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Natal
É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos
plásticos. E de sacrifícios.
Também festa de família.
Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados
entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos.
Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo
o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.
Timidamente, quando não se sentem observados pela
vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria
de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem
sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo
o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.
Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo
alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma
bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que
os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil,
que já é tempo de se acabar com o Natal.
Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo,
apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te
que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar
forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios
e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência
de sucesso.
(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
Timidamente, quando não se sentem observados pela vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem sequer trocam olhares uns com os outros.
Em conformidade com a norma-padrão, as passagens destacadas admitem, respectivamente, as seguintes reescritas:
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Natal
É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos
plásticos. E de sacrifícios.
Também festa de família.
Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados
entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos.
Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo
o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.
Timidamente, quando não se sentem observados pela
vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria
de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem
sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo
o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.
Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo
alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma
bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que
os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil,
que já é tempo de se acabar com o Natal.
Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo,
apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te
que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar
forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios
e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência
de sucesso.
(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
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Natal
É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos
plásticos. E de sacrifícios.
Também festa de família.
Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados
entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos.
Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo
o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.
Timidamente, quando não se sentem observados pela
vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria
de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem
sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo
o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.
Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo
alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma
bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que
os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil,
que já é tempo de se acabar com o Natal.
Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo,
apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te
que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar
forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios
e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência
de sucesso.
(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
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Natal
É época de Natal. De prendas, de frutas secas e fios dourados. De perus e bebidas várias. De plásticos. De muitos
plásticos. E de sacrifícios.
Também festa de família.
Estou numa loja. Três mocinhos semi-esfarrapados
entram. Não têm pressa. Não pedem para serem atendidos.
Os olhinhos passam de um brinquedo para outro e neles vejo
o mesmo brilho dos olhos dos meus filhos.
Timidamente, quando não se sentem observados pela
vendedora, passam a mão – um dedo só – pela carroceria
de um caminhão. Estão mudos, num mundo à parte e nem
sequer trocam olhares uns com os outros. Cada um vivendo
o sonho de uma viagem, a aventura de uma corrida.
Os compradores entram e saem atarefados. E não vejo
alegria neles. A cada presentinho, a cada pacotinho de uma
bagatela qualquer, um balanço às notas que ficam, um cálculo mental, uma decepção. E começam as lamentações que
os artigos estão caros, que a vida está cada vez mais difícil,
que já é tempo de se acabar com o Natal.
Não estou de acordo. É bom haver Natal. É bom escrever aos amigos e dizer-lhes que estão comigo o tempo todo,
apesar do meu silêncio. É bom haver Natal e poder dizer-te
que tenho saudades tuas, que te amo e te queria abraçar
forte. É bom haver Natal, quando não é época de sacrifícios
e angústias e dívidas, para se manter uma ridícula aparência
de sucesso.
(Dina Salústio. Mornas Eram as noites, 2002. Adaptado)
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Leia a tira a seguir para responder a questão.


(Quino. Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1998.)
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Leia a tira a seguir para responder a questão.


(Quino. Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1998.)
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Leia a tira a seguir para responder a questão.

(Mort Walker, Recruta Zero, O Estado de S.Paulo, 7 de setembro de 2025)
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Leia a tira a seguir para responder a questão.

(Mort Walker, Recruta Zero, O Estado de S.Paulo, 7 de setembro de 2025)
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Leia trecho da crônica a seguir para responder a questão.
Tempo de sedução
Tenho tido pensamentos insistentes sobre a sedução.
Sobre o que nos leva a achar alguém sedutor – e por que
essa característica, tão difusa, vai ganhando importância
com o passar do tempo.
Na juventude, é a beleza que parece deter os poderes mágicos. Digo “parece” porque ela é, na verdade, a porta de entrada mais superficial da sedução. Somos todos atraídos – ou
melhor, seduzidos – pela beleza. E quanto mais jovens, mais
reféns nos tornamos desse poder. Rita Lee já sabia disso.
Em 1974, lançou Menino Bonito, colocando a beleza no seu
devido lugar:
“E eu me sinto enfeitiçada,
ah, menino bonito
seu olhar é simplesmente lindo,
mas também não diz mais nada.
quero olhar você e depois ir embora”.
A mestra já nos avisava: a beleza, sozinha, é uma sedução
de curto prazo.
(Juliana Azevedo, O Estado de S.Paulo, 26.07.2025. Adaptado)
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Leia trecho da crônica a seguir para responder a questão.
Tempo de sedução
Tenho tido pensamentos insistentes sobre a sedução.
Sobre o que nos leva a achar alguém sedutor – e por que
essa característica, tão difusa, vai ganhando importância
com o passar do tempo.
Na juventude, é a beleza que parece deter os poderes mágicos. Digo “parece” porque ela é, na verdade, a porta de entrada mais superficial da sedução. Somos todos atraídos – ou
melhor, seduzidos – pela beleza. E quanto mais jovens, mais
reféns nos tornamos desse poder. Rita Lee já sabia disso.
Em 1974, lançou Menino Bonito, colocando a beleza no seu
devido lugar:
“E eu me sinto enfeitiçada,
ah, menino bonito
seu olhar é simplesmente lindo,
mas também não diz mais nada.
quero olhar você e depois ir embora”.
A mestra já nos avisava: a beleza, sozinha, é uma sedução
de curto prazo.
(Juliana Azevedo, O Estado de S.Paulo, 26.07.2025. Adaptado)
• Diante da beleza, a sedução se deve ______ poderes mágicos. • A sedução está relacionada __________ beleza própria da juventude. • Na canção, o eu lírico se dirige _________ um menino bonito.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas, em conformidade com a norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase, na ordem em que aparecem.
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