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Já viu robô que dá chilique? E robô que joga
xadrez? Pois bem-vindo ao futuro
Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano,
mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem
entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma
como imaginaríamos ou como acontece nos filmes
de ficção científica, mas é fato que basta olhar para
os lados que notaremos alguma atividade cotidiana
desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos
braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem
plantações à caça de ervas daninhas e insetos que
podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo
todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade
a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes,
porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações
curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído
pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram
ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal
de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser
aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos
pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a
primeira maratona mista entre corredores humanos
e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas
superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que
correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha
de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram
ou simplesmente pararam; um deles até precisou de
fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
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Já viu robô que dá chilique? E robô que joga
xadrez? Pois bem-vindo ao futuro
Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano,
mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem
entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma
como imaginaríamos ou como acontece nos filmes
de ficção científica, mas é fato que basta olhar para
os lados que notaremos alguma atividade cotidiana
desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos
braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem
plantações à caça de ervas daninhas e insetos que
podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo
todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade
a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes,
porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações
curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído
pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram
ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal
de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser
aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos
pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a
primeira maratona mista entre corredores humanos
e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas
superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que
correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha
de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram
ou simplesmente pararam; um deles até precisou de
fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
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Já viu robô que dá chilique? E robô que joga
xadrez? Pois bem-vindo ao futuro
Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano,
mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem
entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma
como imaginaríamos ou como acontece nos filmes
de ficção científica, mas é fato que basta olhar para
os lados que notaremos alguma atividade cotidiana
desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos
braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem
plantações à caça de ervas daninhas e insetos que
podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo
todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade
a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes,
porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações
curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído
pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram
ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal
de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser
aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos
pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a
primeira maratona mista entre corredores humanos
e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas
superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que
correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha
de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram
ou simplesmente pararam; um deles até precisou de
fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
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Já viu robô que dá chilique? E robô que joga
xadrez? Pois bem-vindo ao futuro
Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano,
mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem
entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma
como imaginaríamos ou como acontece nos filmes
de ficção científica, mas é fato que basta olhar para
os lados que notaremos alguma atividade cotidiana
desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos
braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem
plantações à caça de ervas daninhas e insetos que
podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo
todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade
a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes,
porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações
curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído
pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram
ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal
de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser
aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos
pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a
primeira maratona mista entre corredores humanos
e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas
superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que
correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha
de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram
ou simplesmente pararam; um deles até precisou de
fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão escritas corretamente.
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Leia com atenção o texto abaixo:
Por que cortar cebola faz chorar?
A física por trás das lágrimas da cozinha
Você já viu alguém chorar enquanto cortava uma
cebola? Pois saiba que a culpa não é dela, e sim da
física e da química que vivem dentro desse vegetal.
Quando cortamos uma cebola, ela libera uma verdadeira chuva de minúsculas gotinhas cheias de substâncias que irritam os olhos.
Dentro de cada camada da cebola existem células
cheias de líquido, como se fossem pequenos balões
de água. Essas células guardam um composto que,
quando entra em contato com o ar, se transforma em
uma substância chamada propanetial S-óxido, que é o
vilão responsável pelas lágrimas.
Ele sobe no ar e alcança nossos olhos, ativando nervos
sensíveis que fazem os olhos arderem e lacrimejarem
para se proteger.
Mas o que a física tem a ver com isso? Tudo. Pesquisadores descobriram que o jeito e a ferramenta usados
para cortar a cebola fazem muita diferença. Quando
usamos uma faca cega e cortamos rápido, precisamos
aplicar mais força.
Essa força extra esmaga mais células da cebola,
fazendo com que o líquido saia com muito mais pressão, como se fosse um jato de água escapando de um
balão estourado. O resultado é uma nuvem de gotículas voando longe, direto para os nossos olhos.
Agora, se usamos uma faca bem afiada e cortamos
devagar, a força necessária é menor. Menos força significa menos células rompidas de uma vez e, portanto,
menos gotinhas irritantes voando pelo ar. Assim, a
concentração do gás que causa lágrimas diminui e o
cozinheiro pode continuar sorrindo.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bibi-bailas/2025/11/
por-que-cortar-cebola-faz-chorar-a-fisica-por-tras-das-lagrimas-dacozinha.shtml
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Leia com atenção o texto abaixo:
Por que cortar cebola faz chorar?
A física por trás das lágrimas da cozinha
Você já viu alguém chorar enquanto cortava uma
cebola? Pois saiba que a culpa não é dela, e sim da
física e da química que vivem dentro desse vegetal.
Quando cortamos uma cebola, ela libera uma verdadeira chuva de minúsculas gotinhas cheias de substâncias que irritam os olhos.
Dentro de cada camada da cebola existem células
cheias de líquido, como se fossem pequenos balões
de água. Essas células guardam um composto que,
quando entra em contato com o ar, se transforma em
uma substância chamada propanetial S-óxido, que é o
vilão responsável pelas lágrimas.
Ele sobe no ar e alcança nossos olhos, ativando nervos
sensíveis que fazem os olhos arderem e lacrimejarem
para se proteger.
Mas o que a física tem a ver com isso? Tudo. Pesquisadores descobriram que o jeito e a ferramenta usados
para cortar a cebola fazem muita diferença. Quando
usamos uma faca cega e cortamos rápido, precisamos
aplicar mais força.
Essa força extra esmaga mais células da cebola,
fazendo com que o líquido saia com muito mais pressão, como se fosse um jato de água escapando de um
balão estourado. O resultado é uma nuvem de gotículas voando longe, direto para os nossos olhos.
Agora, se usamos uma faca bem afiada e cortamos
devagar, a força necessária é menor. Menos força significa menos células rompidas de uma vez e, portanto,
menos gotinhas irritantes voando pelo ar. Assim, a
concentração do gás que causa lágrimas diminui e o
cozinheiro pode continuar sorrindo.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bibi-bailas/2025/11/
por-que-cortar-cebola-faz-chorar-a-fisica-por-tras-das-lagrimas-dacozinha.shtml
Esse pronome é:
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Leia com atenção o texto abaixo:
Por que cortar cebola faz chorar?
A física por trás das lágrimas da cozinha
Você já viu alguém chorar enquanto cortava uma
cebola? Pois saiba que a culpa não é dela, e sim da
física e da química que vivem dentro desse vegetal.
Quando cortamos uma cebola, ela libera uma verdadeira chuva de minúsculas gotinhas cheias de substâncias que irritam os olhos.
Dentro de cada camada da cebola existem células
cheias de líquido, como se fossem pequenos balões
de água. Essas células guardam um composto que,
quando entra em contato com o ar, se transforma em
uma substância chamada propanetial S-óxido, que é o
vilão responsável pelas lágrimas.
Ele sobe no ar e alcança nossos olhos, ativando nervos
sensíveis que fazem os olhos arderem e lacrimejarem
para se proteger.
Mas o que a física tem a ver com isso? Tudo. Pesquisadores descobriram que o jeito e a ferramenta usados
para cortar a cebola fazem muita diferença. Quando
usamos uma faca cega e cortamos rápido, precisamos
aplicar mais força.
Essa força extra esmaga mais células da cebola,
fazendo com que o líquido saia com muito mais pressão, como se fosse um jato de água escapando de um
balão estourado. O resultado é uma nuvem de gotículas voando longe, direto para os nossos olhos.
Agora, se usamos uma faca bem afiada e cortamos
devagar, a força necessária é menor. Menos força significa menos células rompidas de uma vez e, portanto,
menos gotinhas irritantes voando pelo ar. Assim, a
concentração do gás que causa lágrimas diminui e o
cozinheiro pode continuar sorrindo.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bibi-bailas/2025/11/
por-que-cortar-cebola-faz-chorar-a-fisica-por-tras-das-lagrimas-dacozinha.shtml
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Leia com atenção o texto abaixo:
Por que cortar cebola faz chorar?
A física por trás das lágrimas da cozinha
Você já viu alguém chorar enquanto cortava uma
cebola? Pois saiba que a culpa não é dela, e sim da
física e da química que vivem dentro desse vegetal.
Quando cortamos uma cebola, ela libera uma verdadeira chuva de minúsculas gotinhas cheias de substâncias que irritam os olhos.
Dentro de cada camada da cebola existem células
cheias de líquido, como se fossem pequenos balões
de água. Essas células guardam um composto que,
quando entra em contato com o ar, se transforma em
uma substância chamada propanetial S-óxido, que é o
vilão responsável pelas lágrimas.
Ele sobe no ar e alcança nossos olhos, ativando nervos
sensíveis que fazem os olhos arderem e lacrimejarem
para se proteger.
Mas o que a física tem a ver com isso? Tudo. Pesquisadores descobriram que o jeito e a ferramenta usados
para cortar a cebola fazem muita diferença. Quando
usamos uma faca cega e cortamos rápido, precisamos
aplicar mais força.
Essa força extra esmaga mais células da cebola,
fazendo com que o líquido saia com muito mais pressão, como se fosse um jato de água escapando de um
balão estourado. O resultado é uma nuvem de gotículas voando longe, direto para os nossos olhos.
Agora, se usamos uma faca bem afiada e cortamos
devagar, a força necessária é menor. Menos força significa menos células rompidas de uma vez e, portanto,
menos gotinhas irritantes voando pelo ar. Assim, a
concentração do gás que causa lágrimas diminui e o
cozinheiro pode continuar sorrindo.
[…]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bibi-bailas/2025/11/
por-que-cortar-cebola-faz-chorar-a-fisica-por-tras-das-lagrimas-dacozinha.shtml
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Segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa atualmente em vigor, o uso do trema ( ¨ ) é permitido apenas:
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