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O que são as engenhosas caixas de Ward e como
elas transformaram a economia mundial
A história das descobertas científicas inclui criações que,
motivadas por interesses pessoais, acabaram
produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que
ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela
botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem
à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava
terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa
febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em
busca de espécies exóticas.
Embora tenha se formado em medicina, Ward
dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em
Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter
vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A
Revolução Industrial havia transformado o ambiente
urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia
seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.
A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao
observar uma crisálida mantida em um recipiente de
vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de
um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de
evaporação e condensação, criando um microambiente
estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma
estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira,
capaz de proteger plantas do ar contaminado.
Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward
percebeu que sua invenção podia resolver outro
problema recorrente: o transporte de plantas em longas
viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas
sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando
a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado
aplicações domésticas e médicas para seu invento, não
antecipou o impacto que ele teria sobre a economia
global.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de
plantas entre continentes. Importadores passaram a
relatar índices de sobrevivência muito superiores aos
anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu.
Potências imperiais logo perceberam seu valor
estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para
romper o monopólio chinês do chá, permitindo o
contrabando de mudas e a implantação de grandes
plantações na Índia.
Processo semelhante ocorreu com a borracha.
Sementes da seringueira amazônica foram transportadas
em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e,
depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a
plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil
perdeu sua posição central no comércio mundial do
produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.
Outros impérios também recorreram à invenção. A
Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando
a expansão europeia nos trópicos. O cacau,
originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se
pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas
regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o
transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da
polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado
para Madagascar.
Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e
agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas
estruturas simples. O que começou como uma solução
engenhosa para um problema pessoal acabou
reconfigurando cadeias produtivas, mercados e
paisagens, deixando uma marca profunda na geografia
botânica e na economia mundial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Considerando a linguagem verbal e não verbal na construção de sentidos do texto, assinale a alternativa correta.
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O que são as engenhosas caixas de Ward e como
elas transformaram a economia mundial
A história das descobertas científicas inclui criações que,
motivadas por interesses pessoais, acabaram
produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que
ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela
botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem
à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava
terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa
febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em
busca de espécies exóticas.
Embora tenha se formado em medicina, Ward
dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em
Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter
vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A
Revolução Industrial havia transformado o ambiente
urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia
seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.
A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao
observar uma crisálida mantida em um recipiente de
vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de
um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de
evaporação e condensação, criando um microambiente
estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma
estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira,
capaz de proteger plantas do ar contaminado.
Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward
percebeu que sua invenção podia resolver outro
problema recorrente: o transporte de plantas em longas
viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas
sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando
a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado
aplicações domésticas e médicas para seu invento, não
antecipou o impacto que ele teria sobre a economia
global.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de
plantas entre continentes. Importadores passaram a
relatar índices de sobrevivência muito superiores aos
anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu.
Potências imperiais logo perceberam seu valor
estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para
romper o monopólio chinês do chá, permitindo o
contrabando de mudas e a implantação de grandes
plantações na Índia.
Processo semelhante ocorreu com a borracha.
Sementes da seringueira amazônica foram transportadas
em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e,
depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a
plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil
perdeu sua posição central no comércio mundial do
produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.
Outros impérios também recorreram à invenção. A
Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando
a expansão europeia nos trópicos. O cacau,
originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se
pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas
regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o
transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da
polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado
para Madagascar.
Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e
agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas
estruturas simples. O que começou como uma solução
engenhosa para um problema pessoal acabou
reconfigurando cadeias produtivas, mercados e
paisagens, deixando uma marca profunda na geografia
botânica e na economia mundial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Considerando aspectos de morfossintaxe no período, assinale a alternativa correta.
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O que são as engenhosas caixas de Ward e como
elas transformaram a economia mundial
A história das descobertas científicas inclui criações que,
motivadas por interesses pessoais, acabaram
produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que
ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela
botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem
à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava
terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa
febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em
busca de espécies exóticas.
Embora tenha se formado em medicina, Ward
dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em
Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter
vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A
Revolução Industrial havia transformado o ambiente
urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia
seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.
A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao
observar uma crisálida mantida em um recipiente de
vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de
um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de
evaporação e condensação, criando um microambiente
estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma
estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira,
capaz de proteger plantas do ar contaminado.
Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward
percebeu que sua invenção podia resolver outro
problema recorrente: o transporte de plantas em longas
viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas
sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando
a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado
aplicações domésticas e médicas para seu invento, não
antecipou o impacto que ele teria sobre a economia
global.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de
plantas entre continentes. Importadores passaram a
relatar índices de sobrevivência muito superiores aos
anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu.
Potências imperiais logo perceberam seu valor
estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para
romper o monopólio chinês do chá, permitindo o
contrabando de mudas e a implantação de grandes
plantações na Índia.
Processo semelhante ocorreu com a borracha.
Sementes da seringueira amazônica foram transportadas
em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e,
depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a
plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil
perdeu sua posição central no comércio mundial do
produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.
Outros impérios também recorreram à invenção. A
Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando
a expansão europeia nos trópicos. O cacau,
originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se
pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas
regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o
transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da
polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado
para Madagascar.
Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e
agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas
estruturas simples. O que começou como uma solução
engenhosa para um problema pessoal acabou
reconfigurando cadeias produtivas, mercados e
paisagens, deixando uma marca profunda na geografia
botânica e na economia mundial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Considerando a regência verbal da forma destacada no período, assinale a alternativa correta.
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O que são as engenhosas caixas de Ward e como
elas transformaram a economia mundial
A história das descobertas científicas inclui criações que,
motivadas por interesses pessoais, acabaram
produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que
ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela
botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem
à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava
terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa
febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em
busca de espécies exóticas.
Embora tenha se formado em medicina, Ward
dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em
Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter
vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A
Revolução Industrial havia transformado o ambiente
urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia
seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.
A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao
observar uma crisálida mantida em um recipiente de
vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de
um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de
evaporação e condensação, criando um microambiente
estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma
estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira,
capaz de proteger plantas do ar contaminado.
Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward
percebeu que sua invenção podia resolver outro
problema recorrente: o transporte de plantas em longas
viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas
sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando
a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado
aplicações domésticas e médicas para seu invento, não
antecipou o impacto que ele teria sobre a economia
global.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de
plantas entre continentes. Importadores passaram a
relatar índices de sobrevivência muito superiores aos
anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu.
Potências imperiais logo perceberam seu valor
estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para
romper o monopólio chinês do chá, permitindo o
contrabando de mudas e a implantação de grandes
plantações na Índia.
Processo semelhante ocorreu com a borracha.
Sementes da seringueira amazônica foram transportadas
em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e,
depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a
plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil
perdeu sua posição central no comércio mundial do
produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.
Outros impérios também recorreram à invenção. A
Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando
a expansão europeia nos trópicos. O cacau,
originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se
pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas
regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o
transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da
polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado
para Madagascar.
Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e
agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas
estruturas simples. O que começou como uma solução
engenhosa para um problema pessoal acabou
reconfigurando cadeias produtivas, mercados e
paisagens, deixando uma marca profunda na geografia
botânica e na economia mundial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Considerando os significados contextuais das expressões linguísticas no texto, assinale a alternativa correta.
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O que são as engenhosas caixas de Ward e como
elas transformaram a economia mundial
A história das descobertas científicas inclui criações que,
motivadas por interesses pessoais, acabaram
produzindo efeitos inesperados e duradouros. Foi o que
ocorreu com Nathaniel Bagshaw Ward, cujo fascínio pela
botânica surgiu ainda na juventude, durante uma viagem
à Jamaica. No século 19, esse interesse encontrava
terreno fértil na Inglaterra, então tomada por uma intensa
febre botânica, que mobilizava amadores e cientistas em
busca de espécies exóticas.
Embora tenha se formado em medicina, Ward
dedicou-se também à botânica e à entomologia. Em
Londres, porém, enfrentava dificuldades para manter
vivas muitas plantas, especialmente fetos e musgos. A
Revolução Industrial havia transformado o ambiente
urbano, e a poluição gerada pelas fábricas comprometia
seriamente a sobrevivência das espécies cultivadas.
A solução surgiu de modo fortuito. Por volta de 1829, ao
observar uma crisálida mantida em um recipiente de
vidro selado, Ward notou o crescimento inesperado de
um feto. O recipiente reproduzia um ciclo básico de
evaporação e condensação, criando um microambiente
estável. A partir dessa constatação, ele concebeu uma
estufa selada em miniatura, feita de vidro e madeira,
capaz de proteger plantas do ar contaminado.
Os experimentos mostraram-se eficazes, e Ward
percebeu que sua invenção podia resolver outro
problema recorrente: o transporte de plantas em longas
viagens marítimas. Em testes com a Austrália, as plantas
sobreviveram tanto na ida quanto na volta, comprovando
a viabilidade do método. Embora Ward tenha imaginado
aplicações domésticas e médicas para seu invento, não
antecipou o impacto que ele teria sobre a economia
global.
As caixas de Ward revolucionaram o transporte de
plantas entre continentes. Importadores passaram a
relatar índices de sobrevivência muito superiores aos
anteriores, e a técnica rapidamente se difundiu.
Potências imperiais logo perceberam seu valor
estratégico. No caso britânico, o método foi decisivo para
romper o monopólio chinês do chá, permitindo o
contrabando de mudas e a implantação de grandes
plantações na Índia.
Processo semelhante ocorreu com a borracha.
Sementes da seringueira amazônica foram transportadas
em caixas de Ward para jardins botânicos europeus e,
depois, para o Sudeste Asiático, onde deram origem a
plantações altamente produtivas. Com isso, o Brasil
perdeu sua posição central no comércio mundial do
produto, que passou a beneficiar o Império Britânico.
Outros impérios também recorreram à invenção. A
Cinchona, fonte da quinina usada no combate à malária, foi levada dos Andes para colônias asiáticas, viabilizando
a expansão europeia nos trópicos. O cacau,
originalmente concentrado nas Américas, espalhou-se
pela África Ocidental e pela Ásia, transformando essas
regiões em grandes produtoras. Já a baunilha, após o
transporte em caixas de Ward e o desenvolvimento da
polinização manual, teve seu centro produtivo deslocado
para Madagascar.
Ao longo do tempo, inúmeras plantas ornamentais e
agrícolas atravessaram oceanos protegidas por essas
estruturas simples. O que começou como uma solução
engenhosa para um problema pessoal acabou
reconfigurando cadeias produtivas, mercados e
paisagens, deixando uma marca profunda na geografia
botânica e na economia mundial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yq23zzel3o.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à tipologia textual predominante no texto-base apresentado.
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A pragmática examina o modo como o significado se
constrói no uso efetivo da linguagem, levando em conta
contexto, intenção comunicativa e inferências
compartilhadas, o que evidencia que o sentido resulta da
interação entre enunciado e situação discursiva (YULE,
2020).
Considerando a pragmática na linguagem e o significado contextual, assinale a alternativa correta.
Considerando a pragmática na linguagem e o significado contextual, assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
As estruturas linguísticas orientam a produção de
mensagens adequadas porque articulam escolhas
sintáticas, semânticas e pragmáticas que condicionam a
clareza, a coerência e a aceitabilidade do enunciado em
situações comunicativas específicas (KOCH, 2011).
Considerando as estruturas linguísticas no processo de construção de mensagens adequadas, assinale a alternativa correta.
Considerando as estruturas linguísticas no processo de construção de mensagens adequadas, assinale a alternativa correta.
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Estudo citado por vinte e cinco anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há cerca de vinte e cinco anos, que
afirmava que o agrotóxico glifosato não oferecia riscos à
saúde humana nem causava câncer, foi excluído em
dezembro da revista científica que o havia divulgado. O
artigo, produzido no fim da década de 1990, tornou-se
por décadas uma das principais referências para
embasar decisões regulatórias favoráveis ao uso do
produto.
O glifosato é um dos agrotóxicos mais utilizados no
mundo, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos.
Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o
herbicida teve papel decisivo na expansão da produção
agrícola brasileira e na consolidação do país como maior
produtor mundial do grão.
Segundo comunicado da revista, a exclusão ocorreu
devido a problemas considerados graves o suficiente
para comprometer a integridade acadêmica do trabalho e
a confiabilidade de suas conclusões. Entre as falhas
apontadas estão a participação de funcionários da
Monsanto na elaboração do artigo e o fato de ele se
apoiar essencialmente em um único estudo produzido
pela própria empresa, historicamente a principal
fabricante do glifosato, comercializado sob a marca
Roundup e hoje pertencente à Bayer.
A publicação reconheceu que o artigo exerceu influência
significativa em decisões regulatórias relacionadas ao
glifosato por décadas. A retratação foi justificada pela
falta de transparência sobre a autoria de trechos do texto
e pela incerteza quanto à independência das conclusões,
especialmente na afirmação de que o glifosato não
apresenta potencial cancerígeno. Também foram
mencionadas decisões judiciais que indicam a
possibilidade de compensação financeira aos autores,
informação que não constava no artigo original.
No Brasil, em 2019, a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária concluiu sua reavaliação toxicológica do
glifosato e decidiu manter sua autorização de uso,
alegando inexistência de evidências científicas
conclusivas de que cause câncer, mutações genéticas
ou má-formação fetal. Nos Estados Unidos, o produto
segue considerado seguro pelas autoridades ambientais,
com nova reavaliação prevista para 2026 após ações
judiciais de entidades ambientais e de defesa de
trabalhadores. Na União Europeia, a aprovação do
glifosato foi renovada por mais dez anos em 2023.
Essas posições contrastam com a conclusão da Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer, vinculada à
Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou
o glifosato como "provavelmente cancerígeno" com base
em ampla revisão de estudos científicos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a indenizar um trabalhador que atribuiu
o desenvolvimento de câncer ao uso de produtos à base
de glifosato. Desde então, a Bayer firmou acordos
bilionários para encerrar milhares de processos
relacionados ao Roundup, sem admissão de culpa, e
manteve a comercialização do herbicida.
O glifosato é o princípio ativo de diversos herbicidas.
Introduzido no mercado na década de 1970, teve sua
patente expirada em 2000 e passou a ser fabricado por
diferentes empresas. É utilizado na agricultura, na
silvicultura, em áreas industriais e em jardins, embora
alguns países e cidades tenham restringido ou proibido
seu uso em espaços públicos. Por ser não seletivo,
elimina a maioria das plantas, o que levou ao
desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas
para resistir à substância, como a soja. Sua aplicação
costuma ocorrer antes do plantio, para reduzir a
competição com plantas daninhas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko.adaptado.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se: (considere alterações se necessário)
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Estudo citado por vinte e cinco anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há cerca de vinte e cinco anos, que
afirmava que o agrotóxico glifosato não oferecia riscos à
saúde humana nem causava câncer, foi excluído em
dezembro da revista científica que o havia divulgado. O
artigo, produzido no fim da década de 1990, tornou-se
por décadas uma das principais referências para
embasar decisões regulatórias favoráveis ao uso do
produto.
O glifosato é um dos agrotóxicos mais utilizados no
mundo, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos.
Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o
herbicida teve papel decisivo na expansão da produção
agrícola brasileira e na consolidação do país como maior
produtor mundial do grão.
Segundo comunicado da revista, a exclusão ocorreu
devido a problemas considerados graves o suficiente
para comprometer a integridade acadêmica do trabalho e
a confiabilidade de suas conclusões. Entre as falhas
apontadas estão a participação de funcionários da
Monsanto na elaboração do artigo e o fato de ele se
apoiar essencialmente em um único estudo produzido
pela própria empresa, historicamente a principal
fabricante do glifosato, comercializado sob a marca
Roundup e hoje pertencente à Bayer.
A publicação reconheceu que o artigo exerceu influência
significativa em decisões regulatórias relacionadas ao
glifosato por décadas. A retratação foi justificada pela
falta de transparência sobre a autoria de trechos do texto
e pela incerteza quanto à independência das conclusões,
especialmente na afirmação de que o glifosato não
apresenta potencial cancerígeno. Também foram
mencionadas decisões judiciais que indicam a
possibilidade de compensação financeira aos autores,
informação que não constava no artigo original.
No Brasil, em 2019, a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária concluiu sua reavaliação toxicológica do
glifosato e decidiu manter sua autorização de uso,
alegando inexistência de evidências científicas
conclusivas de que cause câncer, mutações genéticas
ou má-formação fetal. Nos Estados Unidos, o produto
segue considerado seguro pelas autoridades ambientais,
com nova reavaliação prevista para 2026 após ações
judiciais de entidades ambientais e de defesa de
trabalhadores. Na União Europeia, a aprovação do
glifosato foi renovada por mais dez anos em 2023.
Essas posições contrastam com a conclusão da Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer, vinculada à
Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou
o glifosato como "provavelmente cancerígeno" com base
em ampla revisão de estudos científicos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a indenizar um trabalhador que atribuiu
o desenvolvimento de câncer ao uso de produtos à base
de glifosato. Desde então, a Bayer firmou acordos
bilionários para encerrar milhares de processos
relacionados ao Roundup, sem admissão de culpa, e
manteve a comercialização do herbicida.
O glifosato é o princípio ativo de diversos herbicidas.
Introduzido no mercado na década de 1970, teve sua
patente expirada em 2000 e passou a ser fabricado por
diferentes empresas. É utilizado na agricultura, na
silvicultura, em áreas industriais e em jardins, embora
alguns países e cidades tenham restringido ou proibido
seu uso em espaços públicos. Por ser não seletivo,
elimina a maioria das plantas, o que levou ao
desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas
para resistir à substância, como a soja. Sua aplicação
costuma ocorrer antes do plantio, para reduzir a
competição com plantas daninhas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko.adaptado.
Considerando a regência verbal do verbo destacado e a função sintática das expressões preposicionadas no período, assinale a alternativa correta.
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Estudo citado por vinte e cinco anos para defender
agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há cerca de vinte e cinco anos, que
afirmava que o agrotóxico glifosato não oferecia riscos à
saúde humana nem causava câncer, foi excluído em
dezembro da revista científica que o havia divulgado. O
artigo, produzido no fim da década de 1990, tornou-se
por décadas uma das principais referências para
embasar decisões regulatórias favoráveis ao uso do
produto.
O glifosato é um dos agrotóxicos mais utilizados no
mundo, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos.
Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o
herbicida teve papel decisivo na expansão da produção
agrícola brasileira e na consolidação do país como maior
produtor mundial do grão.
Segundo comunicado da revista, a exclusão ocorreu
devido a problemas considerados graves o suficiente
para comprometer a integridade acadêmica do trabalho e
a confiabilidade de suas conclusões. Entre as falhas
apontadas estão a participação de funcionários da
Monsanto na elaboração do artigo e o fato de ele se
apoiar essencialmente em um único estudo produzido
pela própria empresa, historicamente a principal
fabricante do glifosato, comercializado sob a marca
Roundup e hoje pertencente à Bayer.
A publicação reconheceu que o artigo exerceu influência
significativa em decisões regulatórias relacionadas ao
glifosato por décadas. A retratação foi justificada pela
falta de transparência sobre a autoria de trechos do texto
e pela incerteza quanto à independência das conclusões,
especialmente na afirmação de que o glifosato não
apresenta potencial cancerígeno. Também foram
mencionadas decisões judiciais que indicam a
possibilidade de compensação financeira aos autores,
informação que não constava no artigo original.
No Brasil, em 2019, a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária concluiu sua reavaliação toxicológica do
glifosato e decidiu manter sua autorização de uso,
alegando inexistência de evidências científicas
conclusivas de que cause câncer, mutações genéticas
ou má-formação fetal. Nos Estados Unidos, o produto
segue considerado seguro pelas autoridades ambientais,
com nova reavaliação prevista para 2026 após ações
judiciais de entidades ambientais e de defesa de
trabalhadores. Na União Europeia, a aprovação do
glifosato foi renovada por mais dez anos em 2023.
Essas posições contrastam com a conclusão da Agência
Internacional para Pesquisa sobre Câncer, vinculada à
Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou
o glifosato como "provavelmente cancerígeno" com base
em ampla revisão de estudos científicos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a indenizar um trabalhador que atribuiu
o desenvolvimento de câncer ao uso de produtos à base
de glifosato. Desde então, a Bayer firmou acordos
bilionários para encerrar milhares de processos
relacionados ao Roundup, sem admissão de culpa, e
manteve a comercialização do herbicida.
O glifosato é o princípio ativo de diversos herbicidas.
Introduzido no mercado na década de 1970, teve sua
patente expirada em 2000 e passou a ser fabricado por
diferentes empresas. É utilizado na agricultura, na
silvicultura, em áreas industriais e em jardins, embora
alguns países e cidades tenham restringido ou proibido
seu uso em espaços públicos. Por ser não seletivo,
elimina a maioria das plantas, o que levou ao
desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas
para resistir à substância, como a soja. Sua aplicação
costuma ocorrer antes do plantio, para reduzir a
competição com plantas daninhas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko.adaptado.
De acordo com o texto-base, assinale a alternativa correta.
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