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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Considerando que a Linguística é o estudo científico da linguagem humana, analise as afirmativas abaixo.
1. Científico opõe-se a prescritivo, nesse contexto.
2. A linguística, como ciência, priva-se da observação imparcial de determinado comportamento linguístico.
3. Há negação pelo linguista quanto ao valor dos usos literários das línguas e o valor dos estudos dos usos literários nas escolas, já que nas escolas o ensino deve ser orientado a aceitar e valorizar as variedades linguísticas em sala de aula.
4. A linguística se baseia na observação dos fatos e se abstém de propor escolha entre tais fatos.
5. A linguística não se afirma como ciência isolada, haja vista seu relacionamento com outras áreas do comportamento humano.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Europa, França e Bahia
[…]
Meus olhos brasileiros se enjoam da Europa.
Não há mais Turquia.
O impossível dos serralhos esfacela erotismos prestes a declanchar.
Mas a Rússia tem as cores da vida.
A Rússia é vermelha e branca.
Sujeitos com um brilho esquisito nos olhos criam o filme bolchevista
e no túmulo de Lenin em Moscou parece que um coração enorme
está batendo, batendo mas não bate igual ao da gente…
Chega!
Meus olhos brasileiros se fecham saudosos
Minha boca procura a ‘Canção do Exílio’.
Como era mesmo a ‘Canção do Exílio’?
Eu tão esquecido de minha terra…
Ai terra que tem palmeiras
Onde canta o sabiá!
Carlos Drummond de Andrade, 1930.
Sobre o poema de Carlos Drummond de Andrade, é correto afirmar:
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Quanto ao fato de registrar experiências em seu diário, só não se pode afirmar que a escrita de “O diário de Anne Frank”:
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Leia o trecho: “Sim, não há dúvida de que o papel é paciente, e como não tenho a menor intenção de mostrar a ninguém este caderno de capa dura que atende pelo pomposo nome de diário — a não ser que encontre um amigo ou amiga verdadeiros —, posso escrever à vontade.”
Anne Frank decide permitir que seus registros no diário sobre os acontecimentos da guerra fossem lidos quando os conflitos acabassem, contrariando a primeira decisão, registrada no trecho acima.
O que a fez mudar de ideia em relação ao conteúdo do seu diário foi:
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Leia o seguinte trecho de “O diário de Ane Frank”:
“Os judeus tinham de usar, bem à vista, uma estrela amarela...”
O preconceito contra o povo judeu é chamado de “antissemitismo”. Das proibições feitas ao povo judeu e registradas por Anne Frank no diário, no princípio só não houve restrição quanto a:
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Segundo os fatos registrados em “O Diário de Anne Frank”, só não se pode dizer que:
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Leia as afirmações feitas sobre o livro “O diário de Anne Frank”:
I - Os acontecimentos que Anne Frank registra no diário iniciam-se quando a família chega ao anexo a fim de esconder-se do governo nazista;
II - Anne Frank narra os desafios de convivência dentro do anexo que divide com sua família e com pessoas fora de sua família;
III - A grande repercussão do livro até os dias atuais deve-se, sobretudo, aos seus registros históricos.
Está(ão) correta(s):
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A escrita do livro “O diário de Anne Frank” apresenta as características do gênero:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
O poema abaixo vem impresso na orelha do livro Psia, de Arnaldo Antunes.

Na orelha do livro, Antunes apresenta ao leitor seu processo de criação poética. É correto dizer que o autor se propõe a
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
No livro A cabra vadia: novas confissões, Nelson Rodrigues inicia a crônica “Os dois namorados” com a seguinte afirmação:
“há coisas que um grã-fino só confessa num terreno baldio, à luz de archotes, e na presença apenas de uma cabra vadia.”
Na crônica “Terreno baldio” ele recorre ao mesmo animal para explicar a ideia que teve de criar “entrevistas imaginárias”:
“Não podia ser um gabinete, nem uma sala. Lembrei-me, então, do terreno baldio. Eu e o entrevistado e, no máximo, uma cabra vadia. Além do valor plástico da figura, a cabra não trai. Realmente, nunca se viu uma cabra sair por aí fazendo inconfidências.”
(Nelson Rodrigues, A cabra vadia: novas confissões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016, p. 52 e160.)
O caráter confessional associado à figura da cabra nas crônicas tem relação com
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