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2754133 Ano: 2023
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Irani-SC
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Na literatura e em outras artes, o diálogo nos permite descobrir as palavras, as ações, os pensamentos e as características de duas personagens que falam, o que, de certa forma enriquece o teor discursivo. A narração feita com a inserção do diálogo torna-se muito útil na construção da narrativa.
(MAIA, João Domingues. Literatura: textos & técnicas. Ática. São Paulo. Cap.14. P.232/3.) - (Adaptado)

Nesse contexto literário, tem-se que:
I.As vozes contidas nos diálogos ajudam a construir as personagens, dando-lhes vida e verossimilhança.
II.Os diálogos também são relevantes, pois dão leveza e fluidez ao texto.
III.As conversas entre os personagens ajudam a levar a narrativa para frente, contribuindo para dinamizar a narração.
IV.Os diálogos limitam-se a caracterizam a personagem enunciadora.
V.O diálogo é usado essencial e unicamente em textos romanescos focados no discurso indireto.

Marque a alternativa com a opção correta.
 

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2754132 Ano: 2023
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Irani-SC
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A partir do respeito dado à literatura infantil, ela foi ocupando seu espaço e apresentando sua relevância. Com isto, muitos autores foram surgindo, como Hans Christian Andersen, os irmãos Grimm e Monteiro Lobato, imortalizados pela grandiosidade de suas obras. (...)

https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/a-importancialiteratura-infantil-para-desenvolvimento.htm

Sobre o "Contexto historiográfico da Literatura Infantil", julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso):
(    ) Os primeiros livros direcionados ao público infantil, surgiram no século XVIII.
(    ) La Fontaine e Charles Perrault escreveram suas obras artísticas com enfoque dado aos contos de fadas.
(    ) Em sua produção literária infantil, Monteiro Lobato destacou-se por escrever contos e fábulas.
(    ) Monteiro Lobato escreveu a fantástica obra literária: "Sítio do Picapau Amarelo".

Marque a alternativa com a opção correta.

 

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2725836 Ano: 2023
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Recife-PE
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A respeito de estilística, julgue o seguinte item.

A estilística é a disciplina linguística que estuda os recursos afetivo-expressivos da língua.

 

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2725835 Ano: 2023
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Recife-PE
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A respeito de estilística, julgue o seguinte item.

Fundada no início do século XX pelo suíço Charles Bally e pelo alemão Karl Vossler, a estilística é uma ciência recente, mas um saber muito antigo, que remonta à tradicional retórica dos gregos.

 

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2725834 Ano: 2023
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Recife-PE
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A respeito de estilística, julgue o seguinte item.

Estilística e gramática não são disciplinas excludentes, mas complementares, visto que o método de análise estilística segue as divisões clássicas da gramática, daí sua bipartição em estilística fônica e sintática.

 

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O problema e sua definição
Todos os diversos campos da atividade humana estão ligados ao uso da linguagem. Compreende-se perfeitamente que o caráter e as formas desse uso sejam tão multiformes quanto os campos da atividade humana, o que, é claro, não contradiz a unidade nacional de uma língua. O emprego da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos) concretos e únicos, proferidos pelos integrantes desse ou daquele campo da atividade humana. Esses enunciados refletem as condições específicas e as finalidades de cada referido campo não só por seu conteúdo (temático) e pelo estilo da linguagem, ou seja, pela seleção dos recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais da língua mas, acima de tudo, por sua construção composicional. Todos esses três elementos – o conteúdo temático, o estilo e a construção composicional – estão indissoluvelmente ligados no todo do enunciado e são igualmente determinados pela especificidade de um determinado campo da comunicação. Evidentemente, cada enunciado particular é individual, mas cada campo de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, os quais denominamos gêneros do discurso.
A riqueza e a diversidade dos gêneros do discurso são infinitas porque são inesgotáveis as possibilidades da multiforme atividade humana e porque em cada campo dessa atividade é integral o repertório de gênero do discurso, que cresce e se diferencia à medida que se desenvolve e se complexifica um determinado campo. Cabe salientar em especial a extrema heterogeneidade dos gêneros do discurso (orais e escritos), nos quais devemos incluir as breves réplicas do diálogo do cotidiano (saliente-se que a diversidade das modalidades de diálogo do cotidiano é extraordinariamente grande em função do seu tema, da situação e da composição dos participantes), o relato do dia a dia, a carta (em todas as suas diversas formas), o comando militar lacônico padronizado, a ordem desdobrada e detalhada, o repertório bastante vário (padronizado na maioria dos casos) dos documentos oficiais e o diversificado universo das manifestações publicísticas (no amplo sentido do termo: sociais, políticas): mas aí também devemos incluir as variadas formas das manifestações científicas e todos os gêneros literários (do provérbio ao romance de muitos volumes). [...]
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: –––. Estética da criação verbal, 6 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011
De acordo com esse texto, a visão bakhtiniana de gêneros discursivos está diretamente associada às atividades humanas em consonância com as diversas manifestações linguísticas. Logo, pode-se inferir que gêneros são:
 

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Barcos de Papel

Quando a chuva cessava e um vento fino Franzia a tarde tímida e lavada, Eu saía a brincar, pela calçada, Nos meus tempos felizes de menino.

Fazia, de papel, toda uma armada; E, estendendo o meu braço pequenino, Eu soltava os barquinhos, sem destino, Ao longo das sarjetas, na enxurrada...

Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, Que não são barcos de ouro os meus ideais: São feitos de papel, são como aqueles,

Perfeitamente, exatamente iguais... — Que os meus barquinhos, lá se foram eles! Foram-se embora e não voltaram mais!

ALMEIDA, Guilherme de. Disponível em: <https://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm%3Fsid%3D186/textos escolhidos>.Acesso em: 24 mar. 2023.

No contexto literário, o gênero lírico apresenta diversas formas poéticas, numa combinação intrincada de subjetividade, musicalidade, sentimentos e emoções, evidenciando uma linguagem figurada e carregada de significados. No caso específico do poema acima, é possível afirmar que:
 

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2704714 Ano: 2023
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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O caráter regionalista que definiu a ficção da geração de 1930 aparece completamente transformado nas obras de Guimarães Rosa. As marcas regionais são evidentes nos termos utilizados, na recriação da fala dos jagunços e de vaqueiros do interior de Minas. Rosa fala dos grandes dramas humanos, deixando claro que os grandes fantasmas da existência podem ser identificados em qualquer lugar, desde um centro urbano até um minúsculo vilarejo nos sertões das Gerais. (Abaurre; Pontara). Guimarães Rosa faz parte da terceira geração do ; uma de suas obras mais relevantes intitula-se .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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Leia o poema e responda o que se pede no comando das questões de 31 a 38

Rios sem discurso

João Cabral de Melo Nato.

Quando um rio corta, corta-se de vez

o discurso-rio de água que ele fazia;

cortado, a água se quebra em pedaços,

em poços de água, em água paralítica.

Em situação de poço, a água equivale

a uma palavra em situação dicionária:

isolada, estanque no poço dela mesma,

e porque assim estanque, estancada;

e mais: porque assim estancada, muda,

e muda porque com nenhuma comunica,

porque cortou-se a sintaxe desse rio,

o fio de água por que ele discorria.

O curso de um rio, seu discurso-rio,

chega raramente a se reatar de vez;

um rio precisa de muito fio de água

para refazer o fio antigo que o fez.

Salvo a grandiloquência de uma cheia

lhe impondo interina outra linguagem,

um rio precisa de muita água em fios

para que todos os poços se enfrasem:

se reatando, de um para outro poço,

em frases curtas, então frase e frase,

até a sentença-rio do discurso único

em que se tem voz a seca ele combate.

Analise as afirmações seguintes:

I- É um soneto do gênero llrlco.

II- Os versos são brancos.

III- Há predomínio da função metallnguisUca.

IV-Há 24 versos no poema.

Estão corretas somente as afirmativas:

 

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Leia o poema e responda o que se pede no comando das questões de 31 a 38

Rios sem discurso

João Cabral de Melo Nato.

Quando um rio corta, corta-se de vez

o discurso-rio de água que ele fazia;

cortado, a água se quebra em pedaços,

em poços de água, em água paralítica.

Em situação de poço, a água equivale

a uma palavra em situação dicionária:

isolada, estanque no poço dela mesma,

e porque assim estanque, estancada;

e mais: porque assim estancada, muda,

e muda porque com nenhuma comunica,

porque cortou-se a sintaxe desse rio,

o fio de água por que ele discorria.

O curso de um rio, seu discurso-rio,

chega raramente a se reatar de vez;

um rio precisa de muito fio de água

para refazer o fio antigo que o fez.

Salvo a grandiloquência de uma cheia

lhe impondo interina outra linguagem,

um rio precisa de muita água em fios

para que todos os poços se enfrasem:

se reatando, de um para outro poço,

em frases curtas, então frase e frase,

até a sentença-rio do discurso único

em que se tem voz a seca ele combate.

Ao dizer que a sintaxe do rio foi cortada, (v.11 ), o poema conota:

 

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