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No enunciado:
“Já sabemos que viajar é maravilhoso.”
Assinale a alternativa que identifica corretamente o sujeito do verbo “sabemos”.
“Já sabemos que viajar é maravilhoso.”
Assinale a alternativa que identifica corretamente o sujeito do verbo “sabemos”.
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Analise as frases abaixo:
O tribunal decidiu ...................... os direitos políticos do réu.
O motorista agiu com muita ............................. ao evitar o acidente.
Precisamos ............................ o vazamento na tubulação do banheiro.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
O tribunal decidiu ...................... os direitos políticos do réu.
O motorista agiu com muita ............................. ao evitar o acidente.
Precisamos ............................ o vazamento na tubulação do banheiro.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
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Texto 1
Ciência comprova: viajar faz bem!
Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um
novo estudo comprovou os benefícios para a saúde
de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais
longe, melhor!
A pesquisa da University College de Londres (UCL),
no Reino Unido, foi publicada na revista científica
Transport & Health e reforça que pessoas que viajam
frequentemente para locais mais distantes de 24 km
de onde moram se declaram mais saudáveis de modo
geral.
Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam
que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas
e a diversidade de contatos sociais que as viagens
proporcionam.
O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas
limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais
problemas relacionados com a sensação de solidão
e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a
importância de mais acesso e programas de viagens
para essa faixa etária.
Viajar: quase uma terapia!
Se você ainda está procurando motivos para fechar
as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o
colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal
Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase
uma terapia, especialmente se no destino houver uma
praia.
Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de
forma sensorial, com consequências positivas ao
órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre
os benefícios constatados, há a melhoria no sono e
vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.
https://blog.luggio.com.br/ciencia-comprova-viajar-faz-bem/
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Texto 1
Ciência comprova: viajar faz bem!
Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um
novo estudo comprovou os benefícios para a saúde
de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais
longe, melhor!
A pesquisa da University College de Londres (UCL),
no Reino Unido, foi publicada na revista científica
Transport & Health e reforça que pessoas que viajam
frequentemente para locais mais distantes de 24 km
de onde moram se declaram mais saudáveis de modo
geral.
Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam
que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas
e a diversidade de contatos sociais que as viagens
proporcionam.
O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas
limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais
problemas relacionados com a sensação de solidão
e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a
importância de mais acesso e programas de viagens
para essa faixa etária.
Viajar: quase uma terapia!
Se você ainda está procurando motivos para fechar
as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o
colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal
Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase
uma terapia, especialmente se no destino houver uma
praia.
Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de
forma sensorial, com consequências positivas ao
órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre
os benefícios constatados, há a melhoria no sono e
vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.
https://blog.luggio.com.br/ciencia-comprova-viajar-faz-bem/
“O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais problemas relacionados com a sensação de solidão e baixa sociabilidade.”
Segundo a Norma Culta Padrão, o principal problema desse período é:
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Texto 1
Ciência comprova: viajar faz bem!
Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um
novo estudo comprovou os benefícios para a saúde
de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais
longe, melhor!
A pesquisa da University College de Londres (UCL),
no Reino Unido, foi publicada na revista científica
Transport & Health e reforça que pessoas que viajam
frequentemente para locais mais distantes de 24 km
de onde moram se declaram mais saudáveis de modo
geral.
Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam
que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas
e a diversidade de contatos sociais que as viagens
proporcionam.
O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas
limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais
problemas relacionados com a sensação de solidão
e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a
importância de mais acesso e programas de viagens
para essa faixa etária.
Viajar: quase uma terapia!
Se você ainda está procurando motivos para fechar
as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o
colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal
Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase
uma terapia, especialmente se no destino houver uma
praia.
Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de
forma sensorial, com consequências positivas ao
órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre
os benefícios constatados, há a melhoria no sono e
vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.
https://blog.luggio.com.br/ciencia-comprova-viajar-faz-bem/
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Texto 1
Ciência comprova: viajar faz bem!
Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um
novo estudo comprovou os benefícios para a saúde
de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais
longe, melhor!
A pesquisa da University College de Londres (UCL),
no Reino Unido, foi publicada na revista científica
Transport & Health e reforça que pessoas que viajam
frequentemente para locais mais distantes de 24 km
de onde moram se declaram mais saudáveis de modo
geral.
Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam
que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas
e a diversidade de contatos sociais que as viagens
proporcionam.
O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas
limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais
problemas relacionados com a sensação de solidão
e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a
importância de mais acesso e programas de viagens
para essa faixa etária.
Viajar: quase uma terapia!
Se você ainda está procurando motivos para fechar
as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o
colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal
Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase
uma terapia, especialmente se no destino houver uma
praia.
Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de
forma sensorial, com consequências positivas ao
órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre
os benefícios constatados, há a melhoria no sono e
vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.
https://blog.luggio.com.br/ciencia-comprova-viajar-faz-bem/
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As relações de sentido entre as palavras permitem a
precisão vocabular e a exploração de nuanças
expressivas no texto. Acerca do assunto, registre V, para
as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) A sinonímia absoluta é rara na língua, pois palavras consideradas sinônimas costumam apresentar nuanças de registro, intensidade ou contextos de uso diferenciados.
( ) Homônimos perfeitos são palavras que possuem a mesma grafia e a mesma pronúncia, mas significados diferentes, como "manga" (fruta) e "manga" (parte da roupa).
( ) A paronímia ocorre quando palavras possuem sentidos opostos, como "alto" e "baixo", enquanto a antonímia descreve termos com grafia idêntica e pronúncia diversa.
( ) Polissemia é a propriedade de uma única palavra assumir múltiplos significados dependendo do contexto, mantendo, porém, uma origem semântica comum.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
( ) A sinonímia absoluta é rara na língua, pois palavras consideradas sinônimas costumam apresentar nuanças de registro, intensidade ou contextos de uso diferenciados.
( ) Homônimos perfeitos são palavras que possuem a mesma grafia e a mesma pronúncia, mas significados diferentes, como "manga" (fruta) e "manga" (parte da roupa).
( ) A paronímia ocorre quando palavras possuem sentidos opostos, como "alto" e "baixo", enquanto a antonímia descreve termos com grafia idêntica e pronúncia diversa.
( ) Polissemia é a propriedade de uma única palavra assumir múltiplos significados dependendo do contexto, mantendo, porém, uma origem semântica comum.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do
PL 5.810
Para pacientes que convivem com lesões medulares, o
tempo não é apenas um dado técnico — é esperança,
autonomia e qualidade de vida.
Quando um tratamento revolucionário com potencial de
regeneração celular leva 17 anos para receber uma
decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o
inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam
avanços capazes de devolver mobilidade.
Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida
pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo
pedido de patente tramitou por quase duas décadas no
Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate
jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso
Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei
5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por
atrasos na análise de patentes.
Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em
2025. Durante todo esse período, o prazo legal de
vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão
foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já
havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse
avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.
O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos
diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora
administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção
de tecnologias que exigem décadas de pesquisa,
investimentos elevados e cooperação com centros
clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise
busca enfrentar.
Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação
científica até desenvolver a tecnologia baseada em
polilaminina, associada a estudos de regeneração celular
e reconstrução de conexões neurais.
Experimentos indicam potencial de estímulo ao
crescimento e à diferenciação celular, área estratégica
da medicina regenerativa. O trabalho ganhou
repercussão por representar avanço promissor para
pacientes com lesões medulares que convivem com
perda de mobilidade.
Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação
básica prolongada, validação laboratorial, etapas
adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação
com centros clínicos e parceiros industriais. A
transformação da descoberta em aplicação terapêutica
depende de ambiente regulatório estável e
previsibilidade para alocação de capital.
Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos
recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam
comprometidos.
No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no
momento do depósito, enquanto a proteção plena só se
consolida com a concessão formal.
Se a análise se estende por mais de uma década,
parcela relevante desse prazo é consumida antes que o
titular possa exercer plenamente o direito.
Em setores intensivos em capital e conhecimento, como
o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão
limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o
licenciamento da tecnologia e encurta a janela de
recuperação dos recursos aplicados ao longo de
décadas para sustentar novas descobertas.
A demora administrativa aumenta o custo do capital e
eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem
risco científico e financeiro elevado.
Os números indicam pressão sobre o sistema.
Informações do Instituto Nacional da Propriedade
Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025,
foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos
pedidos foram protocolados no mesmo período,
evidenciando descompasso entre demanda e
capacidade de exame.
No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no
Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização
Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou
o menor volume de concessões em cinco anos, segundo
dados oficiais do INPI.
Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo
de análise influencia diretamente a competitividade do
país em setores de maior intensidade tecnológica
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas
e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
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A articulação das orações no período composto revela
as relações de dependência ou independência lógica
entre as ideias expressas pelo autor. No que tange aos
processos sintáticos, assinale a alternativa CORRETA.
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Os conectivos desempenham um papel crucial na
coesão textual, estabelecendo nexos lógicos que
orientam a interpretação do leitor. Analise as afirmativas
a seguir:
I.A conjunção "embora" introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, indicando um fato que poderia impedir a ação da principal, mas não o faz.
II.O conectivo "portanto" possui valor conclusivo, sendo utilizado para introduzir o fechamento de um raciocínio baseado nas premissas apresentadas anteriormente.
III.A conjunção "conquanto" possui valor estritamente temporal, sendo utilizada exclusivamente para indicar ações simultâneas em textos de gêneros narrativos.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.A conjunção "embora" introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, indicando um fato que poderia impedir a ação da principal, mas não o faz.
II.O conectivo "portanto" possui valor conclusivo, sendo utilizado para introduzir o fechamento de um raciocínio baseado nas premissas apresentadas anteriormente.
III.A conjunção "conquanto" possui valor estritamente temporal, sendo utilizada exclusivamente para indicar ações simultâneas em textos de gêneros narrativos.
Está CORRETO o que se afirma em:
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