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Assinale a alternativa que apresenta os elementos
que preenchem corretamente as lacunas dos
enunciados abaixo, na mesma ordem:
- Prefiro chocolate ___ doces em geral.
- Eis o lugar ___ fui ontem.
- Eis a casa ___ estive ontem.
- Prefiro chocolate ___ doces em geral.
- Eis o lugar ___ fui ontem.
- Eis a casa ___ estive ontem.
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Assinale a alternativa cuja expressão destacada
possui valor adjetivo, qualificando algum
elemento dentro do enunciado.
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“Havia muito livro na biblioteca daquela
escola.”
Analise as formas seguintes, correspondentes ao plural da expressão destacada acima, utilizando dois verbos com o mesmo sentido. A seguir, assinale a alternativa que apresenta todas as formas corretas.
(I) Havia muitos livros
(II) Haviam muitos livros
(III) Existia muitos livros
(IV) Existiam muitos livros
Analise as formas seguintes, correspondentes ao plural da expressão destacada acima, utilizando dois verbos com o mesmo sentido. A seguir, assinale a alternativa que apresenta todas as formas corretas.
(I) Havia muitos livros
(II) Haviam muitos livros
(III) Existia muitos livros
(IV) Existiam muitos livros
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Assinale a alternativa em que o pronome pessoal
destacado está corretamente colocado junto ao
verbo que o acompanha.
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Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser
preenchida corretamente tanto com “a” quanto
com “à”.
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Assinale a alternativa em que a palavra “praia”
está sendo empregada em seu sentido próprio.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O quanto da sua vida é baseado na internet?
WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter,
para alguns. Facebook virou coisa “de gente
velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler,
Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos
blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar
– nunca deu, na verdade.
Eu sei que parece hipócrita uma crônica
num blog, dentro da internet, fazer uma análise
sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra
isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do
ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós
mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de
infância – nos conhecemos desde a sexta série –
comentamos sobre como estão alguns de nossos
colegas do ensino médio, até que foi mencionado
que há muito não via um deles pessoalmente. “A
gente acha que ver as pessoas na internet é o
suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que
ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase.
Desde a faculdade que estudo sobre internet e
suas nuances, então, frases e discussões do tipo
sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos
mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar
a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se
vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de
mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos
stories? (...)
E, de novo, parece clichê, parece óbvio,
mas por que a gente não se escuta? Por que é tão
difícil deixar o celular para ler um bom livro?
Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com
alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio
consigo mesmo? (...)
VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida
é baseado na internet? Apenas fugindo.
Disponível em
. https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
A expressão destacada no trecho acima pode ser reescrita corretamente como:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O quanto da sua vida é baseado na internet?
WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter,
para alguns. Facebook virou coisa “de gente
velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler,
Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos
blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar
– nunca deu, na verdade.
Eu sei que parece hipócrita uma crônica
num blog, dentro da internet, fazer uma análise
sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra
isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do
ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós
mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de
infância – nos conhecemos desde a sexta série –
comentamos sobre como estão alguns de nossos
colegas do ensino médio, até que foi mencionado
que há muito não via um deles pessoalmente. “A
gente acha que ver as pessoas na internet é o
suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que
ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase.
Desde a faculdade que estudo sobre internet e
suas nuances, então, frases e discussões do tipo
sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos
mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar
a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se
vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de
mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos
stories? (...)
E, de novo, parece clichê, parece óbvio,
mas por que a gente não se escuta? Por que é tão
difícil deixar o celular para ler um bom livro?
Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com
alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio
consigo mesmo? (...)
VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida
é baseado na internet? Apenas fugindo.
Disponível em
. https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O quanto da sua vida é baseado na internet?
WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter,
para alguns. Facebook virou coisa “de gente
velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler,
Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos
blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar
– nunca deu, na verdade.
Eu sei que parece hipócrita uma crônica
num blog, dentro da internet, fazer uma análise
sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra
isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do
ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós
mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de
infância – nos conhecemos desde a sexta série –
comentamos sobre como estão alguns de nossos
colegas do ensino médio, até que foi mencionado
que há muito não via um deles pessoalmente. “A
gente acha que ver as pessoas na internet é o
suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que
ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase.
Desde a faculdade que estudo sobre internet e
suas nuances, então, frases e discussões do tipo
sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos
mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar
a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se
vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de
mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos
stories? (...)
E, de novo, parece clichê, parece óbvio,
mas por que a gente não se escuta? Por que é tão
difícil deixar o celular para ler um bom livro?
Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com
alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio
consigo mesmo? (...)
VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida
é baseado na internet? Apenas fugindo.
Disponível em
. https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Quais os riscos econômicos se o Brasil declarar
facções criminosas como terroristas
Parlamentares e governadores de oposição articulam leis
para classificar facções criminosas, como o PCC e o
Comando Vermelho, como grupos terroristas. A proposta
ganhou força após operação no Rio de Janeiro que
deixou mais de cem mortos. A Câmara dos Deputados
deve votar projeto que amplia o conceito de terrorismo
para incluir organizações criminosas e milícias.
De autoria do deputado Danilo Forte e relatado por
Nikolas Ferreira, o texto altera a Lei Antiterrorismo para
abranger grupos que cometam atos violentos e permitir o
bloqueio de bens de investigados. O objetivo é fortalecer
o combate às facções e ampliar o poder de investigação
da Polícia Federal.
Especialistas, porém, alertam para riscos econômicos e
diplomáticos. O pesquisador Roberto Uchôa, da
Universidade de Coimbra, afirma que classificar facções
como terroristas pode gerar sanções internacionais, pois
países como os Estados Unidos tenderiam a adotar a
mesma classificação. Isso permitiria congelar ativos de
empresas e indivíduos brasileiros ligados a investigações
sobre crime organizado.
Uchôa ressalta que o crime organizado está infiltrado na
economia nacional, o que poderia levar à punição de
empresas e instituições financeiras. A Polícia Federal
estima que o PCC movimentou cerca de cinquenta
bilhões de reais entre dois mil e vinte e dois mil e vinte e
quatro, por meio de esquemas de lavagem envolvendo
postos, fintechs e fundos de investimento.
O professor Rafael Alcadipani, da Fundação Getúlio
Vargas, alerta que a designação de terrorismo permite
aos EUA aplicar sanções severas, inclusive sobre o
sistema bancário e empresas públicas. "Se considerarem
que o Banco do Brasil ou o Pix têm ligações com
facções, podem agir imediatamente", afirma.
Apesar de pressões externas, o governo brasileiro
rejeitou o pedido americano para adotar a designação de
terroristas ao PCC e ao CV, alegando que tais grupos
não se enquadram na legislação nacional. Países
vizinhos, como Argentina e Paraguai, já anunciaram que
adotarão essa classificação.
Para o relator da ONU, Ben Saul, ampliar o conceito de
terrorismo pode abrir brechas para abusos, como
ocorreu quando os EUA classificaram cartéis
latino-americanos como terroristas, resultando em
deportações e ações militares. Especialistas temem que
medidas semelhantes tragam impactos econômicos e
políticos graves ao Brasil, com sanções e perda de
credibilidade internacional.
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