Adenor, 54 anos, procura o CAPS AD (Centro de Atenção
Psicossocial – Álcool e outras Drogas), pois deseja parar de fumar,
sendo prescrita para ele bupropiona.
Uma paciente de 28 anos teve diagnóstico recente de transtorno
bipolar do humor, sendo iniciada monoterapia com valproato de
sódio. Ela procura um novo psiquiatra para uma "segunda
opinião".
O psiquiatra informa que, embora o diagnóstico esteja correto e
o valproato de sódio seja uma escolha de tratamento, vai precisar
substituí-lo.
A alternativa que identifica corretamente um motivo para essa
substituição é:
Um paciente de 87 anos é internado para tratamento de
pneumonia com antibioticoterapia venosa. Durante a internação,
apresenta episódios de agitação, necessitando de contenção
mecânica para que não saia do leito. Ao ser avaliado pelo médico,
afirma que está em casa. O quadro flutua durante o dia,
alternando com períodos assintomáticos.
Considerando o quadro do paciente acima, o diagnóstico mais
provável é:
Um homem de 70 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresentou, no último ano, quadro de alucinações visuais
complexas e transtorno cognitivo que afeta suas atividades
instrumentais da vida diária. Ao exame apresenta bradicinesia e
rigidez em roda dentada.
De acordo com o caso clínico relatado no texto 2, considerando o
diagnóstico mais provável, a melhor classe farmacológica para
iniciar tratamento da paciente em questão é:
Uma mulher de 30 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresenta há alguns anos quadros alternantes de dois
grupamentos de sintomas. Primeiro grupo: ideação suicida,
tristeza intensa, desvalia, fadiga e alterações no sono. Segundo
grupo: excesso de euforia, logorreia, autoestima inflada,
aceleração de pensamentos com “fuga de ideias”, perda de
controle sobre as atitudes com intensificação de compulsões
(alimentar, jogos, compras e desejos sexuais), irritabilidade,
agressividade e delírios de grandeza.
Considerando que os dois grupos de sintomas citados no texto 1
causam prejuízo significativo nas atividades de vida diária, o
tratamento mais adequado é:
Um idoso de 77 anos em uso contínuo de omeprazol (40 mg/dia)
por 9 meses, passou recentemente a apresentar déficit cognitivo
que vem afetando suas atividades cotidianas.