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A seleção de repertórios para grupos de percussão pode
variar amplamente, abrangendo diferentes períodos
históricos, estilos musicais e demandas interpretativas.
Considerando os aspectos históricos, estilísticos e
interpretativos envolvidos na escolha de peças para
esses ensembles, qual das seguintes obras é
considerada um marco no repertório para grupo de
percussão, refletindo uma significativa evolução técnica e
estilística na literatura percussiva?
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Avalie as seguintes afirmações sobre a percussão na
música de câmara, considerando repertórios, aspectos
estéticos e estilísticos.
I − A música de câmara para percussão começou a ganhar destaque no século XX, marcando um novo território para a exploração de timbres e texturas sonoras.
II − Tradicionalmente, a percussão é excluída dos conjuntos de música de câmara devido à sua dominante presença sonora que pode sobrecarregar outros instrumentos.
III − Composições para música de câmara com percussão frequentemente requerem que os músicos dominem uma gama variada de instrumentos, refletindo a versatilidade necessária neste gênero.
IV − O repertório de percussão para música de câmara está limitado a instrumentos acústicos, excluindo a integração de elementos eletrônicos ou digitais.
V − A música de câmara para percussão tem explorado e incorporado estilos e tradições musicais de várias culturas, ampliando seu espectro estético e estilístico.
Estão corretas as afirmativas:
I − A música de câmara para percussão começou a ganhar destaque no século XX, marcando um novo território para a exploração de timbres e texturas sonoras.
II − Tradicionalmente, a percussão é excluída dos conjuntos de música de câmara devido à sua dominante presença sonora que pode sobrecarregar outros instrumentos.
III − Composições para música de câmara com percussão frequentemente requerem que os músicos dominem uma gama variada de instrumentos, refletindo a versatilidade necessária neste gênero.
IV − O repertório de percussão para música de câmara está limitado a instrumentos acústicos, excluindo a integração de elementos eletrônicos ou digitais.
V − A música de câmara para percussão tem explorado e incorporado estilos e tradições musicais de várias culturas, ampliando seu espectro estético e estilístico.
Estão corretas as afirmativas:
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Avalie as seguintes afirmações relacionadas à audição
ativa e sua importância na exploração, compreensão e
análise musical, identificando-as como verdadeiras (V)
ou falsas (F).
(__)A audição ativa requer que o ouvinte se concentre exclusivamente na melodia principal, desconsiderando outros elementos musicais como harmonia, ritmo e textura.
(__)Durante a audição ativa, a capacidade de identificar e compreender a estrutura formal de uma obra musical (como sonata-allegro, rondó, etc.) não contribui para a análise musical profunda.
(__)A audição ativa envolve não apenas a percepção sonora imediata, mas também a capacidade de recordar temas musicais anteriores e sua relação com o que está sendo ouvido no momento.
(__)Reconhecer o timbre específico dos instrumentos e a maneira como eles contribuem para a textura geral da peça é um aspecto crucial da audição ativa.
(__)A audição ativa é uma habilidade inata e não pode ser desenvolvida ou aprimorada por meio de práticas, ou estratégias educacionais específicas.
A sequência correta é:
(__)A audição ativa requer que o ouvinte se concentre exclusivamente na melodia principal, desconsiderando outros elementos musicais como harmonia, ritmo e textura.
(__)Durante a audição ativa, a capacidade de identificar e compreender a estrutura formal de uma obra musical (como sonata-allegro, rondó, etc.) não contribui para a análise musical profunda.
(__)A audição ativa envolve não apenas a percepção sonora imediata, mas também a capacidade de recordar temas musicais anteriores e sua relação com o que está sendo ouvido no momento.
(__)Reconhecer o timbre específico dos instrumentos e a maneira como eles contribuem para a textura geral da peça é um aspecto crucial da audição ativa.
(__)A audição ativa é uma habilidade inata e não pode ser desenvolvida ou aprimorada por meio de práticas, ou estratégias educacionais específicas.
A sequência correta é:
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Qual instrumento musical, inventado na transição dos
séculos XVII e XVIII, foi fundamental para o
desenvolvimento da música clássica e romântica,
expandindo a capacidade de expressão musical e
possibilitando a composição de obras mais complexas e
virtuosísticas?
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O silêncio é a ausência do som, o qual possui quatro
propriedades básicas. Marque a alternativa que apresenta as
propriedades do som.
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O maestro brasileiro Heitor Villa Lobos utilizou
_____________________ na educação musical, um sistema
gestual que indica a função melódica intervalar entre as notas.
Como se chama tal sistema?
Como se chama tal sistema?
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O MIS - Em direção a um futuro mais justo
O Museu da Imagem e do Som Chico Albuquerque
ressurge ampliado e equipado para sua missão. Tem a tarefa de
informar e educar disponibilizando mensagens artísticas e
sociais para o seu público, construindo processos mais
democráticos e colocando um ponto de interrogação nas
estruturas conservadoras. Isso sem deixar o passado de lado,
pois, à medida que as ordens sociais, econômicas e tecnológicas
mudam, somos movidos a manter os elementos do antigo para
nos ajudar a entender o novo e nosso lugar nele. A proposta é
de um pensar com imagens e sons e, com isso, resistir – e essa
resistência como um problema efetivamente imagético/sonoro.
Não uma modalidade de resistir pela transmissão de mensagens
ou de conscientização quanto a maneiras de estar no mundo.
Aqui não se trata de uma relação criada fora da imagem e do
som, mas uma preensão do objeto estético nos corpos, nos
gestos, nas posturas, como um processo produtor de
pensamento, como modalidade de pensar com imagens sonoras
que promovem, no corpo a corpo com o mundo, interferências
e transformações.
Um espaço que coloca o Ceará no centro do diálogo
entre memória e contemporaneidade, investigação artística e
tecnologia. O Museu da Imagem e do Som Chico Albuquerque é
um ambiente cultural efervescente, que busca ampliar o acesso
aos bens culturais em sua pluralidade, em consonância com as
linguagens experimentais da arte contemporânea e as
possibilidades trazidas pelas novas tecnologias digitais.
O MIS Ceará é lugar de experimentação, educação,
reflexão, preservação, pesquisa e entretenimento. Um museu
polifônico, com foco na diversidade e na inclusão, onde se busca
pensar por meio das imagens e dos sons, estabelecendo
conexões e promovendo experiências compartilhadas.
Contando com equipamentos de última geração para atuar na
conservação, digitalização, restauro digital e exposição de
acervos imagéticos, sonoros e audiovisuais, o MIS Ceará é hoje
um dos museus mais avançados da América do Sul.
Fonte: https://mis-ce.org.br/o-mis
Data de acesso: 21 de abril de 2024.
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Qual é a explicação abrangente e detalhada do
conceito de "violão erudito", abarcando sua
origem, características distintivas,
desenvolvimento histórico e sua posição dentro
do panorama musical erudito?
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“ (...) O primeiro instrumento musical de cordas que se tem notícias, que chegou ao Brasil, foi a viola de dez cordas – ou cinco cordas duplas – trazida pelos jesuítas portugueses, que aqui chegaram para catequisar os índios e a usavam durante a catequese.
A primeira notícia que se tem sobre este instrumento no Brasil, ocorre no século XVII em São Paulo.
A confusão entre a viola e o violão começa em meados do século XIX, quando a viola é usada com uma afinação própria do violão, isto é, lá, ré, sol, si, mi.
Atualmente, a viola passou-se a ser denominada de viola caipira, por ser um instrumento típico do interior do país, e a nomenclatura violão, ao instrumento que era característico de uso urbano, e ter sua forma atual estabelecida no final do século XIX.
Com isso, o violão passou a tornar-se o instrumento favorito para o acompanhamento vocal, como no caso das modinhas, na música instrumental, acompanhando a flauta e o cavaquinho, e com isso formando a base de um conjunto de choro ou chorinho.
O violão, por ser um instrumento muito usado na música popular brasileira, e pelo povo em geral, passou a ter uma má fama, sendo considerado por muitos como um instrumento de boêmios, presente entre seresteiros, chorões, tornando-se um símbolo de vagabundagem e, carregando consigo este estigma por muitos anos.
Em virtude desta discriminação sofrida pelo violão no Brasil e sua associação, os primeiros que tentaram desmistificar esse ranço pejorativo e discriminatório do violão, divulgando-o como um instrumento sério foram considerados verdadeiros heróis.
Um dos precursores do violão moderno no Brasil foi o fundador da revista “O Violão”, publicando-a em 1928, foi Joaquim Santos (1873-1935) ou Quincas Laranjeira, considerado o “Pai do violão moderno” que nos últimos anos de sua vida dedicou-se a ensinar a tocar o violão pelo método de Tárrega.
A origem do violão no Brasil, sua história,
desenvolveu-se, basicamente, em dois grandes
eixos da expressão da arte no Brasil: Rio de
Janeiro e São Paulo. Foi nessas cidades que
surgiram a maioria dos grandes violonistas
brasileiros. (...)” (Violão Samba e Choro. Origem
do Violão no Brasil – Uma breve história, 2016)
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“ (...) O primeiro instrumento musical de cordas que se tem notícias, que chegou ao Brasil, foi a viola de dez cordas – ou cinco cordas duplas – trazida pelos jesuítas portugueses, que aqui chegaram para catequisar os índios e a usavam durante a catequese.
A primeira notícia que se tem sobre este instrumento no Brasil, ocorre no século XVII em São Paulo.
A confusão entre a viola e o violão começa em meados do século XIX, quando a viola é usada com uma afinação própria do violão, isto é, lá, ré, sol, si, mi.
Atualmente, a viola passou-se a ser denominada de viola caipira, por ser um instrumento típico do interior do país, e a nomenclatura violão, ao instrumento que era característico de uso urbano, e ter sua forma atual estabelecida no final do século XIX.
Com isso, o violão passou a tornar-se o instrumento favorito para o acompanhamento vocal, como no caso das modinhas, na música instrumental, acompanhando a flauta e o cavaquinho, e com isso formando a base de um conjunto de choro ou chorinho.
O violão, por ser um instrumento muito usado na música popular brasileira, e pelo povo em geral, passou a ter uma má fama, sendo considerado por muitos como um instrumento de boêmios, presente entre seresteiros, chorões, tornando-se um símbolo de vagabundagem e, carregando consigo este estigma por muitos anos.
Em virtude desta discriminação sofrida pelo violão no Brasil e sua associação, os primeiros que tentaram desmistificar esse ranço pejorativo e discriminatório do violão, divulgando-o como um instrumento sério foram considerados verdadeiros heróis.
Um dos precursores do violão moderno no Brasil foi o fundador da revista “O Violão”, publicando-a em 1928, foi Joaquim Santos (1873-1935) ou Quincas Laranjeira, considerado o “Pai do violão moderno” que nos últimos anos de sua vida dedicou-se a ensinar a tocar o violão pelo método de Tárrega.
A origem do violão no Brasil, sua história,
desenvolveu-se, basicamente, em dois grandes
eixos da expressão da arte no Brasil: Rio de
Janeiro e São Paulo. Foi nessas cidades que
surgiram a maioria dos grandes violonistas
brasileiros. (...)” (Violão Samba e Choro. Origem
do Violão no Brasil – Uma breve história, 2016)
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