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4063732 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Menino, 14 anos de idade, previamente hígido, vem apresentando obstrução nasal progressiva à direita nos últimos 10 meses, associada à epistaxe de grande volume e rinorreia constante ipsilateral. Nega outras queixas. Ao exame apresenta lesão avermelhada ocupando a fossa nasal direita, não pulsátil. Sem outras demais alterações ao exame físico. Foram realizados exames de imagem, com os achados apresentados a seguir:


Enunciado 4540965-1


Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada.
 

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4063731 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Homem, 51 anos de idade, apresenta obstrução nasal e rinorreia espessa unilateral à esquerda há cerca de 7 meses, sem resposta após múltiplos esquemas antibióticos. No mesmo período, evoluiu com perda ponderal não intencional (~6 kg), astenia e indisposição. Nega tosse ou dispneia. Nas últimas semanas, passou a referir dor nasal e percebeu deformidade progressiva do dorso nasal, com afundamento recente (“nariz em sela”). À endoscopia nasal, observa-se sinéquia entre concha média e parede lateral da fossa nasal esquerda, além de mucosa friável e tecido de granulação em meato médio. A biópsia nasal evidenciou processo inflamatório granulomatoso e sinais de vasculite. Tomografia de tórax normal. Além do achado histopatológico, qual alteração laboratorial reforça a principal hipótese diagnóstica?
 

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4063730 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Mulher, 52 anos de idade, apresentou dor dentária há 3 meses. Na ocasião, foi submetida à extração do segundo molar superior direito, com fechamento adequado e cicatrização completa do alvéolo dentário. Desde então, evoluiu com rinorreia purulenta unilateral à direita, cacosmia e sensação de pressão facial ipsilateral. Realizou tratamento com amoxicilina-clavulanato por 14 dias, sem melhora clínica. A endoscopia nasal à direita e a tomografia de seios da face sem contraste demonstraram as imagens apresentadas a seguir:


Enunciado 4540963-1


Com base nesse quadro, qual a melhor conduta a ser adotada?
 

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4063729 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Homem, 28 anos de idade, refere sonolência diurna leve, roncos intensos e apneias presenciadas pela parceira há cerca de 2 anos. Ao exame físico apresenta IMC de 25,4 kg/m2 , amígdalas grau 3 à direita e 4 à esquerda, Mallampati modificado grau 2 e língua com colapso parcial anteroposterior (grau 1). Cavidade nasal sem alterações. Realizou polissonografia tipo 1, mostrando tempo total de sono de 7,5 horas, eficiência de sono de 87%, índice de apneia e hipopneia de 18 eventos/h, com saturação mínima de 92%. Tentou realizar prova terapêutica com CPAP, sem sucesso. Diante deste quadro, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada para este paciente.
 

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4063728 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Menina, 9 anos de idade, apresenta febre há dois dias, com picos de até 38,2 °C ocorrendo duas a três vezes ao dia, associada à prostração. Nega coriza, tosse ou rouquidão. Ao exame físico, observa-se linfonodo submandibular direito aumentado, medindo cerca de 2 cm e doloroso à palpação. À oroscopia, observam-se os seguintes achados: 


Enunciado 4540961-1


Com base nessas informações, o agente etiológico mais provável nessa situação é:
 

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4063727 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Mulher, 42 anos de idade, professora de ensino fundamental, relata disfonia desde a infância, com piora gradual ao longo dos anos, especialmente em situações de uso vocal prolongado. Nega tabagismo ou história prévia de cirurgia laríngea. Durante avaliação perceptivo-auditiva da voz (escala GRBASI), foram observados seguintes parâmetros:

- Grau geral de rouquidão (G): 3
- Aspereza (R): 3
- Soprosidade (B): 1
- Astenia (A): 0
- Tensão (S): 1
- Instabilidade (I): 0

Considerando esse padrão vocal e a história clínica, qual diagnóstico é mais provável?
 

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4063726 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Mulher, 56 anos de idade, tabagista há 25 anos, refere rouquidão progressiva nos últimos 6 meses, associada à voz soprosa e fadiga vocal, além de dispneia aos esforços moderados. Nega disfagia ou perda ponderal. Nega história de trauma laríngeo. Ao exame, encontra-se eupneica em repouso. A avaliação vocal demonstra voz rouca, grave e soprosa. A videolaringoscopia em abdução mostra os achados apresentados na imagem a seguir:


Enunciado 4540959-1


Além de medidas antitabagismo, qual é a melhor conduta terapêutica?
 

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4063725 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Menina, 7 anos de idade, previamente hígida, apresenta roncos noturnos e respiração bucal há 2 anos, com episódios de pausas respiratórias durante o sono observadas pelos pais. No último ano, passou a apresentar queda do rendimento escolar e irritabilidade. Refere episódios de amigdalite cerca de duas vezes ao ano nos últimos três anos. A paciente utilizou budesonida tópica nasal por 6 meses (100 µg/dia), sem melhora dos sintomas respiratórios noturnos. Ao exame físico, observa-se hipotonia labial, olheiras e palato ogival. A oclusão dentária classe I, com amígdalas grau 3 de Brodsky bilateralmente. Otoscopia sem alterações. Nasofibroscopia mostrou o achado apresentado na imagem a seguir:


Enunciado 4540958-1


Diante desse quadro, qual a melhor conduta?
 

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4063724 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Homem, 45 anos de idade, previamente com audição normal, evoluiu nos últimos 5 anos com perda auditiva neurossensorial bilateral progressiva, atualmente em nível profundo. Mesmo com uso de aparelhos auditivos potentes e treinamento auditivo, mantém limiares tonais > 90 dB em ambas as orelhas e reconhecimento de fala < 30% na melhor condição amplificada. A tomografia e a ressonância magnética mostram cócleas formadas, sem ossificação, e nervos cocleares preservados bilateralmente. Assinale a alternativa que apresenta a melhor indicação terapêutica para este paciente.
 

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4063723 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Homem, 53 anos de idade, refere dor em hemiface esquerda associada à fraqueza facial progressiva há 4 meses, atualmente sem movimentação de nenhuma região da face à esquerda. Nega hipoacusia, intolerância a ruídos ou alterações gustatórias. Ao exame físico apresenta paralisia facial periférica grau VI (House-Brackmann) à esquerda. Otoscopia sem alterações. Exames complementares mostram audiometria com limiares dentro da normalidade, imitanciometria com curva tipo A bilateral, reflexos estapedianos presentes bilateralmente. Com base nos dados clínicos, qual topografia do nervo facial é mais provável de se encontrar lesão?
 

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