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Foram encontradas 3.554 questões.

1377458 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

Poderão fazer parte do Sistema Brasileiro de Museus, mediante a formalização de instrumento hábil a ser firmado com o órgão competente, as seguintes instituições:

 

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1377260 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

Segundo Chauí ; (2003), além da Natureza, tomada como patrimônio ambiental nacional, outros dois aspectos que caracterizam o desprovimento da oposição Natureza e Cultura no mundo contemporâneo são:

 

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1376820 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

Os museus deverão promover estudos de público, diagnóstico de participação e avaliações periódicas, objetivando a progressiva melhoria da qualidade de seu funcionamento e atendimento às necessidades dos visitantes. Essas ações estão vinculadas ao serviço de:

 

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1373993 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

Do ponto de vista da Teoria e da Metodologia da Museologia, o processo de uma exposição estende-se a todas as etapas de produção – antes, durante e depois da criação da exposição. Esse processo se inicia muitos meses, às vezes, alguns anos, antes da realização da exposição, com uma fase denominada prémontagem, que apresenta as seguintes etapas:

 

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1373726 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

Existem medidas e ações que têm como objetivo evitar ou minimizar futuras deteriorações ou perdas. Elas são realizadas no contexto ou na área circundante ao bem, ou, mais frequentemente, em um grupo de bens, seja qual for sua época ou condições. Essas medidas e ações indiretas não interferem nos materiais e nas estruturas dos bens e não modificam sua aparência. Tal definição corresponde ao seguinte termo:

 

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1373515 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

Segundo Cassares e Petrella (2001) e Souza (2008), o Princípio da Reciprocidade, ou seja, a consideração do tempo de exposição dos objetos à radiação-luz e a intensidade da iluminação, é mais relevante que a aplicação indiscriminada de tabelas de nível de intensidade de luz. No entanto, tais tabelas nos orientam a estabelecer o Princípio da Reciprocidade por apresentar o nível máximo de iluminância indicado para tipologias de materiais. O nível máximo de iluminância recomendado para materiais sensíveis, como aquarelas, têxteis, tapeçarias e exsicatas, é de:

 

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1372398 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

O estudo da Museologia como ciência, campo do conhecimento ou disciplina científica, a partir dos paradigmas da modernidade, partindo do conceito de ciência enquanto conhecimento racional, sistemático, exato, verificável, metódico e claro, exige:

 

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1371839 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: UERJ-SGP
Orgão: UERJ

O Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), criado em 2009, vinculado ao Ministério da Cultura, possui em sua estrutura diversos museus. São de sua responsabilidade direta as seguintes instituições:

 

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423414 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: FUNRIO
Orgão: UFRB
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Em 1984, o Terreiro Casa Branca, localizado na cidade de Salvador, seria o primeiro terreiro de candomblé a receber oficialmente o reconhecimento como um elemento crucial na preservação da identidade religiosa de determinados segmentos sociais ligados à matriz cultural africana no Brasil. Neste momento, ainda que alguns antropólogos defendessem enfaticamente o seu tombamento por representar um exemplo da “pureza" da tradição Nagô, alguns arquitetos não viam razões estéticas que justificassem o tombamento do prédio como monumento nacional. Tratou-se de um processo complexo de negociações até que o terreiro fosse efetivamente tombado pelo SPHAN. Como relata o antropólogo José Reginaldo Gonçalves:

“Depois de uma tensa reunião do Conselho Consultivo do SPHAN, em Salvador, na tarde de 30 de maio de 1984, o Terreiro Casa Branca foi oficialmente tombado como monumento nacional. Nada similar havia ocorrido até então na história do patrimônio cultural no Brasil, e o caso tornou-se o foco de um intenso debate entre defensores e adversários daquela decisão .Estes últimos questionavam como seria possível o “tombamento" de um espaço que abrigava algo vivo e em permanente mudança, um culto religioso popular com seus diversos rituais. O tombamento de um prédio, uma ruína, ou um objeto pressupõe sua permanência e imutabilidade. Mas como, perguntavam, poderia um terreiro de candomblé ser mantido de forma inalterada?"

(GONÇALVES, José Reginaldo Santos. A retórica da perda. Os discursos do patrimônio cultural no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ; Ministério da Cultura / IPHAN, 2002. p.76-77.)


Sobre o debate descrito por Golçalves no trecho acima citado, podemos afirmar que ele refletia

 

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423413 Ano: 2015
Disciplina: Museologia
Banca: FUNRIO
Orgão: UFRB
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O termo “museologia” foi introduzido no Brasil com o Curso de Museus, criado em 1932 no Museu Histórico Nacional(MHN), na cidade do Rio de Janeiro. Nos anos que se seguiram, diversas foram as acepções conferidas a esse vocábulo e apresentaram-se diferentes correlatos: técnica de museus, museografia, etc. Hoje, o termo Museologia já apresenta uma definição própria no contexto brasileiro que é amplamente aceita no território nacional. Podemos entender a Museologia no Brasil como
 

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