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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que primeiro registro de sauá albino na Mata
Atlântica representa para o meio ambiente
Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram
pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do
Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de
Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones
equipados com câmeras termal e colorida durante um
levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao
revelar um indivíduo completamente branco, algo tão
improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro.
Casos de albinismo em primatas neotropicais são
extremamente raros, e não havia registros anteriores
para a família do sauá.
O registro ocorreu em área de floresta densa do parque,
criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil
hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco
primatas, três ameaçados de extinção. O projeto
Primatas Perdidos monitora essas populações. A
tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas
inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O
sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de
coloração normal, algo incomum, já que animais albinos
muitas vezes sofrem rejeição.
O aparecimento do animal é simbólico e preocupante.
Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento
populacional e da degradação ambiental no entorno do
parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas
por expansão urbana, monocultura e atividades
agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo
genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações
como o albinismo. Fatores externos, como poluição
atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também
afetam a expressão genética. Estudos mostram que
gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a
pigmentação.
O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica,
encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de
Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos,
vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido
pela cauda avermelhada contrastando com o corpo
acinzentado. Suas vocalizações em dueto são
marcantes. Como frugívoros, contribuem para a
dispersão de sementes e regeneração da floresta. A
espécie está classificada como quase ameaçada de
extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que
reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos
genéticos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que o verbo destacado refere-se, especificamente:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que primeiro registro de sauá albino na Mata
Atlântica representa para o meio ambiente
Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram
pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do
Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de
Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones
equipados com câmeras termal e colorida durante um
levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao
revelar um indivíduo completamente branco, algo tão
improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro.
Casos de albinismo em primatas neotropicais são
extremamente raros, e não havia registros anteriores
para a família do sauá.
O registro ocorreu em área de floresta densa do parque,
criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil
hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco
primatas, três ameaçados de extinção. O projeto
Primatas Perdidos monitora essas populações. A
tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas
inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O
sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de
coloração normal, algo incomum, já que animais albinos
muitas vezes sofrem rejeição.
O aparecimento do animal é simbólico e preocupante.
Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento
populacional e da degradação ambiental no entorno do
parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas
por expansão urbana, monocultura e atividades
agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo
genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações
como o albinismo. Fatores externos, como poluição
atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também
afetam a expressão genética. Estudos mostram que
gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a
pigmentação.
O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica,
encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de
Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos,
vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido
pela cauda avermelhada contrastando com o corpo
acinzentado. Suas vocalizações em dueto são
marcantes. Como frugívoros, contribuem para a
dispersão de sementes e regeneração da floresta. A
espécie está classificada como quase ameaçada de
extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que
reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos
genéticos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
Em relação ao termo destacado, é correto afirmar que:
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O que primeiro registro de sauá albino na Mata
Atlântica representa para o meio ambiente
Pesquisadores do projeto Primatas Perdidos registraram
pela primeira vez um sauá albino no Parque Estadual do
Rio Doce, em Minas Gerais, a maior área contínua de
Mata Atlântica do estado. O achado, feito com drones
equipados com câmeras termal e colorida durante um
levantamento populacional, surpreendeu a equipe ao
revelar um indivíduo completamente branco, algo tão
improvável quanto encontrar uma agulha no palheiro.
Casos de albinismo em primatas neotropicais são
extremamente raros, e não havia registros anteriores
para a família do sauá.
O registro ocorreu em área de floresta densa do parque,
criado em 1944, que protege cerca de trinta e seis mil
hectares e abriga centenas de espécies, entre elas cinco
primatas, três ameaçados de extinção. O projeto
Primatas Perdidos monitora essas populações. A
tecnologia dos drones possibilita alcançar áreas
inacessíveis a pé e reduzir o impacto sobre a fauna. O
sauá albino foi visto integrado a dois indivíduos de
coloração normal, algo incomum, já que animais albinos
muitas vezes sofrem rejeição.
O aparecimento do animal é simbólico e preocupante.
Para os pesquisadores, indica efeitos do isolamento
populacional e da degradação ambiental no entorno do
parque, uma ilha verde cercada por áreas deterioradas
por expansão urbana, monocultura e atividades
agroindustriais. Essas pressões reduzem o fluxo
genético e ampliam a endogamia, favorecendo mutações
como o albinismo. Fatores externos, como poluição
atmosférica e uso intensivo de agrotóxicos, também
afetam a expressão genética. Estudos mostram que
gases como dióxido de nitrogênio e de enxofre alteram a
pigmentação.
O sauá é um primata endêmico da Mata Atlântica,
encontrado em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de
Janeiro e São Paulo. Monogâmico e de hábitos diurnos,
vive em pequenos grupos familiares e é reconhecido
pela cauda avermelhada contrastando com o corpo
acinzentado. Suas vocalizações em dueto são
marcantes. Como frugívoros, contribuem para a
dispersão de sementes e regeneração da floresta. A
espécie está classificada como quase ameaçada de
extinção, devido à perda e fragmentação do habitat, que
reduzem populações, isolam grupos e ampliam riscos
genéticos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c205dg7v4yeo.adaptado.
De acordo com o uso de linguagem no texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Em relação à regência verbal, o verbo destacado é classificado como:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Em relação às classes de palavras, o termo destacado é formado, respectivamente, por:
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DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Em relação à função sintática, os termos destacados exercem, respectivamente, a função de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:
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DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
O verbo destacado encontra-se conjugado no modo:
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DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
DNA revela que gatos foram domesticados muito
depois do que se pensava
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu
habitual estilo independente, demoraram a estabelecer
vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam
que a transição de caçador selvagem para animal
doméstico ocorreu muito mais tarde do que se
pressupunha e em região distinta da tradicionalmente
apontada.
A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos
sugere que a aproximação entre gatos e humanos
começou há apenas alguns milhares de anos, no norte
da África, e não no Levante, área correspondente
atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel
e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da
Universidade de Oxford, essa convivência que hoje
parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e
não há dez mil anos, como se difundia.
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de
raças, descendem de uma única espécie: o gato
selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e
quando esses animais abandonaram a vida
completamente selvagem e passaram a criar laços
duradouros com as pessoas sempre intrigou os
pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas
examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em
escavações na Europa, no norte da África e na Turquia,
realizaram datações e compararam os resultados com o
material genético de gatos atuais.
As novas evidências demonstram que a domesticação
não coincidiu com o surgimento da agricultura no
Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma
região do norte da África. Larson observa que, em vez
de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o
fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia,
conhecida pela veneração aos gatos, retratados em
obras de arte e preservados como múmias.
A partir do momento em que passaram a conviver com
humanos, os gatos foram sendo transportados para
diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e
controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há
cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em
suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda
até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por
quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram
que um felino selvagem conviveu com humanos na
China muito antes do surgimento dos gatos domésticos.
Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte
com manchas semelhantes às do leopardo, que
frequentou assentamentos humanos por cerca de três
mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da
Universidade de Pequim, essa relação era de
comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da
proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a
roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os
toleravam como aliados no controle de pragas.
Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não
passaram por processo de domesticação e continuam
vivendo na natureza em várias regiões da Ásia.
Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com
gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça
híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado.
Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
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