Foram encontradas 349.306 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Em relação à função sintática, o termo destacado desempenha o papel de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase:
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Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que:
Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha apenas encontro vocálico oral.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
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Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
Vanderbilt constatou que aprender com os próprios erros — "por meio da prática deliberada" — é fundamental.
Sintaticamente, nesta frase, o termo destacado exerce a função de:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
De acordo com o texto-base, o emprego do termo "tropeços" nessa frase estabelece um sentido de:
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Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
Morfologicamente, os termos destacados são, respectivamente,
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Como aprender qualquer coisa do zero
Tom Vanderbilt despertou para a importância do
aprendizado ao perceber a contradição entre incentivar a
filha a explorar novas habilidades e, ao mesmo tempo,
não se envolver em nenhum processo semelhante.
Decidiu, então, dedicar um ano a aprender diversas
competências — xadrez, canto, desenho, malabarismo e
surfe — não para se tornar especialista, mas para
redescobrir o prazer genuíno de aprender. Em seu livro
denominado Principiantes, ele narra essa experiência
unindo relatos pessoais a pesquisas científicas sobre
aquisição de habilidades e sobre os benefícios da
chamada mentalidade de principiante, especialmente
relevante na vida adulta.
Embora crianças captem padrões e relações com mais
facilidade, adultos ainda preservam um grau significativo
de neuroplasticidade, permitindo que o cérebro se
reorganize diante de novos desafios.
Vanderbilt
constatou que aprender com os próprios erros — por
meio da prática deliberada — é fundamental, assim
como variar os treinos para tornar o aprendizado mais
flexível e adaptável. Ele também descobriu que a
expectativa de ensinar alguém aumenta foco,
curiosidade e retenção de informações. Ao observar
tanto especialistas quanto outros iniciantes, ampliou sua
compreensão das habilidades em estudo. Cantar,
inicialmente sua maior barreira emocional, acabou se
transformando na atividade mais recompensadora.
Vanderbilt recomenda iniciar algo que se encaixe
facilmente no cotidiano, lembrando que o progresso
pode ser surpreendentemente rápido quando há
constância. Estudos mostram que adultos mais velhos
que se dedicam a múltiplas habilidades apresentam
avanços expressivos em testes cognitivos,
aproximando-se do desempenho de pessoas décadas
mais jovens. Além disso, cultivar interesses variados
tende a estimular a criatividade, como indicam pesquisas
sobre ganhadores do Prêmio Nobel, frequentemente
envolvidos com atividades artísticas. Para Vanderbilt, a
frustração e os tropeços fazem parte do processo, e a
humildade intelectual — reconhecer limitações e aceitar
novas perspectivas — é essencial em um mundo que
exige adaptação constante.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl64y4xglgo.adaptado.
O vocábulo destacado é constituído pelo processo culto de formação de palavras denominado:
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