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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem
multidões: é certo faturar em cima da tragédia?
Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente
tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto
e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena
integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada
para fazer com que o público se sinta a bordo do
transatlântico que naufragou em 1912.
A experiência combina projeções audiovisuais e recursos
de realidade virtual, acessados por meio de óculos
especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e
cartões-postais com imagens do navio afundando entre
icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando
cenas populares do cinema, jogam videogames em que
precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no
bar da atração.
Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo
convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer"
aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus
do navio se enchendo de água são vistas por alguns
como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas
ao impacto visual do que à reflexão histórica.
A exposição recebe avaliações positivas do público, que
destaca a tecnologia e as informações apresentadas.
Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão,
embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter
comercial de certas atividades, como fotos temáticas.
Essa não é a única atração do gênero. Outras
experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz
no Reino Unido e em várias cidades do mundo,
explorando desde a vida a bordo até o momento da
colisão com o iceberg. Há também exposições
semelhantes dedicadas a outros desastres históricos,
como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção
do Vesúvio.
Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida
expansão. O setor global do entretenimento imersivo
movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce
impulsionado pela busca por experiências interativas,
enquanto formas tradicionais de consumo cultural
mostram sinais de estagnação.
O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o
navio era considerado inafundável, transportava
membros da elite mundial e sua história simboliza a
fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que
permite reflexões amplas sobre a condição humana.
Apesar do sucesso de público, as críticas são
recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma
exploração comercial de tragédias reais, transformadas
em entretenimento. Outros argumentam que o
envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas
vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o
interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia
apenas criou novas formas de abordá-las.
Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica.
Erros factuais, informações duvidosas e representações
incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e
nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.
Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas,
uma conclusão se impõe: as experiências imersivas
sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando
a demanda do público e ocupando espaço crescente no
cenário cultural contemporâneo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado.
Considerando a frase acima, no âmbito da Sintaxe: período, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem
multidões: é certo faturar em cima da tragédia?
Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente
tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto
e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena
integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada
para fazer com que o público se sinta a bordo do
transatlântico que naufragou em 1912.
A experiência combina projeções audiovisuais e recursos
de realidade virtual, acessados por meio de óculos
especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e
cartões-postais com imagens do navio afundando entre
icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando
cenas populares do cinema, jogam videogames em que
precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no
bar da atração.
Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo
convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer"
aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus
do navio se enchendo de água são vistas por alguns
como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas
ao impacto visual do que à reflexão histórica.
A exposição recebe avaliações positivas do público, que
destaca a tecnologia e as informações apresentadas.
Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão,
embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter
comercial de certas atividades, como fotos temáticas.
Essa não é a única atração do gênero. Outras
experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz
no Reino Unido e em várias cidades do mundo,
explorando desde a vida a bordo até o momento da
colisão com o iceberg. Há também exposições
semelhantes dedicadas a outros desastres históricos,
como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção
do Vesúvio.
Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida
expansão. O setor global do entretenimento imersivo
movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce
impulsionado pela busca por experiências interativas,
enquanto formas tradicionais de consumo cultural
mostram sinais de estagnação.
O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o
navio era considerado inafundável, transportava
membros da elite mundial e sua história simboliza a
fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que
permite reflexões amplas sobre a condição humana.
Apesar do sucesso de público, as críticas são
recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma
exploração comercial de tragédias reais, transformadas
em entretenimento. Outros argumentam que o
envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas
vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o
interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia
apenas criou novas formas de abordá-las.
Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica.
Erros factuais, informações duvidosas e representações
incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e
nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.
Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas,
uma conclusão se impõe: as experiências imersivas
sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando
a demanda do público e ocupando espaço crescente no
cenário cultural contemporâneo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado.
Considerando a frase acima, no que se refere aos termos integrantes da oração, é correto afirmar que:
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Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem
multidões: é certo faturar em cima da tragédia?
Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente
tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto
e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena
integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada
para fazer com que o público se sinta a bordo do
transatlântico que naufragou em 1912.
A experiência combina projeções audiovisuais e recursos
de realidade virtual, acessados por meio de óculos
especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e
cartões-postais com imagens do navio afundando entre
icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando
cenas populares do cinema, jogam videogames em que
precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no
bar da atração.
Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo
convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer"
aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus
do navio se enchendo de água são vistas por alguns
como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas
ao impacto visual do que à reflexão histórica.
A exposição recebe avaliações positivas do público, que
destaca a tecnologia e as informações apresentadas.
Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão,
embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter
comercial de certas atividades, como fotos temáticas.
Essa não é a única atração do gênero. Outras
experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz
no Reino Unido e em várias cidades do mundo,
explorando desde a vida a bordo até o momento da
colisão com o iceberg. Há também exposições
semelhantes dedicadas a outros desastres históricos,
como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção
do Vesúvio.
Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida
expansão. O setor global do entretenimento imersivo
movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce
impulsionado pela busca por experiências interativas,
enquanto formas tradicionais de consumo cultural
mostram sinais de estagnação.
O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o
navio era considerado inafundável, transportava
membros da elite mundial e sua história simboliza a
fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que
permite reflexões amplas sobre a condição humana.
Apesar do sucesso de público, as críticas são
recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma
exploração comercial de tragédias reais, transformadas
em entretenimento. Outros argumentam que o
envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas
vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o
interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia
apenas criou novas formas de abordá-las.
Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica.
Erros factuais, informações duvidosas e representações
incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e
nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.
Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas,
uma conclusão se impõe: as experiências imersivas
sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando
a demanda do público e ocupando espaço crescente no
cenário cultural contemporâneo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado.
Considerando a frase acima, no âmbito da Sintaxe: termos essenciais da oração, é correto afirmar que:
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O "Discurso Indireto Livre" (Free Indirect Speech) é uma
técnica literária avançada. Assinale a alternativa que
descreve corretamente suas características em contraste
com o Discurso Indireto padrão.
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A Gramática Funcional analisa a língua como
instrumento de interação social. Assinale a alternativa
que explica corretamente a diferença entre "Tema" e
"Rema" na estrutura da oração em espanhol e sua
relevância para a progressão informativa.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Morfologicamente, o termo destacado é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Considerando o sentido da palavra destacada no contexto da frase, assinale a alternativa que apresenta sinônimo adequado:
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Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
O verbo destacado encontra-se conjugado no tempo e modo do:
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Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
De acordo com as regras de concordância verbal, é correto afirmar que:
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