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4010943 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC
A abordagem das culturas africanas e afro-brasileiras no contexto escolar exige uma ruptura epistemológica com práticas meramente comemorativas ou folclorizantes. Considerando esse pressuposto, assinale a alternativa que expressa uma compreensão teórico-pedagógica compatível com a proposta educacional em voga.
 

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4010922 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Analise as seguintes afirmações sobre a "pedagogia da resiliência" mencionada no texto:
I. Ela é uma responsabilidade exclusiva dos professores de áreas ligadas às Ciências da Natureza.
II. Envolve a formação de uma consciência sobre a interdependência entre seres humanos e o meio ambiente.
III. Transcende o conteúdo programático, alcançando a gestão do cuidado e o suporte emocional.
Está(ão) correta(s) apenas:
 

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4010920 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Considere o seguinte trecho: "A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades."
A partir da leitura do texto, infere-se que a prática antirracista mencionada pelo autor:
 

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4010919 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Barra Bonita-SC

Texto para a questão.

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Ao discutir a restrição do uso de celulares nas escolas, o texto sugere que a eficácia dessa medida está condicionada a:
 

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4010916 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP
No âmbito da organização do trabalho escolar, o documento que não se resume a uma exigência burocrática, mas constitui a própria identidade da instituição, sendo construído coletivamente para definir as opções políticas e as práticas pedagógicas que guiarão a escola a médio e longo prazo, é tecnicamente denominado:
 

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4010915 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP
Na teoria histórico-cultural de Vygotsky, o conceito fundamental que define a distância entre o nível de desenvolvimento real (capacidade de resolução independente de problemas) e o nível de desenvolvimento potencial (capacidade de resolução sob orientação ou colaboração) é classificado como:
 

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4010914 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP
Segundo a classificação de José Carlos Libâneo, a tendência pedagógica que defende a difusão dos conteúdos universais, considerados indissociáveis da realidade social, visando preparar o aluno para uma participação ativa e crítica na democratização da sociedade, é a:
 

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4010913 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP
Na abordagem Humanista, influenciada por Carl Rogers, o eixo do processo ensino-aprendizagem desloca-se do intelecto para o sentimento e do conteúdo para a pessoa. Nessa perspectiva, a função primordial do professor deixa de ser a de transmissor para atuar como:
 

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4010912 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP
No campo das teorias do currículo, existe uma vertente que questiona o "status quo" e analisa a escola como local de reprodução de desigualdades. Os conceitos de "ideologia", "poder", "classe social" e "emancipação" são categorias centrais de análise pertencentes às teorias:
 

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4010911 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Gama
Orgão: Pref. Estância Socorro-SP

A linguagem é o principal instrumento de mediação e o grande organizador do pensamento. Vygotsky descreveu seu desenvolvimento em estágios: _____(fala comunicativa), depois _____ (fala que dirige a própria ação) e, por fim, _____ (pensamento verbal). O diálogo com os outros e consigo mesmo é o motor do desenvolvimento cognitivo. Em sala de aula, a conversa, a argumentação e a escrita são ferramentas fundamentais para a aprendizagem.

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, as lacunas:

 

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