Pacientes cirúrgicos, no pré-operatório, por vezes necessitam de
nutrição parenteral para preparo nutricional, principalmente
quando se trata de desnutridos graves.
Têm indicação de início de nutrição parenteral (exclusiva ou não)
no pré-operatório os pacientes:
Pacientes desnutridos graves com estenose pilórica devem ser
alimentados por meio de nutrição parenteral (NPT). Porém, há
um risco alto de complicações metabólicas.
Em relação às medidas que visam a minimizar as complicações
relacionadas à nutrição parenteral, é correto afirmar que:
Paciente internado com quadro de semioclusão intestinal por
estenose de íleo distal por doença de Crohn apresenta distensão
abdominal e se alimenta com dieta líquida, não tolerando
alimentos sólidos. Perdeu 18% do seu peso corporal nos últimos
6 meses. Apresenta anemia ao hemograma e sua albumina sérica
é de 3,2 g/dl. Será submetido a cirurgia com possível ressecção
de segmento de intestino delgado.
O melhor plano terapêutico no pré-operatório para esse paciente é:
Pacientes submetidos a cirurgia de bypass gástrico com Y de Roux
apresentam deficiências precoces e tardias de macro e
micronutrientes.
A afirmativa que explica corretamente as deficiências pós-cirurgias de bypass gástrico com Y de Roux é:
Pacientes desnutridos graves com perda de peso acentuada são a
prática diária na cirurgia. O cálculo de energia para esses
pacientes pode ser feito de várias formas, mas atualmente a
utilização da regra de bolso (ESPEN) facilita e torna prática a
quantificação da meta calórica. Já a meta proteica também é bem
estimada nesses pacientes pelas diretrizes de terapia nutricional.
Considere um paciente com 50 quilos, estável, que será operado
de uma colectomia direita e apresenta desnutrição grave, mas se
alimenta de dieta oral sólida.
Utilizando a regra de bolso, as metas calóricas e proteicas que
devem ser prescritas para ele são, respecivamente:
Um paciente de 70 anos com história de demência é admitido no
CTI com história de broncoaspiração complicada com uma
síndrome de disfunção respiratória aguda. Hoje se encontra no
quarto dia de ventilação mecânica. Está sendo nutrido por
nutrição enteral. O médico é informado de que o paciente
apresentou vários episódios de diarreia.
Tendo em vista esse quadro clínico, o próximo passo no
tratamento desse paciente será:
Após 8 horas de tratamento no paciente descrito na questão
anterior, o nível sérico de sódio chega a 118mEq/L. Ele se
encontra euvolêmico e mais responsivo.
O passo seguinte no tratamento desse paciente deverá ser:
Um paciente de 50 anos, pesando 70 kg, foi levado para a
Emergência após alguns dias de libação alcoólica. Apresentava-se
com uma taquicardia sinusal e níveis normais de pressão arterial.
Encontrava-se letárgico, com fala incoerente. Ao chegar à
Emergência, apresentou um episódio de convulsão tônico-clônica
generalizada, que foi abordado com uso de benzodiazepínico IV.
Exames laboratoriais:
• Sódio: 110 mEq/L
• Potássio: 1.8 mEq/L
• Osmolaridade sérica: 230 mOsm/kg
• Osmolaridade urinária: 312 mOsm/kg
• Nível de etanol sérico: 250 mg/dL
• Glicose: 92 mg/dL
• Creatinina: 0,4 mg/dL
A conduta terapêutica mais correta nesse momento é:
Paciente jovem, do sexo feminino, procura a unidade de
gastroenterologia com quadro de dor na fossa ilíaca esquerda
(FID), emagrecimento e alternância do ritmo intestinal.
Colonoscopia revela a presença de ileíte erosiva com diagnóstico
histológico e radiológico de doença de Crohn.
Nesse caso de ileíte, pode haver dificuldade de reabsorção de: