Transtornos de personalidade são muito comuns na prática psiquiátrica diária. Divididos em “clusters” ou grupos para facilitar a
segmentação do diagnóstico, são 10 no total. Marque a seguir o transtorno de personalidade que está agrupado no chamado “cluster”
ou grupo A.
Os procedimentos intervencionistas na Psiquiatria têm se tornado cada dia mais comuns devido ao surgimento de estudos mais
robustos e à maior segurança ofertada ao paciente quando esta modalidade de tratamento é escolhida. Dentre estes procedimentos,
aquele que é considerado para o tratamento de um quadro de catatonia em paciente esquizofrênico é:
Durante a avaliação do estado mental de uma paciente de 23 anos, percebe-se que ela tem um discurso persecutório em relação aos
familiares. Após conferência sobre o contexto geral com eles e demais alterações apresentadas pela paciente, percebe-se se tratar de um
DELÍRIO. O delírio configura-se como uma alteração:
Um paciente de 33 anos, sexo masculino, já com diagnóstico prévio de Transtorno Bipolar do Humor, é trazido para a emergência com
discurso acelerado, taquipsiquismo, aumento de energia apesar de estar insone, algo agressivo com a equipe e com os familiares
presentes e afirmando ser um profeta enviado por Deus que veio para salvar todos da condenação e que a equipe e seus familiares
seriam agentes do diabo tentando impedir sua missão. Está em uso de lítio 900mg/dia como única estratégia medicamentosa e tem
litemia recente (um mês antes) no valor de 0,8 mEq/L, com a família garantindo que, apesar do quadro, tem conseguido manter o uso da
medicação. O diagnóstico CORRETO quanto à fase e um tratamento adequado para este paciente é:
Na avaliação da sensopercepção, o paciente pode ter uma percepção falseada, deformada de um objeto real e presente. No lugar desse, um outro objeto é percebido. Trata-se de:
Por volta de 85 % dos pacientes com diagnóstico de retardo mental têm QI quantificado entre 50 e 70, enquadrando-se na categoria descrita como retardo mental:
De acordo com o DSM-V, quando o paciente descreve medo proeminente de contrair doenças, com alto nível de ansiedade, e comportamentos excessivos em relação à saúde, porém com nenhum ou poucos sintomas físicos, podemos caracterizar esse quadro como