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Quem inventou o caça-palavra?
A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano
Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade
de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no
estado de Oklahoma.
A gráfica de Norman publicava um folheto de
anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído
em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968,
Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores,
seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de
Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na
diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do
estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de
Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores
passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o
folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua
criação, o formato se espalhou livremente.
O nome do jogo em alguns países de língua espanhola
é “sopa de letras”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
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Quem inventou o caça-palavra?
A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano
Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade
de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no
estado de Oklahoma.
A gráfica de Norman publicava um folheto de
anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído
em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968,
Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores,
seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de
Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na
diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do
estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de
Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores
passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o
folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua
criação, o formato se espalhou livremente.
O nome do jogo em alguns países de língua espanhola
é “sopa de letras”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
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Quem inventou o caça-palavra?
A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano
Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade
de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no
estado de Oklahoma.
A gráfica de Norman publicava um folheto de
anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído
em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968,
Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores,
seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de
Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na
diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do
estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de
Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores
passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o
folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua
criação, o formato se espalhou livremente.
O nome do jogo em alguns países de língua espanhola
é “sopa de letras”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
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Quem inventou o caça-palavra?
A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano
Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade
de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no
estado de Oklahoma.
A gráfica de Norman publicava um folheto de
anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído
em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968,
Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores,
seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de
Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na
diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do
estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de
Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores
passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o
folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua
criação, o formato se espalhou livremente.
O nome do jogo em alguns países de língua espanhola
é “sopa de letras”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
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Quanto à ortografia, relacionar as colunas, preenchendo as lacunas, e assinalar a sequência correspondente.
(1) CH
(2) X
(3) S
(4) Z
( ) DEBO__E
( ) SENSATE__
( ) EN__ERGAR
( ) ANSIO__O
( ) A__ARADO
(1) CH
(2) X
(3) S
(4) Z
( ) DEBO__E
( ) SENSATE__
( ) EN__ERGAR
( ) ANSIO__O
( ) A__ARADO
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Avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e
assinalar a sequência correspondente.
( ) A palavra “público” pode ser substantivo ou adjetivo.
( ) As palavras “sessão”, “seção” e “cessão” têm grafias diferentes, mas são usadas como sinônimas.
( ) Tanto o diminutivo de “casa” quanto o de “bar” são escritos com a letra “s”.
( ) Na frase “Havia uma razão para o atraso: o trânsito estava intenso.”, os dois pontos foram usados corretamente para introduzir explicação.
( ) A palavra “público” pode ser substantivo ou adjetivo.
( ) As palavras “sessão”, “seção” e “cessão” têm grafias diferentes, mas são usadas como sinônimas.
( ) Tanto o diminutivo de “casa” quanto o de “bar” são escritos com a letra “s”.
( ) Na frase “Havia uma razão para o atraso: o trânsito estava intenso.”, os dois pontos foram usados corretamente para introduzir explicação.
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Analisar os itens.
I. Na frase “Eles cantarão na festa.”, a forma verbal pode indicar tanto futuro quanto passado, dependendo do contexto.
II. As frases “Não espere!” e “Não, espere!” apresentam o mesmo sentido, apesar do uso da vírgula.
III. A palavra "excessivo" é um adjetivo.
IV. A palavra “estudante” mantém a mesma forma no masculino e no feminino, assim como a palavra “réu”.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Na frase “Eles cantarão na festa.”, a forma verbal pode indicar tanto futuro quanto passado, dependendo do contexto.
II. As frases “Não espere!” e “Não, espere!” apresentam o mesmo sentido, apesar do uso da vírgula.
III. A palavra "excessivo" é um adjetivo.
IV. A palavra “estudante” mantém a mesma forma no masculino e no feminino, assim como a palavra “réu”.
Está CORRETO o que se afirma:
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Assinalar a alternativa em que todas as palavras são
classificadas como polissílabas.
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Uso de tela por crianças e adolescentes
Crianças e adolescentes vivem intensas mudanças
de crescimento e desenvolvimento corporal, mental e
psicossocial, influenciadas por fatores externos, ambientais
e culturais. As evidências científicas disponíveis atualmente
apontam que usos problemáticos ou excessivos de
dispositivos digitais por crianças e adolescentes estão
associados a diversos atrasos no desenvolvimento cognitivo,
emocional e linguístico, bem como a problemas de saúde e
sofrimento mental.
Um dos fatores que mais contribuem para o uso
precoce e excessivo de dispositivos é o uso excessivo por
parte dos adultos, que são modelos e referências de
comportamento. Decisões sobre o uso de dispositivos
digitais nos ambientes familiares ou escolares devem
sempre levar em conta direitos à proteção integral, melhor
interesse, autonomia progressiva e participação de crianças
e adolescentes.
Empresas que desenvolvem aplicativos que possam
ser usados por crianças e adolescentes devem investir em
estratégias de verificação da idade, oferecer produtos ou
serviços com base em princípios de segurança por design,
coletar o mínimo necessário de dados, não expor crianças à
comunicação mercadológica (inclusive de apostas),
combater o trabalho infantil e ampliar a disponibilidade e
divulgação de ferramentas que auxiliem processos de
mediação familiar.
Todos aqueles para os quais a legislação brasileira
prevê responsabilidade compartilhada sobre crianças e
adolescentes devem colaborar para a garantia do direito à
privacidade de tais sujeitos na relação com o ambiente
digital.
Fonte: Guia sobre usos de dispositivos digitais. Governo
Federal.
Decisões sobre o uso de dispositivos digitais nos ambientes familiares ou escolares devem sempre levar em conta direitos à proteção integral [...]
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Uso de tela por crianças e adolescentes
Crianças e adolescentes vivem intensas mudanças
de crescimento e desenvolvimento corporal, mental e
psicossocial, influenciadas por fatores externos, ambientais
e culturais. As evidências científicas disponíveis atualmente
apontam que usos problemáticos ou excessivos de
dispositivos digitais por crianças e adolescentes estão
associados a diversos atrasos no desenvolvimento cognitivo,
emocional e linguístico, bem como a problemas de saúde e
sofrimento mental.
Um dos fatores que mais contribuem para o uso
precoce e excessivo de dispositivos é o uso excessivo por
parte dos adultos, que são modelos e referências de
comportamento. Decisões sobre o uso de dispositivos
digitais nos ambientes familiares ou escolares devem
sempre levar em conta direitos à proteção integral, melhor
interesse, autonomia progressiva e participação de crianças
e adolescentes.
Empresas que desenvolvem aplicativos que possam
ser usados por crianças e adolescentes devem investir em
estratégias de verificação da idade, oferecer produtos ou
serviços com base em princípios de segurança por design,
coletar o mínimo necessário de dados, não expor crianças à
comunicação mercadológica (inclusive de apostas),
combater o trabalho infantil e ampliar a disponibilidade e
divulgação de ferramentas que auxiliem processos de
mediação familiar.
Todos aqueles para os quais a legislação brasileira
prevê responsabilidade compartilhada sobre crianças e
adolescentes devem colaborar para a garantia do direito à
privacidade de tais sujeitos na relação com o ambiente
digital.
Fonte: Guia sobre usos de dispositivos digitais. Governo
Federal.
( ) O aumentativo da palavra “problemas” é “problemões”.
( ) “Comunicar” é o diminutivo da palavra “comunicação”.
( ) A separação silábica correta da palavra “ambientes” é am-bi-en-tes, sendo a sílaba tônica “en”.
( ) A palavra “família”, no plural, fica escrita corretamente como “famílhas”.
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