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(Paulo Leminski)
No texto acima, é correto afirmar que o autor:
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adolescentes do ano 2000
Elas se telefonam, se bipam, marcam
encontros e se reúnem nervosas diante da
escrivaninha, cadernos e livros abertos e
espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo
da minha adolescência, e entre a minha e a da
minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou,
as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa
permanece imutável. Percebo ao passar pelo
corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão,
sentadas à escrivaninha, livros e cadernos
compulsados, sofregamente. Não, não se diz
caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas,
inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo
da minha adolescência. Na aula a atenção se
dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse,
como hoje, jovens professores, as meninas
gostariam mais. Por que nossos professores
pareciam velhos e sisudos?
Nas vésperas das provas, os estoques de
Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso
passar a noite acordado. Podíamos comprar
Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava,
pois era apenas para as provas. A ansiedade que
essas meninas sentem é a mesma que sofríamos.
Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas.
Viram e reviram páginas do livro, apostilas,
pulam de um ponto ao outro, sem concentração.
Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses
sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica
são feitos? Chegava um momento, na véspera da
prova, que cada um decidia aprender bem um
único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena
educacional. (...)
Há uma diferença entre essa geração e a
minha. A atual não recorre aos poderes
superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo
sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São
Roque. Contam com elas mesmas. Na minha
época, dia de exame final, era uma romaria à
igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como
supor que o coração jamais descansa? Os santos
recebiam com o olhar complacente as promessas
que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo
mudado. A adolescência será sempre uma e
indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos
a vida toda um coração adolescente, dolorido um
dia, sorridente no outro.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do
ano 2000. Disponível em
. <https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima totalmente correta.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adolescentes do ano 2000
Elas se telefonam, se bipam, marcam
encontros e se reúnem nervosas diante da
escrivaninha, cadernos e livros abertos e
espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo
da minha adolescência, e entre a minha e a da
minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou,
as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa
permanece imutável. Percebo ao passar pelo
corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão,
sentadas à escrivaninha, livros e cadernos
compulsados, sofregamente. Não, não se diz
caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas,
inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo
da minha adolescência. Na aula a atenção se
dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse,
como hoje, jovens professores, as meninas
gostariam mais. Por que nossos professores
pareciam velhos e sisudos?
Nas vésperas das provas, os estoques de
Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso
passar a noite acordado. Podíamos comprar
Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava,
pois era apenas para as provas. A ansiedade que
essas meninas sentem é a mesma que sofríamos.
Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas.
Viram e reviram páginas do livro, apostilas,
pulam de um ponto ao outro, sem concentração.
Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses
sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica
são feitos? Chegava um momento, na véspera da
prova, que cada um decidia aprender bem um
único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena
educacional. (...)
Há uma diferença entre essa geração e a
minha. A atual não recorre aos poderes
superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo
sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São
Roque. Contam com elas mesmas. Na minha
época, dia de exame final, era uma romaria à
igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como
supor que o coração jamais descansa? Os santos
recebiam com o olhar complacente as promessas
que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo
mudado. A adolescência será sempre uma e
indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos
a vida toda um coração adolescente, dolorido um
dia, sorridente no outro.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do
ano 2000. Disponível em
. <https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
A palavra destacada no trecho acima possui o mesmo sentido que:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Adolescentes do ano 2000
Elas se telefonam, se bipam, marcam
encontros e se reúnem nervosas diante da
escrivaninha, cadernos e livros abertos e
espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo
da minha adolescência, e entre a minha e a da
minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou,
as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa
permanece imutável. Percebo ao passar pelo
corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão,
sentadas à escrivaninha, livros e cadernos
compulsados, sofregamente. Não, não se diz
caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas,
inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo
da minha adolescência. Na aula a atenção se
dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse,
como hoje, jovens professores, as meninas
gostariam mais. Por que nossos professores
pareciam velhos e sisudos?
Nas vésperas das provas, os estoques de
Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso
passar a noite acordado. Podíamos comprar
Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava,
pois era apenas para as provas. A ansiedade que
essas meninas sentem é a mesma que sofríamos.
Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas.
Viram e reviram páginas do livro, apostilas,
pulam de um ponto ao outro, sem concentração.
Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses
sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica
são feitos? Chegava um momento, na véspera da
prova, que cada um decidia aprender bem um
único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena
educacional. (...)
Há uma diferença entre essa geração e a
minha. A atual não recorre aos poderes
superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo
sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São
Roque. Contam com elas mesmas. Na minha
época, dia de exame final, era uma romaria à
igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como
supor que o coração jamais descansa? Os santos
recebiam com o olhar complacente as promessas
que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo
mudado. A adolescência será sempre uma e
indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos
a vida toda um coração adolescente, dolorido um
dia, sorridente no outro.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do
ano 2000. Disponível em
. <https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
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Na fala do personagem da charge acima, o termo “sem wi-fi” é um termo que:
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Assinale a alternativa que se apresenta
totalmente correta em relação ao emprego do “a”
ou “à”.
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Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta o
emprego correto da palavra destacada.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O tempo
Há quem diga que não se pode brincar com o tempo, que ele é a solução de todas as coisas. Então é só olhar para o relógio e analisar os ponteiros; sempre em sentido horário, eles nos dão a resposta de sempre, que é tida como uma ordem, que é o seguir em frente. A cada avanço do ponteiro, é como se fosse para completar um ciclo e logo iniciar outro, seguir em frente!
Por mais que desejemos que um único segundo nessa vida mudasse contra a sua forma natural, não saberíamos como agir ou reagir, iríamos querer alterar algumas atitudes, muitas vezes feitas por relances e mal pensadas. Mas isso não está ao alcance dos nossos modestos desejos, ou simplesmente da grande revolta do trabalho contínuo dos ponteiros.
O tempo passa rápido demais, até despercebido. Por isso cada atitude deve ser sempre analisada com todos os seus prós e contras; um minuto perdido é muito tempo quando se trata de uma vida, que não se tem tempo definido para obter um fim.
O relógio cumpre apenas o seu papel: de marcar o tempo. O que foi e que não voltará mais e o que virá, no amanhã. Mostra o que perdemos de fazer naquele exato momento e que talvez não tenha tempo suficiente para possuir uma nova oportunidade, é como um abraço e um adeus. É a marca do esquecimento e da lembrança perfeita, é a combinação de emoções e atitudes. Por isso não podemos perder para esse relógio vital. Seguir é o rumo e desistir é o verbo que será inexistente quando o seu sonho for a coisa mais importante para o seu hoje e o amanhã, coisas que nem o tempo irá apagar e nem a memória irá esquecer!
ROCHA, Andressa Francielli. O tempo. Folha de
Londrina. Disponível em
<https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---o-tempo-854738.html?d=1>.
Na expressão destacada do trecho acima, a forma como são apresentados os ponteiros do relógio se utiliza da figura de linguagem conhecida por:
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Assinale a alternativa que completa corretamente
o trecho abaixo:
“Como manifestação presente à experiência vital, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída. Precisamente porque a promoção da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente, umas das tarefas precípuas da prática educativoprogressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade .” (FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia.)
“Como manifestação presente à experiência vital, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída. Precisamente porque a promoção da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente, umas das tarefas precípuas da prática educativoprogressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade .” (FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia.)
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Assinale a alternativa que apresenta
concordância correta da forma verbal destacada.
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