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TEXTO II:
Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É,
sobretudo, criar condições para que os alunos
compreendam que a linguagem organiza a experiência
humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança
participa de práticas sociais mediadas pela linguagem:
escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas,
expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa
ao seu redor.
Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais
sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais —
narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e
instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada
texto responde a uma intenção comunicativa específica e
circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir
textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações
situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.
Nesse processo, a leitura assume papel central.
Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos
prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar
informações e estabelecer relações entre partes do texto.
Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção
da coerência e para a progressão temática.
Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um
exercício mecânico de classificação e passa a integrar a
reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao
articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de
língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes
de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos
adequados a diferentes situações comunicativas, conforme
orienta a Base Nacional Comum Curricular.
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TEXTO II:
Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É,
sobretudo, criar condições para que os alunos
compreendam que a linguagem organiza a experiência
humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança
participa de práticas sociais mediadas pela linguagem:
escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas,
expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa
ao seu redor.
Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais
sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais —
narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e
instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada
texto responde a uma intenção comunicativa específica e
circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir
textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações
situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.
Nesse processo, a leitura assume papel central.
Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos
prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar
informações e estabelecer relações entre partes do texto.
Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção
da coerência e para a progressão temática.
Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um
exercício mecânico de classificação e passa a integrar a
reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao
articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de
língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes
de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos
adequados a diferentes situações comunicativas, conforme
orienta a Base Nacional Comum Curricular.
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Em um exercício de revisão textual, o professor orienta
os alunos a substituírem repetições excessivas de
palavras por pronomes, a fim de tornar o texto mais
fluido.
Essa orientação está diretamente relacionada ao uso de mecanismos de:
Essa orientação está diretamente relacionada ao uso de mecanismos de:
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Ao analisar um texto produzido por um aluno, a
professora percebe que, embora as frases estejam
corretamente escritas, as ideias apresentadas não
mantêm relação lógica entre si, dificultando a
compreensão global da mensagem.
O problema identificado está relacionado à ausência de:
O problema identificado está relacionado à ausência de:
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Ao solicitar que os alunos escrevam um pequeno texto
explicando como funciona um brinquedo ou um objeto
da sala, o professor está estimulando a produção de um
gênero textual cuja finalidade principal é informar.
Esse gênero pertence à ordem:
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Em uma roda de conversa, os alunos relatam
acontecimentos vividos no final de semana,
organizando oralmente os fatos em sequência
temporal. O professor utiliza a atividade para trabalhar
um gênero textual oral específico.
Nesse caso, trata-se de um gênero da ordem:
Nesse caso, trata-se de um gênero da ordem:
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Durante uma atividade em sala, a professora solicita
que os alunos contem oralmente uma história fictícia
com personagens, tempo e espaço definidos. A
proposta tem como foco o desenvolvimento de um
gênero específico da prática de linguagem.
A atividade descrita está relacionada ao gênero da ordem:
A atividade descrita está relacionada ao gênero da ordem:
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TEXTO I
A linguagem não apenas descreve o mundo: ela o organiza.
Ao selecionar palavras, silenciar outras e escolher
determinados modos de dizer, o sujeito constrói uma
perspectiva específica da realidade, que nunca é neutra nem
desinteressada.
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TEXTO I
A linguagem não apenas descreve o mundo: ela o organiza.
Ao selecionar palavras, silenciar outras e escolher
determinados modos de dizer, o sujeito constrói uma
perspectiva específica da realidade, que nunca é neutra nem
desinteressada.
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TEXTO I
A linguagem não apenas descreve o mundo: ela o organiza.
Ao selecionar palavras, silenciar outras e escolher
determinados modos de dizer, o sujeito constrói uma
perspectiva específica da realidade, que nunca é neutra nem
desinteressada.
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