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(O Estado de S. Paulo, 30 de outubro de 2025)
“Temos que nos preparar para o grande jogo, pessoal!”
A frase está reescrita corretamente, de acordo com a norma-padrão, em
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(O Estado de S. Paulo, 30 de outubro de 2025)
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(O Estado de S. Paulo, 30 de outubro de 2025)
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Localizada na fronteira com o Paraguai e a Bolívia, o
município de Corumbá tem moradores de 28 nacionalidades, sobretudo bolivianos, mas também venezuelanos, colombianos, equatorianos, haitianos e palestinos.
De acordo com ela, além de imigrantes levados _________ fixar residência na cidade, há um movimento de bolivianos que trabalham, estudam ou utilizam serviços de saúde no Brasil, retornando diariamente ao país vizinho. O trânsito na fronteira é igualmente intenso em sentido contrário, ou seja, de brasileiros que vão ________ Bolívia fazer compras e acessar o ensino superior, especialmente cursos de medicina.
(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)
As lacunas do texto são completadas, correta e respectivamente, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Entre a década de 1960 e os anos 2000, o Brasil recebeu mais imigrantes do Norte global, como portugueses ou norte-americanos, e estrangeiros com perfil socioeconômico alto. Em sua maioria, essas pessoas não dependiam do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de escolas públicas, recorrendo a serviços privados. Era um cenário distinto do atual, marcado pela presença de imigrantes em situação de vulnerabilidade. Lançada neste ano, a nova edição do Atlas temático mostra que o país tem cerca de 415 mil imigrantes registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), ferramenta do governo federal para reconhecer famílias de baixa renda.
“Identificamos a existência de um grande contingente de imigrantes vivendo no Brasil em situação de vulnerabilidade”, relata a demógrafa Rosana Baeninger, coordenadora do trabalho. A pesquisadora esclarece que, embora o país possua uma legislação favorável aos imigrantes, sem a articulação entre os entes federativos por meio de uma política migratória nacional, a atuação das prefeituras é sempre pontual e emergencial.
Entre os 5.570 municípios brasileiros, somente 230 contam com algum tipo de política voltada a estrangeiros. Um deles é a cidade de São Paulo, que instituiu o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), o qual atendeu, entre 2020 e 2025, 46,7 mil pessoas.
No Brasil há 11 anos, Kalala é um dos vários imigrantes que trabalham no Crai. Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade. Formado em engenharia da computação, fala sete idiomas, como suaíli, francês, inglês e espanhol. Kalala avalia que seus maiores obstáculos no Brasil são a dificuldade de acesso à educação superior e as barreiras para revalidação do diploma universitário: ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro e exigiria a apresentação de comprovantes que precisam ser solicitados pessoalmente nos países de origem. “Em muitos casos, é mais fácil se matricular em uma nova graduação do que reconhecer o diploma no Brasil”, lamenta o engenheiro.
(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)
Considere os seguintes trechos do 4º parágrafo para responder à questão:
• Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade.
• … ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro…
No contexto em que se encontram, as expressões verbais “haviam se estabelecido” e “sairia para ele” podem ser respectivamente substituídas, conforme a norma -padrão de colocação pronominal, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Entre a década de 1960 e os anos 2000, o Brasil recebeu mais imigrantes do Norte global, como portugueses ou norte-americanos, e estrangeiros com perfil socioeconômico alto. Em sua maioria, essas pessoas não dependiam do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de escolas públicas, recorrendo a serviços privados. Era um cenário distinto do atual, marcado pela presença de imigrantes em situação de vulnerabilidade. Lançada neste ano, a nova edição do Atlas temático mostra que o país tem cerca de 415 mil imigrantes registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), ferramenta do governo federal para reconhecer famílias de baixa renda.
“Identificamos a existência de um grande contingente de imigrantes vivendo no Brasil em situação de vulnerabilidade”, relata a demógrafa Rosana Baeninger, coordenadora do trabalho. A pesquisadora esclarece que, embora o país possua uma legislação favorável aos imigrantes, sem a articulação entre os entes federativos por meio de uma política migratória nacional, a atuação das prefeituras é sempre pontual e emergencial.
Entre os 5.570 municípios brasileiros, somente 230 contam com algum tipo de política voltada a estrangeiros. Um deles é a cidade de São Paulo, que instituiu o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), o qual atendeu, entre 2020 e 2025, 46,7 mil pessoas.
No Brasil há 11 anos, Kalala é um dos vários imigrantes que trabalham no Crai. Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade. Formado em engenharia da computação, fala sete idiomas, como suaíli, francês, inglês e espanhol. Kalala avalia que seus maiores obstáculos no Brasil são a dificuldade de acesso à educação superior e as barreiras para revalidação do diploma universitário: ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro e exigiria a apresentação de comprovantes que precisam ser solicitados pessoalmente nos países de origem. “Em muitos casos, é mais fácil se matricular em uma nova graduação do que reconhecer o diploma no Brasil”, lamenta o engenheiro.
(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)
Considere os seguintes trechos do 4º parágrafo para responder à questão:
• Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade.
• … ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro…
Os vocábulos destacados estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Entre a década de 1960 e os anos 2000, o Brasil recebeu mais imigrantes do Norte global, como portugueses ou norte-americanos, e estrangeiros com perfil socioeconômico alto. Em sua maioria, essas pessoas não dependiam do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de escolas públicas, recorrendo a serviços privados. Era um cenário distinto do atual, marcado pela presença de imigrantes em situação de vulnerabilidade. Lançada neste ano, a nova edição do Atlas temático mostra que o país tem cerca de 415 mil imigrantes registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), ferramenta do governo federal para reconhecer famílias de baixa renda.
“Identificamos a existência de um grande contingente de imigrantes vivendo no Brasil em situação de vulnerabilidade”, relata a demógrafa Rosana Baeninger, coordenadora do trabalho. A pesquisadora esclarece que, embora o país possua uma legislação favorável aos imigrantes, sem a articulação entre os entes federativos por meio de uma política migratória nacional, a atuação das prefeituras é sempre pontual e emergencial.
Entre os 5.570 municípios brasileiros, somente 230 contam com algum tipo de política voltada a estrangeiros. Um deles é a cidade de São Paulo, que instituiu o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), o qual atendeu, entre 2020 e 2025, 46,7 mil pessoas.
No Brasil há 11 anos, Kalala é um dos vários imigrantes que trabalham no Crai. Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade. Formado em engenharia da computação, fala sete idiomas, como suaíli, francês, inglês e espanhol. Kalala avalia que seus maiores obstáculos no Brasil são a dificuldade de acesso à educação superior e as barreiras para revalidação do diploma universitário: ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro e exigiria a apresentação de comprovantes que precisam ser solicitados pessoalmente nos países de origem. “Em muitos casos, é mais fácil se matricular em uma nova graduação do que reconhecer o diploma no Brasil”, lamenta o engenheiro.
(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)
A alteração da expressão destacada pela que está entre colchetes mantém a norma-padrão de regência verbal e nominal em:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Entre a década de 1960 e os anos 2000, o Brasil recebeu mais imigrantes do Norte global, como portugueses ou norte-americanos, e estrangeiros com perfil socioeconômico alto. Em sua maioria, essas pessoas não dependiam do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de escolas públicas, recorrendo a serviços privados. Era um cenário distinto do atual, marcado pela presença de imigrantes em situação de vulnerabilidade. Lançada neste ano, a nova edição do Atlas temático mostra que o país tem cerca de 415 mil imigrantes registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), ferramenta do governo federal para reconhecer famílias de baixa renda.
“Identificamos a existência de um grande contingente de imigrantes vivendo no Brasil em situação de vulnerabilidade”, relata a demógrafa Rosana Baeninger, coordenadora do trabalho. A pesquisadora esclarece que, embora o país possua uma legislação favorável aos imigrantes, sem a articulação entre os entes federativos por meio de uma política migratória nacional, a atuação das prefeituras é sempre pontual e emergencial.
Entre os 5.570 municípios brasileiros, somente 230 contam com algum tipo de política voltada a estrangeiros. Um deles é a cidade de São Paulo, que instituiu o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), o qual atendeu, entre 2020 e 2025, 46,7 mil pessoas.
No Brasil há 11 anos, Kalala é um dos vários imigrantes que trabalham no Crai. Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade. Formado em engenharia da computação, fala sete idiomas, como suaíli, francês, inglês e espanhol. Kalala avalia que seus maiores obstáculos no Brasil são a dificuldade de acesso à educação superior e as barreiras para revalidação do diploma universitário: ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro e exigiria a apresentação de comprovantes que precisam ser solicitados pessoalmente nos países de origem. “Em muitos casos, é mais fácil se matricular em uma nova graduação do que reconhecer o diploma no Brasil”, lamenta o engenheiro.
(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)
Foi empregado em sentido figurado, no contexto em que se encontra, o vocábulo destacado em:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Entre a década de 1960 e os anos 2000, o Brasil recebeu mais imigrantes do Norte global, como portugueses ou norte-americanos, e estrangeiros com perfil socioeconômico alto. Em sua maioria, essas pessoas não dependiam do Sistema Único de Saúde (SUS) ou de escolas públicas, recorrendo a serviços privados. Era um cenário distinto do atual, marcado pela presença de imigrantes em situação de vulnerabilidade. Lançada neste ano, a nova edição do Atlas temático mostra que o país tem cerca de 415 mil imigrantes registrados no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), ferramenta do governo federal para reconhecer famílias de baixa renda.
“Identificamos a existência de um grande contingente de imigrantes vivendo no Brasil em situação de vulnerabilidade”, relata a demógrafa Rosana Baeninger, coordenadora do trabalho. A pesquisadora esclarece que, embora o país possua uma legislação favorável aos imigrantes, sem a articulação entre os entes federativos por meio de uma política migratória nacional, a atuação das prefeituras é sempre pontual e emergencial.
Entre os 5.570 municípios brasileiros, somente 230 contam com algum tipo de política voltada a estrangeiros. Um deles é a cidade de São Paulo, que instituiu o Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), o qual atendeu, entre 2020 e 2025, 46,7 mil pessoas.
No Brasil há 11 anos, Kalala é um dos vários imigrantes que trabalham no Crai. Ele imigrou da República Democrática do Congo para se juntar a parentes que já haviam se estabelecido na cidade. Formado em engenharia da computação, fala sete idiomas, como suaíli, francês, inglês e espanhol. Kalala avalia que seus maiores obstáculos no Brasil são a dificuldade de acesso à educação superior e as barreiras para revalidação do diploma universitário: ele não conseguiu ainda revalidar seu documento porque o procedimento sairia para ele muito caro e exigiria a apresentação de comprovantes que precisam ser solicitados pessoalmente nos países de origem. “Em muitos casos, é mais fácil se matricular em uma nova graduação do que reconhecer o diploma no Brasil”, lamenta o engenheiro.
(Christina Queiroz. Mudanças no perfil da imigração ao Brasil. https://revistapesquisa.fapesp.br, 02.09.2025. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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Está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:
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