O transtorno do jogo, também conhecido como jogo patológico, tem se tornado um problema de saúde pública no Brasil nos últimos anos. Apesar das dificuldades no manejo dos
pacientes com esse transtorno, existe um medicamento que apresenta benefícios, tendo a maior base
de evidências em comparação com outros fármacos, demonstrando eficácia independentemente da
presença de comorbidades psiquiátricas. O medicamento referido no trecho é:
Para o tratamento de pacientes com depressão maior, existem diversas opções
farmacológicas com distintos mecanismos de ação. Qual das alternativas abaixo apresenta um
medicamento que tem como principal mecanismo de ação farmacológica a inibição da enzima
monoamina oxidase?
Na última edição do Código Internacional de Doenças (CID-11), foram incorporadas
novas categorias diagnósticas que não existiam antes dessa edição. Um desses diagnósticos foi o de
transtorno do comportamento sexual compulsivo. Qual é o tempo mínimo (em meses) de sintomas
para que esse diagnóstico possa ser feito?
O gestor de saúde de um município procura o médico psiquiatra da Unidade de Pronto
Atendimento (UPA) da cidade a fim de discutir a incorporação de um medicamento para urgências e
emergências psiquiátricas. Durante a conversa, o psiquiatra refere que, nos últimos meses, chegaram
muitos pacientes com intoxicação por opioides para atendimento na UPA, e que em todos esses casos
a equipe local não conseguiu fazer o manejo adequado da intoxicação devido à ausência de um
medicamento específico para esses pacientes. Qual medicamento deveria ser utilizado nas referidas
situações?
Durante o plantão em uma unidade de pronto atendimento, uma paciente de 29 anos é trazida por familiares. Está extremamente agitada, gritando frases desconexas, apresenta discurso místico, comportamento agressivo e recusa-se a ser examinada. Os familiares relatam que ela suspendeu o uso da medicação antipsicótica há duas semanas. Ao exame, ela demonstra desorganização do pensamento, ideias delirantes e suspeita constante de perseguição.
Com base nesse quadro e nas diretrizes clínicas para emergências psiquiátricas, assinale a alternativa correta quanto à abordagem inicial mais indicada:
Durante uma consulta na Atenção Primária,
um idoso de 72 anos é trazido pela filha, que relata que ele
vem apresentando esquecimento frequente de fatos recentes,
dificuldade para lembrar nomes de familiares próximos,
repetir perguntas e se perder em trajetos habituais. No
entanto, ele mantém a capacidade de realizar tarefas motoras
simples e apresenta bom humor. Com base nesse quadro
clínico e nos conhecimentos sobre transtornos cognitivos,
assinale a alternativa correta:
Durante uma visita domiciliar, a equipe da
Estratégia Saúde da Família identifica um homem de 42
anos, com histórico de uso diário de álcool há mais de 10
anos. Nos últimos dias, ele apresenta tremores intensos nas
mãos, sudorese, ansiedade, irritabilidade e insônia. A esposa
relata que ele “parou de beber de repente” após um susto
familiar. Com base nos critérios clínicos, a hipótese
diagnóstica mais provável e a conduta inicial adequada são:
Um agente comunitário de saúde relata à equipe da Unidade Básica que muitos moradores da comunidade apresentam insônia frequente, preocupação excessiva, irritabilidade e queixas somáticas, como dores e palpitações, mas sem causa física identificada. A médica da equipe desconfia de um transtorno mental com alta prevalência no Brasil.
Com base na situação e nos dados epidemiológicos, assinale a alternativa que aponta corretamente o transtorno mais provável e sua característica populacional:
Durante atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, uma paciente relata que evita há anos entrar em elevadores, subir em pontes ou se aproximar de cães, apesar de reconhecer que seu medo é excessivo e irracional. Ela também refere crises de ansiedade intensa nessas situações, que a levam a evitar ambientes em que tais estímulos possam estar presentes.
Com base nos critérios de classificação dos transtornos de ansiedade, esse quadro é mais compatível com:
Paciente masculino, 22 anos, vítima de tentativa de homicídio, nesta mesma ocasião presenciou sua namorada sendo morta. Passou a
ter, durante as semanas seguintes, pesadelos constantes com o fato, sintomas de ansiedade (tanto físicos quanto subjetivos), problemas
para conciliar corretamente o sono, revivências com o fato, tristeza e maior labilidade afetiva. Após mais de um mês, procurou ajuda
com médico psiquiatra, que corretamente diagnosticou o paciente como tendo Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT),
orientando iniciar tratamento medicamentoso e psicoterapia. Apenas uma semana depois do início de ambas as terapêuticas instituídas,
o paciente foi encontrado há mais de 20 km de casa, em um município na região metropolitana de sua própria cidade. Ao ser
questionado, não lembrava como tinha chegado até ali, nem o que teria ido fazer, embora conseguisse responder a outros
questionamentos de seus familiares e os reconhecesse corretamente. O episódio apresentado pelo paciente e que pode acontecer após
situações traumáticas como a que viveu é chamado de: