Foram encontradas 348.229 questões.
Com relação aos valores semântico-discursivos de
orações adverbiais, assinale a proposição que associa, com
rigor, conector e efeito de sentido.
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Ao revisar um texto coletivo de 9º ano, a equipe detecta
períodos longos com orações adjetivas mal pontuadas e
conectores sem valor lógico definido. Considerando coesão,
pontuação e legibilidade, assinale a afirmativa que qualifica
a intervenção.
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Com relação aos processos de formação de palavras,
assinale a afirmação que descreve, com precisão,
mecanismos e efeitos morfológicos típicos.
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O jornal da escola recebeu três propostas de título para
a mesma matéria:
I. “Cidade cresce além do previsto e redes sofrem pressão”.
II. “Expansão urbana pressiona serviços e exige planejamento”.
II. “Planejamento garante qualidade e corrige excesso de demanda”.
Considerando efeito de sentido e responsabilidade informativa, assinale a assertiva CORRETA.
I. “Cidade cresce além do previsto e redes sofrem pressão”.
II. “Expansão urbana pressiona serviços e exige planejamento”.
II. “Planejamento garante qualidade e corrige excesso de demanda”.
Considerando efeito de sentido e responsabilidade informativa, assinale a assertiva CORRETA.
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Com relação às funções da linguagem em situações
comunicativas escolares, assinale a assertiva que identifica,
com rigor, a predominância funcional em cada quadro.
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Uma professora planeja um dossiê sobre “notícia x
reportagem” com turmas de 8º ano. O material inclui
manchetes, chamadas, corpo de texto, infográficos e
créditos. Considerando a especificidade de gêneros e seus
efeitos de sentido, assinale a proposição que qualifica o
procedimento investigativo do projeto.
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Sobre paráfrase, pressuposto e subentendido, analise
as afirmativas.
I. Pressuposto permanece sob negação do enunciado original e decorre de marcas linguísticas convencionais.
II. Subentendido depende de contexto e de conhecimento de mundo, podendo variar entre interlocutores.
III. Paráfrase preserva o núcleo de sentido com reorganização lexical e sintática, respeitando o escopo argumentativo.
IV. Implicaturas podem emergir do não dito, acionando inferências com base em expectativas de cooperação discursiva.
V. Elipse opera na coesão textual por recuperação contextual de elementos omitidos estrategicamente.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I. Pressuposto permanece sob negação do enunciado original e decorre de marcas linguísticas convencionais.
II. Subentendido depende de contexto e de conhecimento de mundo, podendo variar entre interlocutores.
III. Paráfrase preserva o núcleo de sentido com reorganização lexical e sintática, respeitando o escopo argumentativo.
IV. Implicaturas podem emergir do não dito, acionando inferências com base em expectativas de cooperação discursiva.
V. Elipse opera na coesão textual por recuperação contextual de elementos omitidos estrategicamente.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
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Com relação à progressão temática em textos
expositivos, assinale a afirmação que caracteriza, com
precisão, um encadeamento que favorece coesão e
previsibilidade de foco informacional.
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Leia o texto e responda à questão.
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.
Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita
gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de
outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas
passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos
diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era
simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o
aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar
para acolher e ensinar todo mundo.
Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o
outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da
forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura
política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual
o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se
uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como
sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale
tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que,
por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A
política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional,
retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes,
como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve
estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um
endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como”
a escola organiza sua prática pedagógica para garantir
participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o
risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de
educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado
apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo
paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais
barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como
essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser
arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e
muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas,
pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a
outros grupos marginalizados.
Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas
garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes
com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos
recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga
escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem
organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem
apresenta necessidades educacionais específicas quanto o
aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a
escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com
a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a
educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e
não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica
investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das
famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano.
Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor,
um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e
legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto
pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação
brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos
defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em
espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação
inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
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Leia o texto e responda à questão.
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.
Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita
gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de
outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas
passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos
diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era
simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o
aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar
para acolher e ensinar todo mundo.
Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o
outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da
forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura
política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual
o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se
uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como
sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale
tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que,
por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A
política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional,
retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes,
como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve
estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um
endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como”
a escola organiza sua prática pedagógica para garantir
participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o
risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de
educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado
apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo
paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais
barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como
essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser
arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e
muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas,
pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a
outros grupos marginalizados.
Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas
garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes
com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos
recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga
escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem
organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem
apresenta necessidades educacionais específicas quanto o
aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a
escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com
a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a
educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e
não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica
investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das
famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano.
Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor,
um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e
legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto
pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação
brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos
defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em
espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação
inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
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