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4009428 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:

• “‘A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem’.” (4° parágrafo)
• “Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando mudou para a pequena cidade.” (5° parágrafo)

Nos contextos em que foram empregados, os termos destacados introduzem, correta e respectivamente, relações de sentido de
 

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4009427 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo “só” está empregado com o mesmo sentido que tem em “Charlotte experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga…” (5° parágrafo).
 

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4009426 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que os pronomes destacados na passagem reescrita estão empregados de acordo com a norma-padrão e preservam o sentido original do texto.
 

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4009425 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Charlotte tem 102 anos, e seu filho afirma que ela é sociável.

Tais informações equivalem a dizer que ela é, portanto, uma senhora
 

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4009424 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
A expressão “Nesse cenário” (2º parágrafo) faz referência
 

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4009423 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem


    Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco mais do que isso.

    Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
    Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído em algum momento do século 19 e que está em sua família há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).

    Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês: “A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em amar o que você tem”.

    Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para não se entediar quando se mudou para a pequena cidade. Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu, simplesmente:

    – Serenidade.

    Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”, comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”

    Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
    Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/ professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem- -simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
Um aspecto que se destaca na maneira de pensar de Charlotte é
 

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4009417 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Barbosa (2007) destaca a existência de diferentes culturas nas sociedades, em permanente movimento, interinfluência e reconstrução. Por isso, “para garantir o caráter de universalização da escolarização das crianças, é preciso defender a interlocução com a diversidade social e cultural, das crianças e dos adultos, das culturas familiares e suas formas de socialização, das culturas consideradas legítimas e ilegítimas promovidas pela escola”. Para Barbosa, precisa-se de uma escola _____________, mas não excludente. Outro aspecto que merece atenção no que se refere ao âmbito cultural, abordado Buckingham (2010), é o da cultura digital, a educação midiática e seu lugar na escolarização. Para Buckingham “num ambiente que é cada vez mais dominado pela proliferação da mídia eletrônica e das demandas e dos imperativos da cultura de consumo, a escola precisa, com urgência, assumir um papel mais _____________”.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
 

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4009415 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Sabe-se que aprendizagem e socialização são processos interdependentes e essenciais para o desenvolvimento humano. Sabe-se, também, que a socialização ocorre em diversas instituições, como a família, a escola e grupos sociais, e a aprendizagem acontece tanto de modo formal quanto informal. Muitas vezes ela ocorre por meio da observação e interação com o outro. Relativamente a esses processos, Barbosa (2007) dispõe que “As crianças têm um modo ativo de ser e habitar o mundo, elas atuam na criação de relações sociais, nos processos de aprendizagem e de produção de conhecimento desde muito pequenas.
Sua inserção no mundo acontece pela observação cotidiana das atividades dos adultos, uma observação e participação heterodoxa que possibilitam que elas
 

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4009392 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP

Leia o texto a seguir:

Você já parou para pensar como fotos perfeitas têm impacto na forma como a gente se vê? A era dos filtros virou assunto mundial _______ ela mudou nossa relação com nós mesmos e com os outros.

Esses filtros podem dar outra cor _______ pele, alterar o formato do rosto e até modificar o cenário. Psicólogos estão atentos_______ transformação. Os filtros podem alimentar a insatisfação com a própria imagem, gerando ansiedade e até transtornos alimentares.

Vários motivos ajudam a explicar _______ os filtros dominaram as redes. Primeiro, a tecnologia ficou acessível e simples. Além disso, os influenciadores digitais impulsionaram essa moda, mostrando que “ficar bem na foto” era uma arte necessária para o sucesso on-line.

(“A era dos filtros está transformando a autoestima hoje”, 25.05.2025.

Disponível em: www.uai.com.br. Adaptado)

As lacunas do texto são completadas, correta e respectivamente, por:

 

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4009391 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
A concordância verbal e nominal está em conformidade com a norma-padrão na frase:
 

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