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Foram encontradas 4.896 questões.

3229312 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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Leia a estrofe a seguir e marque a alternativa correta.

Mas esta linda e pura semideia,
Que, como o acidente em seu sujeito,
Assim com a alma minha se conforma,
Está no pensamento como ideia;
E o vivo e puro amor de que sou feito,
Como a matéria simples busca a forma.

Quanto aos versos camonianos acima, é correto afirmar que

 

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3229311 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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Leia o fragmento a seguir e marque a alternativa correta.

Que auroras, que sol, que vida,
que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Quanto à estrofe transcrita, é correto afirmar que

 

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3229310 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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Leia o poema abaixo.

Encomenda

Desejo uma fotografia
como esta — o senhor vê? — como esta:
em que para sempre me ria
como um vestido de eterna festa.

Como tenho a testa sombria,
derrame luz na minha testa.
Deixe esta ruga, que me empresta
um certo ar de sabedoria.

Não meta fundos de floresta
nem de arbitrária fantasia...
Não... Neste espaço que ainda resta,
ponha uma cadeira vazia.

Fonte: Cecília Meireles (In: Vaga Música, 1942).

Quanto aos aspectos da linguagem poética presentes no poema “Encomenda”, de Cecília Meireles:

I - A composição do poema é feita em forma de soneto.

II - Na segunda estrofe, o eu poético lança mão da antítese na percepção que tem de si mesmo.

III - Na construção dos versos, optou-se pela composição em redondilhas maiores.

IV - Como recurso para conferir musicalidade aos versos, há o emprego de rima alternada e de rima interpolada.

V - Tendo em vista se tratar de um poema do Modernismo brasileiro, optou-se pela construção em versos brancos.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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3174646 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sobradinho-RS
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Em conformidade com BECHARA, sobre noções elementares de versificação, analisar a sentença abaixo:

O ritmo, comum ao verso e ao metro, não se manifesta de maneira uniforme; por isso produz efeitos diferentes conforme a disposição das cláusulas silábicas que constituem o período rítmico do verso (1ª parte). Pode-se mudar de ritmo sem alterar o metro ou o verso, como se pode mudar de metro ou verso sem alterar o ritmo (2ª parte).

A sentença está:

 

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3174645 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Sobradinho-RS
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Em conformidade com CANDIDO, analisar a sentença abaixo:

A obra não é produto fixo, unívoco ante qualquer público; nem este é passivo, homogêneo, registrando uniformemente o seu efeito (1ª parte). A literatura é um sistema vivo de obras, agindo umas sobre as outras e sobre os leitores, e só vive na medida em que estes a vivem, decifrando-a, aceitando-a, deformando-a (2ª parte).

A sentença está:

 

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3171907 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
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Os gêneros literários constituem um arranjo cujo objetivo é distinguir o texto literário segundo qualidades exclusivas e suas semelhanças com textos da mesma natureza, de forma a promover seu estudo e sua compreensão.

Os gêneros literários são, portanto, divididos em:

 

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3171904 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.

Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958

Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".

A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.

A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.

Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.

Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.

Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.

O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.

O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.

Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.

Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.

Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.

Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.

A versificação ou metrificação é um recurso estilístico empregado por vários poetas, cuja essência não se encontra, fundamentalmente, relacionada à ideia de poesia, mas de versificação.

Assinale a opção CORRETA quanto às definições apresentadas.

 

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3135245 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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[15 setembro]

Este ano parece que remoçou o aniversário da Independência. Também os aniversários envelhecem ou adoecem, até que se desvanecem ou perecem. O dia 7 por ora está muito criança.

Grito do Ipiranga? Isso era bom antes de um nobre amigo, que veio reclamar pela Gazeta de Notícias contra essa lenda de meio século.

Segundo o ilustrado paulista não houve nem grito nem Ipiranga.

Houve algumas palavras, entre elas a Independência ou Morte, — as quais todas foram proferidas em lugar diferente das margens do Ipiranga.

Pondera o meu amigo que não convém, a tão curta distância, desnaturar a verdade dos fatos.

Ninguém ignora a que estado reduziram a História Romana alguns autores alemães, cuja pena, semelhante a uma picareta, desbastou os inventos de dezoito séculos, não nos deixando mais que uma certa porção de sucessos exatos.

Certamente é belo que Lucrécia haja dado um exemplo de castidade às senhoras de todos os tempos; mas se os escavadores modernos me provarem que Lucrécia é uma ficção e Tarquínio uma hipótese, nem por isso deixa de haver castidade... e pretendentes.

O caso do Ipiranga data de ontem. Durante cinquenta e quatro anos temos vindo a repetir uma coisa que o dito meu amigo declara não ter existido.

Minha opinião é que a lenda é melhor do que a história autêntica. A lenda resumia todo o fato da independência nacional, ao passo que a versão exata o reduz a uma coisa vaga e anônima.

Tenha paciência o meu ilustrado amigo. Eu prefiro o grito do Ipiranga; é mais sumário, mais bonito e mais genérico.

Joaquim Maria Machado de Assis. História de quinze dias. Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item e faça o que se pede no item que é do tipo C.

No texto, as referências à história romana denotam que a obra de Machado de Assis tem como uma de suas características a

 

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3135244 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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[15 setembro]

Este ano parece que remoçou o aniversário da Independência. Também os aniversários envelhecem ou adoecem, até que se desvanecem ou perecem. O dia 7 por ora está muito criança.

Grito do Ipiranga? Isso era bom antes de um nobre amigo, que veio reclamar pela Gazeta de Notícias contra essa lenda de meio século.

Segundo o ilustrado paulista não houve nem grito nem Ipiranga.

Houve algumas palavras, entre elas a Independência ou Morte, — as quais todas foram proferidas em lugar diferente das margens do Ipiranga.

Pondera o meu amigo que não convém, a tão curta distância, desnaturar a verdade dos fatos.

Ninguém ignora a que estado reduziram a História Romana alguns autores alemães, cuja pena, semelhante a uma picareta, desbastou os inventos de dezoito séculos, não nos deixando mais que uma certa porção de sucessos exatos.

Certamente é belo que Lucrécia haja dado um exemplo de castidade às senhoras de todos os tempos; mas se os escavadores modernos me provarem que Lucrécia é uma ficção e Tarquínio uma hipótese, nem por isso deixa de haver castidade... e pretendentes.

O caso do Ipiranga data de ontem. Durante cinquenta e quatro anos temos vindo a repetir uma coisa que o dito meu amigo declara não ter existido.

Minha opinião é que a lenda é melhor do que a história autêntica. A lenda resumia todo o fato da independência nacional, ao passo que a versão exata o reduz a uma coisa vaga e anônima.

Tenha paciência o meu ilustrado amigo. Eu prefiro o grito do Ipiranga; é mais sumário, mais bonito e mais genérico.

Joaquim Maria Machado de Assis. História de quinze
dias.
Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item e faça o que se pede no item que é do tipo C.

O narrador estabelece uma contradição ao defender que o “grito do Ipiranga” é “mais sumário, mais bonito e mais genérico”, e, ao mesmo tempo, reconhecer que esse grito possa não ter ocorrido de fato.

 

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3135243 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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[15 setembro]

Este ano parece que remoçou o aniversário da Independência. Também os aniversários envelhecem ou adoecem, até que se desvanecem ou perecem. O dia 7 por ora está muito criança.

Grito do Ipiranga? Isso era bom antes de um nobre amigo, que veio reclamar pela Gazeta de Notícias contra essa lenda de meio século.

Segundo o ilustrado paulista não houve nem grito nem Ipiranga.

Houve algumas palavras, entre elas a Independência ou Morte, — as quais todas foram proferidas em lugar diferente das margens do Ipiranga.

Pondera o meu amigo que não convém, a tão curta distância, desnaturar a verdade dos fatos.

Ninguém ignora a que estado reduziram a História Romana alguns autores alemães, cuja pena, semelhante a uma picareta, desbastou os inventos de dezoito séculos, não nos deixando mais que uma certa porção de sucessos exatos.

Certamente é belo que Lucrécia haja dado um exemplo de castidade às senhoras de todos os tempos; mas se os escavadores modernos me provarem que Lucrécia é uma ficção e Tarquínio uma hipótese, nem por isso deixa de haver castidade... e pretendentes.

O caso do Ipiranga data de ontem. Durante cinquenta e quatro anos temos vindo a repetir uma coisa que o dito meu amigo declara não ter existido.

Minha opinião é que a lenda é melhor do que a história autêntica. A lenda resumia todo o fato da independência nacional, ao passo que a versão exata o reduz a uma coisa vaga e anônima.

Tenha paciência o meu ilustrado amigo. Eu prefiro o grito do Ipiranga; é mais sumário, mais bonito e mais genérico.

Joaquim Maria Machado de Assis. História de quinze
dias.
Internet: <www.dominiopublico.gov.br>.

A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item e faça o que se pede no item que é do tipo C.

Na segunda metade do século XIX, o interesse pelos mitos fundadores do Brasil apresentou-se na ficção romântica a partir de uma revisão crítica e desmistificadora de grandes eventos históricos, como revoluções, batalhas e gestos políticos.

 

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