Menina de 2 anos e 6 meses apresenta a oitava
crise
febril,
sendo que todas demoram
aproximadamente 10 minutos e necessitam de uso
de benzodiazepínico em sala de emergência. Há 3
meses, começou a ter crises focais e
generalizadas. Foi iniciada carbamazepina e
surgiram mioclonias diárias e ausências atípicas.
Os pais referem que a criança está mais alheia ao
meio ambiente, não sustenta o olhar quando
conversam com ela, está mais mole e com um
pouco de tremor ao ficar sentada e manipular
objetos. O EEG apresenta lentificação difusa e
pontas-ondas
generalizadas,
além
de
poliespículas. RM de crânio sem alterações. Qual é
a hipótese diagnóstica e o fármaco antiepiléptico
de escolha para tratamento?
Menino de 4 anos apresenta dificuldade crescente
para: levantar-se, subir escadas e andar longas
distâncias. Ao exame, é detectada lordose lombar
aumentada,
hipertrofia
de
panturrilhas
e
encurtamento dos tendões de Aquiles e marcha
anserina. A manobra de Gowers é positiva;
fraqueza proximal evidente (cintura pélvica e
cintura escapular) e reflexos osteotendineos
presentes, normoativos e simétricos. Qual é a
hipótese diagnóstica?
Paciente de 40 anos, sexo feminino, foi encaminhada para estabelecimento de saúde do SUS para realização de procedimento com sedação (colonoscopia). Qual deve ser a conduta do local em relação ao acompanhamento dessa paciente?
A.P.T., 70 anos, sexo feminino, sem comorbidades, vem apresentando quadro de declínio cognitivo progressivo nos últimos 3 anos. Traz consigo uma ressonância de crânio mostrando escala de atrofia mesial temporal (MTA) de Scheltens igual a 3. Sobre esse caso, é correto afirmar que