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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
A arte literária está relacionada com a leitura e análise de textos verbais e, por isso, é considerada como sendo a arte construída pelas palavras. A leitura de textos, ficcionais ou não, provoca diferentes efeitos de sentido nos leitores/ouvintes e permite sair do mundo real e alcançar o mundo da fantasia.
Assim como outras artes, a Literatura não tem o poder de modificar a realidade imediata dos leitores, mas é capaz de fazê-los (re)avaliar a própria vida e seus comportamentos.
Fonte: https://www.portugues.com.br/literatura/arte-literaria.html
Isso porque a arte literária, ao mesmo tempo que provoca a reflexão, responde a algumas de nossas inquietações por meio de:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Versificação é o conjunto de métodos utilizados na arte de compor versos, fazendo uso, para o efeito, de alguns elementos que concorrem para a harmonização e beleza do gênero lírico, tais como: ritmo, metrificação, rima, entre outros.
Acerca dessa temática é INCORRETO afirmar que:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
Os gêneros literários são três: narrativo ou épico, lírico e dramático. O gênero narrativo está relacionado a textos que contam uma história. Já o gênero épico, além de possuir características narrativas, deve apresentar um herói. Tais textos são compostos por narrador, enredo ou trama, personagens, tempo e espaço.
Disponível em:https://brasilescola.uol.com.br/literatura/generos-literarios.htm
No gênero narrativo, as narrativas escritas em verso são chamadas de:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 8.
Inaugurada no Theatro Municipal de São Paulo, em 13 de fevereiro de 1922, a Semana de Arte Moderna chega a seu centenário num momento em que a cultura e valores estimados pelos modernistas, como a diversidade, a liberdade e a educação, são alvos frequentes de ataques retrógrados.
A semana foi organizada por um grupo de artistas e escritores que vinha se articulando em torno de ideias e planos de renovação do ambiente artístico e cultural. A São Paulo na qual viviam era uma cidade emergente, que experimentava uma notável aceleração de sua economia sob o impulso da abundante riqueza do café.
Prefigurava-se naqueles tempos a formação de uma metrópole industrial que estaria destinada, na visão de sua elite, e, também, dos jovens modernistas, a exercer um papel modernizante na esfera nacional, não apenas como polo econômico, mas também cultural.
Comemorava-se em 1922 o centenário da Independência, e o festival modernista que reuniu nomes como Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos e Di Cavalcanti era uma oportunidade de lançar da capital paulista uma plataforma para o futuro.
Há, naturalmente, muitos aspectos a questionar no movimento modernista de São Paulo, desde episódios das biografias de seus participantes a temas polêmicos ligados à sua atuação pública. Não há dúvida, contudo, de que a aventura modernista tinha, em suas sementes, um projeto de país progressista. Neste projeto, a diversidade racial, a potência da natureza e a extraordinária riqueza cultural se congregavam de maneira estimulante.
(Lições de 22. Folha de São Paulo, 13.02.2022. Adaptado).
É correto afirmar que os objetivos modernistas eram
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto 1A2-III
Suspiro de Gaia
Está difícil dormir com tanto fantasma
ao redor
Corpos abandonados em pavilhões
Espíritos de luz projetam raios paralisantes.
A Terra balança levemente os cabelos
devolve no cosmos fagulhas de estrelas
Ailton Krenak. Suspiro de Gaia. In: Revista Poesia. Dossiê: Poesia indígena hoje, n.º1, ago/2020.
Julgue o próximo item, com base na leitura do texto 1A2-III.
O predomínio da função referencial da linguagem em Suspiro de Gaia, embora cause prejuízo estético ao poema, garante que a realidade violenta que cerca o eu-lírico seja imediatamente comunicada ao leitor.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto 1A2-III
Suspiro de Gaia
Está difícil dormir com tanto fantasma
ao redor
Corpos abandonados em pavilhões
Espíritos de luz projetam raios paralisantes.
A Terra balança levemente os cabelos
devolve no cosmos fagulhas de estrelas
Ailton Krenak. Suspiro de Gaia. In: Revista Poesia. Dossiê: Poesia indígena hoje, n.º1, ago/2020.
Julgue o próximo item, com base na leitura do texto 1A2-III.
No título do poema, a evocação da mitologia grega, em que Gaia era a deusa que representava a Terra, aproxima a produção do poeta indígena da fonte primária da literatura ocidental: a Antiguidade Clássica.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto 1A2-III
Suspiro de Gaia
Está difícil dormir com tanto fantasma
ao redor
Corpos abandonados em pavilhões
Espíritos de luz projetam raios paralisantes.
A Terra balança levemente os cabelos
devolve no cosmos fagulhas de estrelas
Ailton Krenak. Suspiro de Gaia. In: Revista Poesia. Dossiê: Poesia indígena hoje, n.º1, ago/2020.
Julgue o próximo item, com base na leitura do texto 1A2-III.
Nos versos finais do poema Suspiro de Gaia, a personificação da Terra contribui tanto para criar uma imagem poética de grande beleza plástica quanto para expressar a concepção indígena da natureza.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto 1A2-III
Suspiro de Gaia
Está difícil dormir com tanto fantasma
ao redor
Corpos abandonados em pavilhões
Espíritos de luz projetam raios paralisantes.
A Terra balança levemente os cabelos
devolve no cosmos fagulhas de estrelas
Ailton Krenak. Suspiro de Gaia. In: Revista Poesia. Dossiê: Poesia indígena hoje, n.º1, ago/2020.
Julgue o próximo item, com base na leitura do texto 1A2-III.
A assimetria entre os dois primeiros versos do poema, o caráter informativo do terceiro verso e a ausência de rimas e de pontuação, excetuando-se o ponto final empregado no verso 4, são características suficientes para classificar Suspiro de Gaia como um poema modernista.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto 1A2-I
Canção do Tamoio
(Natalícia)
I
Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.
(...)
IV
Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!
V
E pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.
(...)
VIII
Porém se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranquilo nos gestos,
Impávido, audaz.
(...)
X
As armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.
Antônio Gonçalves Dias. Canção do Tamoio.
Texto 1A2-II
Promessas do sol
Você me quer forte
E eu não sou forte mais
Sou o fim da raça, o velho que se foi
Chamo pela lua de prata pra me salvar
Rezo pelos deuses da mata pra me matar
Você me quer belo
E eu não sou belo mais
Me levaram tudo que um homem precisa ter
Me cortaram o corpo à faca sem terminar
Me deixaram vivo, sem sangue, apodrecer
Você me quer justo
E eu não sou justo mais
Promessas de sol já não queimam meu coração
Que tragédia é essa que cai sobre todos nós?
Que tragédia é essa que cai sobre todos nós?
Fernando Brant; Milton Nascimento. Promessas de Sol. In: Geraes. Rio de Janeiro: Emi-Odeon, 1976.
Com base na leitura dos textos 1A2-I e 1A2-II, julgue o item a seguir.
Os dois últimos versos da primeira estrofe de Promessas do Sol sugerem uma identificação, embora em perspectiva e tempo diversos, entre o eu-lírico da canção e o do poema Canção do Tamoio, ou seja, ambos são uma figuração do canto do indígena no Brasil.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto 1A2-I
Canção do Tamoio
(Natalícia)
I
Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.
(...)
IV
Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!
V
E pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.
(...)
VIII
Porém se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranquilo nos gestos,
Impávido, audaz.
(...)
X
As armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.
Antônio Gonçalves Dias. Canção do Tamoio.
Texto 1A2-II
Promessas do sol
Você me quer forte
E eu não sou forte mais
Sou o fim da raça, o velho que se foi
Chamo pela lua de prata pra me salvar
Rezo pelos deuses da mata pra me matar
Você me quer belo
E eu não sou belo mais
Me levaram tudo que um homem precisa ter
Me cortaram o corpo à faca sem terminar
Me deixaram vivo, sem sangue, apodrecer
Você me quer justo
E eu não sou justo mais
Promessas de sol já não queimam meu coração
Que tragédia é essa que cai sobre todos nós?
Que tragédia é essa que cai sobre todos nós?
Fernando Brant; Milton Nascimento. Promessas de Sol. In: Geraes. Rio de Janeiro: Emi-Odeon, 1976.
Com base na leitura dos textos 1A2-I e 1A2-II, julgue o item a seguir.
Da leitura comparativa dos textos Canção do Tamoio e Promessas do Sol entende-se que a representação do indígena na arte e sua condição social na realidade brasileira sofreram poucas alterações entre os séculos 19 e 20.
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