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Leia a tira para responder à questão.

(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 30.09.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
• É sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente digital realmente acontece. E a maioria dos cidadãos não essa camada.
• A transformação digital é irreversível, mas é preciso que alicerces, embora eles invisíveis à maior parte da sociedade.
• É justamente a base e a fundação invisível que sustentam todo o ecossistema digital. Se não elas, as aplicações mais modernas e inovadoras não ficar de pé.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
• Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida. (3o parágrafo)
• À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços digitais que movem a economia e a sociedade. (5º parágrafo)
As expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de
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A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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Leia a charge a seguir:
(Nani. Disponível em: nanihumor.com)
O principal efeito de sentido da charge é desencadeado pela
(Nani. Disponível em: nanihumor.com)
O principal efeito de sentido da charge é desencadeado pela
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Leia o texto a seguir:
Quando amigas de Charlotte vão _________ aulas de ioga, proporcionam ________ ela a companhia de que precisa. Alentada por isso, ela ministra suas aulas de segunda _________ sexta-feira, sempre _________ 10h.
De acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, as lacunas são preenchidas respectivamente por:
Quando amigas de Charlotte vão _________ aulas de ioga, proporcionam ________ ela a companhia de que precisa. Alentada por isso, ela ministra suas aulas de segunda _________ sexta-feira, sempre _________ 10h.
De acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, as lacunas são preenchidas respectivamente por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem-
-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Professora de ioga de 102 anos ensina sua abordagem
simples para envelhecer bem
Desde 1982, Charlotte, agora com 102 anos, ensina
ioga em Léré, uma vila francesa na região do Loire. Suas
ruas sinuosas são ladeadas por casas precárias e pequenos
comércios, muitos aparentemente abandonados. Pode-se
encontrar uma ovelha ou um burro pelo caminho, mas pouco
mais do que isso.
Nesse cenário, está localizado seu estúdio – uma
pequena sala quadrada, de paredes pintadas em tom pêssego, instalada no prédio de uma antiga delegacia. Os vestiários já foram celas de prisão.
Encontrei Charlotte em sua casa, um chalé construído
em algum momento do século 19 e que está em sua família
há pelo menos cem anos. Seu filho Claude, de 69 anos, nos
acompanhou para traduzir (Charlotte fala francês e alemão).
Reunimo-nos na sala de estar, decorada com paisagens
naturais, fotos da família e estatuetas em diferentes posições de ioga. Sobre um móvel, uma placa dizia, em francês:
“A felicidade não está em ter tudo o que você quer, mas em
amar o que você tem”.
Charlotte só experimentou a ioga aos 50 anos, incentivada por uma amiga, como forma de descansar das tarefas
domésticas. Começou a dar aulas uma década depois, para
não se entediar quando se mudou para a pequena cidade.
Quando perguntei o que a ioga lhe oferecia, ela respondeu,
simplesmente:
– Serenidade.
Esse é o tom mais filosófico que Charlotte adota, seja
sobre sua prática, seja sobre sua idade avançada. Ela atribui esta última à boa sorte. “Não tenho muitos problemas”,
comentou. “Tenho uma atividade de que gosto.”
Segundo Charlotte, o que mais a sustenta, tanto na prática de ioga quanto na vida, são suas alunas e o apoio social
que elas oferecem. Isso coincide com pesquisas que mostram que pessoas que desafiam os padrões do envelhecimento valorizam muito os relacionamentos sociais.
Para Claude, ver a mãe se manter tão sociável na velhice
influenciou mais sua própria visão sobre envelhecer do que
qualquer outra coisa. “Ela gosta de pessoas”, disse ele, “e
tem facilidade no contato com os outros”. Ele deseja o mesmo para si.
(Danielle Friedman, “Professora de ioga de 102 anos ensina sua
abordagem simples para envelhecer bem”, O Estado de S.Paulo.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/saude/
professora-de-ioga-de-102-anos-ensina-sua-abordagem-
-simples-para-envelhecer-bem/. Adaptado)
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