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Leia o excerto:
“A cidade cresceu sem planejamento; por isso, hoje enfrenta sérios problemas de mobilidade.”
A expressão “por isso” estabelece, no período, uma relação de:
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Leia o trecho a seguir.
“Naquela sala abafada, o silêncio gritava.”
A figura de linguagem presente na frase e seu efeito de sentido estão corretamente identificados em:
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Considere a seguinte construção: “O relatório técnico foi entregue à direção e ao conselho administrativo da empresa.”
Assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da crase em “à direção”.
Assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da crase em “à direção”.
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- SintaxeRegência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de Linguagem
Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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Da Educação Tradicional à Escola Nova
Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante
do que a outra. A visão do conhecimento em rede
constitui um instrumento para a transformação
potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o
como um processo, algo que não possui um aspecto
definível absolutamente fixo. Implica um sistema
aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que
está em constante fluxo de energia, capaz de
crescimento e de transformação sem fim. A imagem
de rede, tanto do conhecimento em rede como de
redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade,
plasticidade, interatividade, adaptabilidade,
cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a
cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com
adaptações.
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No período “Jamais se deve desconsiderar o
direito do educando à inclusão”, a próclise é
obrigatória, uma vez que o advérbio “jamais”
funciona como elemento atrativo que impede o uso da
ênclise, o que tornaria a frase inadequada no padrão
formal da escrita.
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Quando um documento oficial do Ministério da
Educação, como o Plano Nacional de Educação
(PNE), utiliza expressões como “visa-se à garantia da
qualidade da educação básica”, está empregando,
predominantemente, a função metalinguística da
linguagem, pois discorre sobre a própria linguagem
da política educacional.
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Cadernos
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