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4009280 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Acerca da pontuação empregada no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. No trecho “diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios”, a vírgula separa o vocativo do sujeito da oração.
II. Os travessões empregados, no segundo parágrafo, podem ser substituídos por vírgulas sem prejuízo de sentido.
III. Nos termos “salário emocional” e “roubar”, as aspas desempenham a mesma função: destacar um sentido especial usado no contexto.
IV. Em “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, as aspas destacam um discurso direto.

Assinale a alternativa correta.
 

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4009279 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Sobre as características da linguagem do texto, assinale a alternativa correta.
 

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4009278 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.
Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.
Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.
Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.
Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.
Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.
(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um fato apresentado no texto.
 

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4009277 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Sobre o trecho “O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica”, considere as afirmativas a seguir.

I. A repetição do verbo “investir” prejudica a progressão coerente do enunciado.
II. Os termos “relevância” e “fortalecimento” têm papel de caracterizar a palavra “conhecimento”.
III. A locução “da profissão” atribui uma característica ao termo “fortalecimento”.
IV. O uso da expressão “seja...seja” introduz alternativas, funcionando como conjunção.

Assinale a alternativa correta.
 

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4009276 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Sobre o último parágrafo do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A conjunção “mas”, precedida da expressão “não é apenas”, tem sentido de adição de ideias.
II. O termo “que” pode ser substituído pela palavra “onde”, sem prejuízo de sentido.
III. A expressão informal “Cabe a nós criar” é típica da oralidade.
IV. A última oração classifica-se como um período simples com sujeito composto.

Assinale a alternativa correta.
 

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4009275 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Acerca dos recursos linguísticos empregados no primeiro parágrafo do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. Nas duas ocorrências do termo “para”, os sentidos são diferentes: na primeira indica finalidade e na segunda é um elemento coesivo.
II. Duas funções são desempenhadas pelo termo “que”, nas três ocorrências: duas vezes como pronome relativo e uma vez como conjunção.
III. Os pronomes “nossa” e “nos” são utilizados pelo produtor do texto com a intenção de incluir o público-leitor da revista.
IV. Os dois pontos empregados ocupam o espaço de um termo com sentido conclusivo, podendo ser substituídos pela palavra “portanto”.

Assinale a alternativa correta.
 

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4009274 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Sobre a construção sintática do texto, assinale a alternativa correta.
 

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4009273 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.
O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.
O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.
(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo do texto.
 

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4009240 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?
Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.
Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.
Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]
Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?
(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Em relação às figuras de linguagem empregadas no texto, assinale a alternativa correta.

 

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4009239 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?
Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.
Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.
Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]
Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?
(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)
Acerca dos recursos linguístico-semânticos utilizados no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A conjunção “mas”, nas três ocorrências nos dois primeiros parágrafos, apresenta o mesmo efeito de sentido: opor as informações ditas anteriormente.

II. No período composto “É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido”, o termo “nem” expressa adição de ideia.

III. No trecho “e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas”, a oração entre vírgulas é explicativa.

IV. Na oração “quando a vida deixa de ser vida”, há um efeito de sentido condicional em relação ao período posterior.

Assinale a alternativa correta.
 

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