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Na etiologia da dengue, o vírus pertence à família Flaviviridae com quatro sorotipos circulantes no Brasil. O conceito epidemiológico que explica por que indivíduos que já tiveram dengue por um sorotipo apresentam risco aumentado de desenvolver dengue grave em infecção subsequente por sorotipo diferente denomina-se:
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer
A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde
pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras
condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o
na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso
ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.
No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à
responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de
substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” –
ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao
longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o
profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.
Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os
profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram
que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de
normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA
contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando
a alocação de recursos humanos no setor de saúde.
Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e
permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em
programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias
em larga escala.
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC.
Ribeirão Preto.Disponível em:
( ) A IA pode agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga repetitiva dos radiologistas, contribuindo para um ambiente de trabalho mais sustentável.
( ) A autonomia total da IA no diagnóstico é vista como uma solução ideal pelos profissionais de saúde, pois elimina a necessidade do julgamento clínico humano.
( ) O uso da IA pode melhorar a precisão na detecção de anomalias em imagens médicas, auxiliando na identificação precoce de doenças como o câncer de mama.
( ) Um dos riscos apontados é a possível “desqualificação profissional”, com perda de habilidades críticas devido à dependência excessiva da automação.
( ) A IA substitui integralmente os exames clínicos presenciais, reduzindo a necessidade de interação entre médico e paciente.
Assinale a sequência correta.
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O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer
A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde
pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras
condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o
na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso
ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.
No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à
responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de
substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” –
ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao
longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o
profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.
Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os
profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram
que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de
normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA
contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando
a alocação de recursos humanos no setor de saúde.
Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e
permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em
programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias
em larga escala.
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC.
Ribeirão Preto.Disponível em:
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Assinale a opção correta a respeito da doença pulmonar
obstrutiva crônica, de acordo com a GOLD 2025 (Global
Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease 2025).
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Paciente do sexo masculino, com 50 anos de idade,
aposentado do serviço de mineração, encontra-se em
acompanhamento médico há cerca de 10 anos por silicose
pulmonar. Recebeu diagnóstico de hipertensão arterial e
dislipidemia, e nega a prática de tabagismo. Relata tosse
produtiva iniciada há três meses, associada a hemoptoicos, febre
vespertina e astenia.
Nesse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
Nesse caso clínico, a principal hipótese diagnóstica é
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Paciente do sexo feminino, com 30 anos de idade, faz
acompanhamento médico em um posto de saúde devido a um
quadro de asma. Na última consulta, relatou ter apresentado, no
último mês, despertar noturno por descontrole da doença.
Relatou, ainda, ter sintomas diurnos mais de duas vezes por
semana e fazer uso de salbutamol mais de duas vezes por
semana. Referiu que, atualmente, faz uso regular de
formoterol + budesonida 6/200 mcg, uma cápsula duas vezes
ao dia, com técnica inalatória adequada.
Com base no quadro clínico apresentado, assinale a opção correta.
Com base no quadro clínico apresentado, assinale a opção correta.
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De acordo com o disposto na Resolução CFM n.º 2.430/2025,
para o estabelecimento do nexo causal, entendido como a relação
de causa e efeito demonstrada tecnicamente entre um evento,
exposição ou condição antecedente (denominado “causa”) e um
dano à saúde subsequente (denominado “efeito”), caracterizado
por doença, lesão, disfunção, incapacidade ou óbito, o médico
perito deve considerar
I a anamnese pericial detalhada, incluindo a ocupacional.
II as informações disponíveis sobre os locais analisados em diligências, quando aplicável.
III as evidências científicas e epidemiológicas.
Assinale a opção correta.
I a anamnese pericial detalhada, incluindo a ocupacional.
II as informações disponíveis sobre os locais analisados em diligências, quando aplicável.
III as evidências científicas e epidemiológicas.
Assinale a opção correta.
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Assinale a opção correta no que se refere ao laudo médico.
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Assinale a opção correta em relação à conduta médico-pericial.
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De acordo com a Resolução CFM n.º 2.323/2022, é facultado ao
médico que presta assistência ao trabalhador
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