Nas décadas de 1920-30 coloca-se em prática a ideia da
construção de um Estado onde as elites papel tem
destaque no encaminhamento da questão política e
cultural. São temas fundamentais:
1. A criação da nacionalidade;
2. O estudo científico da realidade brasileira.
Neste contexto são criadas as seguintes instituições:
A Imperatriz Catarina II (1729 - 1796) passou a permitir
visitas públicas às suas coleções, desde que as pessoas se
encontrassem vestidas com os trajes de cerimonial da
corte.
Tal informação se refere a uma das principais experiências
museológicas do século XVIII, ocorrida no:
De acordo com o caderno de lançamento da Política
Nacional de Museus, publicado em março de 2003, são
eixos programáticos da mesma:
I – Gestão e configuração do campo museológico;
II – Democratização e acesso aos bens culturais;
III – Formação e capacitação de recursos humanos;
IV – Informatização de museus;
V – Modernização de infraestruturas museológicas;
VI – Financiamento e fomento para museus;
VII – Aquisição e gerenciamento de acervos culturais.
Alguns dos principais estudos pertinentes com o modelo
de Plano Museológico adotado no Brasil por força da lei
11.904/09, são os seguintes trabalhos, EXCETO:
De acordo com o Código de Ética Profissional do
Museólogo – COFEM/1992, não são permitidos ao
museólogo, dentre outros, os seguintes atos:
I - Praticar, direta ou indiretamente, atos capazes de
comprometer a dignidade, o renome da profissão e
a observância da regulamentação profissional;
II - Aceitar serviços incompatíveis com os princípios
técnico-científicos da museologia, identificados e
reconhecidos pelo Conselho Internacional de
Museus – ICOM/UNESCO;
III - Valer-se de sua influência política em benefício
próprio, quando comprometer o direito de colega
ou da classe em geral;
IV - Ser conivente com erro, não comunicar aos órgãos
de fiscalização profissional as infrações legais e
éticas que forem de seu conhecimento, e induzir
outros a executar atos que possam repercutir
desfavoravelmente no conceito do exercício
profissional;
V - Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais,
ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a
qualquer tipo de preconceito, quando do exercício
de suas funções profissionais.
A lei que veda a saída de bens culturais produzidos no
Brasil até o fim do período monárquico e o órgão
responsável por esta fiscalização são, respectivamente:
Assim como nos demais espaços de comunicação, as exposições museológicas têm inserido ao rol de recursos expográficos aqueles relacionados às novas tecnologias (recriações e ambientações virtuais, realidades aumentadas, projeções de mappings 3D, aplicativos para audioguias, entre outros). Esses recursos
Tomislav Sola (2002), expoente e referência da Museologia internacional, declarou acreditar que “a museologia não existe”. Segundo o autor, “para que a museologia chegue a transformar-se em uma ciência terá que enfrentar a dura realidade, e assumir que suas concepções e procedimentos acadêmicos estão cada vez mais obsoletos” (Sola, 2002, p. 297). A partir dessa crítica, conclui-se que