Tipo de comportamento que aumenta a
probabilidade de relação terapêutica e que consiste em
fazer com que o profissional coloque-se “em uma
posição diferente de outros indivíduos da sociedade,
evitando punição, críticas ao cliente, não apontar erros
de pronúncia ou raciocínio e evitar sinais de contra
agressão diante de críticas do cliente” (Saltori;
Parapinski; Luiz, 2021, p. 90).
À luz da psicologia de Jung, o terapeuta, na situação
analítica, ao ajudar o paciente a unir o inconsciente e o
consciente, promovendo uma mudança de atitude passa
a se constituir como uma manifestação do processo
simbólico, e, dessa maneira, se faz de
Um método hodierno tem sido cada vez mais
conhecido no Brasil. Este método se baseia no princípio
de que nada é absoluto, tudo é relativo. Aqui defende-se
que os conceitos são formados à medida em que a
informação externa é processada pelo indivíduo
internamente para então converterem-se neles. A
estrutura interna do método contempla oito chaves de
excelência que são: 1) integridade, 2) compromisso, 3)
falha que conduz ao sucesso, 4) posse, 5) falar com um
bom propósito, 6) flexibilidade, 7) descoberta e 8)
balanço. Este método é, pois, denominado:
Traumas físicos e desajustes emocionais tais como
crises depressivas e síndrome do pânico são algumas
das causas principais, responsáveis por desencadear um
medo irracional, excessivo e persistente da morte. Este
medo configura-se como um distúrbio de ansiedade,
com impactos são nefastos à qualidade de vida daqueles
que o experienciam. Em que pese o fato dos sintomas
variarem de indivíduo para indivíduo, os mais comuns
são insônia, pensamentos obsessivos e sudorese
excessiva. Para algumas pessoas é preciso evitar, até
mesmo, uma menção ou pensamento sobre a morte. Trata-se da:
Ao referir-se à imaginação na adolescência, Lev
Vigotski destaca a existência de dois tipos principais de
imaginação. Para ele, “Esses dois tipos principais
caracterizam-se, basicamente, pelo material de que são
feitas as construções da fantasia e pelas leis dessa
construção [...] Podemos chamar uma de objetiva e
outra de subjetiva” (Vigotski, 2018, p. 51). Estes dois
tipos principais de imaginação são:
Como explica a Sociedade Brasileira de Inteligência
Emocional (Sbie), existe uma síndrome que refere-se às
pessoas que não hesitam em discriminar e/ou perseguir
indivíduos que apresentam capacidades que se
destacam com relação às suas. São características e
fatores estimuladores das pessoas que sofrem com tal
síndrome: frustração, autoestima muito frágil,
insegurança e medo de ser superado pelos outros.
Aversão a desafios; boicotamento de ideias e
desmotivação dos outros; rispidez ou não
aceitação frente às opiniões alheias, são
algumas de suas expressões mais prementes.
Fonte: Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (Sbie)
Foi o renovador escolanovista Lourenço Filho que,
na década de 1930, publicou uma obra que agrupava
testes e técnicas que foram condensadas para verificar a
maturidade necessária à aprendizagem a leitura e da
escrita. Os testes definiam pontos de análise para serem
observados quando das suas aplicações. Eram
considerados os seguintes índices: 1) coordenação
visual motora; 2) resistência à inversão na cópia de
figuras; 3) memorização visual; 4) coordenação
auditivo motora; 5) capacidade de prolação; 6)
resistência à escola; 7) memorização auditiva; 8) índice
de fatigabilidade; 9) índice de atenção dirigida; e 10)
vocabulário e compreensão geral. Os resultados
permitiam classificar as crianças em grupos com o
mesmo nível, ou seja: fortes, médias e fracas (Rabelo,
2010, p. 78). Trata-se, portanto, do
Vigotski (2009) criticou a tese básica lançada por
Freud e adotada por Piaget acerca do degrau primário e
fundamento sobre o qual se estruturam todas as fases
sucessivas no desenvolvimento do pensamento. Este
degrau primário e fundamento é o
Sustentando-se nos avanços da psicanálise de sua
época, Jean Piaget preconizou a existência de um
conjunto de estruturas e de funcionamentos ignorados
pelo indivíduo, exceto em seus resultados. Ao citar
Binet, durante uma conferência proferida em sessão
plenária da Sociedade Americana de Psicanálise, Piaget
arrematou: “se o eu está consciente do conteúdo de seus
pensamentos, ele não sabe nada das razões estruturais e
funcionais que o constrangeram a pensar de tal forma,
dito de outra forma, do mecanismo íntimo que dirige o
pensamento” (Piaget, 1978, p. 227). Esta síntese de
Piaget remente à categoria conceitual: