antiguidade, gregos e romanos defendiam que os surdos deveriam ser escolarizados por meio de uma educação bilíngue.
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No que diz respeito à história da educação dos surdos, julgue
o item.
Pedro Ponce de León é considerado o primeiro professor de surdos na história. Ele era monge e educava surdos que eram filhos de nobres.
Pedro Ponce de León é considerado o primeiro professor de surdos na história. Ele era monge e educava surdos que eram filhos de nobres.
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Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes
diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol
também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito
cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua
Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação
da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em
relação à região, à idade e até ao gênero de quem se
comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes
no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os
regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas
um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à
linguística das línguas de sinais.
Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações).
No par apresentado na figura a seguir, só é possível distinguir se o sinal é utilizado como nome ou verbo a partir do contexto, pois se usa o mesmo sinal para os dois casos.
T. Felipe. Libras em Contexto: Curso Básico. 8.ª ed. Rio de Janeiro: WalPrint Gráfica e Editora, 2007, p. 146.
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Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes
diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol
também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito
cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua
Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação
da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em
relação à região, à idade e até ao gênero de quem se
comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes
no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os
regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas
um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à
linguística das línguas de sinais.
Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações).
Na sentença ‘LIVRO 3PEGAR1’, o verbo é direcional revertido ou verbo reverso, porque o movimento do verbo é iniciado no espaço do objeto e se movimenta rumo ao espaço do sujeito.
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