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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
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Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
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biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
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A noção de língua culta, frequentemente associada a
prestígio social e escolarização, envolve um conjunto de
usos estabilizados em determinados contextos formais
de circulação, mas não se confunde com rigidez
normativa nem com ausência de variação linguística,
sendo atravessada por tensões entre norma, uso e
ensino (FARACO, 2008).
Considerando os problemas gerais relacionados à língua culta no ensino de Língua Portuguesa, assinale a opção correta.
Considerando os problemas gerais relacionados à língua culta no ensino de Língua Portuguesa, assinale a opção correta.
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A produção textual organiza-se segundo diferentes
modos de composição, que orientam a seleção lexical, a
organização sintática e a progressão temática conforme
a finalidade comunicativa e o efeito de sentido
pretendido em cada situação de uso da linguagem
(KOCH, 2014).
Considerando os tipos de composição — descrição, narração e dissertação —, assinale a opção correta.
Considerando os tipos de composição — descrição, narração e dissertação —, assinale a opção correta.
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A oralidade constitui uma modalidade fundamental da
linguagem, marcada pela interação face a face, pela
copresença dos interlocutores e pelo uso de recursos
linguísticos e extralinguísticos que organizam a produção
de sentidos em gêneros próprios da fala cotidiana e
institucional (MARCUSCHI, 2008).
Considerando a oralidade, os gêneros orais, a relação entre oralidade e ensino de língua e as particularidades do texto oral, assinale a opção correta.
Considerando a oralidade, os gêneros orais, a relação entre oralidade e ensino de língua e as particularidades do texto oral, assinale a opção correta.
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A linguagem, concebida como prática social,
manifesta-se sempre em interação, sendo atravessada
por vozes, posições discursivas e condições históricas
de produção que determinam a forma e o sentido dos
enunciados, os quais se realizam concretamente em
textos situados (BAKHTIN, 2011).
Considerando os conceitos básicos de dialogismo, polifonia, discurso, enunciado, enunciação e texto, assinale a opção correta.
Considerando os conceitos básicos de dialogismo, polifonia, discurso, enunciado, enunciação e texto, assinale a opção correta.
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Os usos da linguagem organizam-se historicamente em
formas relativamente estáveis de enunciados,
determinadas pelas condições sociais de produção,
pelos objetivos comunicativos e pelas esferas de
atividade humana em que circulam (BAKHTIN, 2011).
Considerando a noção de gêneros discursivos, assinale a opção correta.
Considerando a noção de gêneros discursivos, assinale a opção correta.
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