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Em relação à psicopatologia fenomenológica, é correto afirmar que
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Considerando aqueles indivíduos com esquizofrenia resistente ao tratamento, até 60% deles não apresentam resposta adequada ao tratamento com a clozapina, sendo considerados super-resistentes (esquizofrenia resistente à clozapina). Considera-se um tratamento adequado com a clozapina quando este é realizado em um período de, pelo menos, ___________, na dose mínima de __________ e com adesão ao tratamento documentada.
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Em relação ao transtorno por uso de cocaína e crack, é correto afirmar que
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Em relação ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), assinale a alternativa correta.
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Sobre diagnósticos e características clínicas, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Transtorno conversivo.
2. Transtorno factício.
3. Simulação.
( ) Produção de sintomas consciente para obtenção de ganho primário (ser visto como doente e receber atenção).
( ) Produção de sintomas consciente para obtenção de ganho secundário.
( ) Produção de sintomas inconsciente.
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Oferecido como uma alternativa à classificação de transtornos da personalidade categorial, o DSM-5 propõe um sistema híbrido dimensional-categórico na Seção III, que define o transtorno da personalidade em termos de prejuízos no funcionamento da personalidade e traços patológicos de personalidade. Os traços patológicos de personalidade derivam, em grande parte, da teoria dos cinco grandes fatores (Big Five) de personalidade. Quais são esses cinco grandes domínios descritos no DSM-5?
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Quais são as funções psíquicas que melhor diferenciam delirium e demência?
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Uma mulher branca, 76 anos, apresentava, há 3 meses, humor triste, redução do interesse em atividades prazerosas, preocupação excessiva com sua situação financeira, sentimentos de insegurança ao interagir com outras pessoas e dificuldades de concentração e de lembrar-se de palavras. Ela havia reduzido suas interações sociais, parado de frequentar o centro de terceira idade e desistiu de seu jogo de cartas semanal porque não conseguia se concentrar nem memorizar as cartas. Vinha percebendo esses esquecimentos há alguns meses. Havia perdido 3 quilos nos dois meses anteriores, e o sono era interrompido por períodos de insônia com ruminações angustiantes. No entanto, não aparentava prejuízo em sua independência nas atividades cotidianas (continuava pagando contas, cozinhando e mantendo autocuidados). A mulher tinha hipertensão, hiperlipidemia e história de oclusão coronária, para a qual recebera um stent. Durante o exame, ela parecia apática. Levou muito tempo para responder às perguntas; desenhou as horas de um relógio com espaçamento desigual, mas colocou os ponteiros de forma correta. Marcou 24 pontos no Miniexame de Estado Mental. Em um minuto, conseguiu pensar em 14 itens disponíveis em um supermercado, mas não conseguiu agrupar itens semelhantes. Um exame neurológico não acrescentou dados relevantes. Uma tomografia computadorizada (TC) da cabeça revelou hiperintensidades de substância branca periventricular e subcortical.
Além do transtorno depressivo, quanto ao quadro neurocognitivo apresentado pela paciente, qual alternativa apresenta a hipótese diagnóstica mais adequada, conforme o DSM-5-TR?
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Aluno do terceiro ano do ensino médio, 17 anos, natural do Pará, procedente de São Paulo há sete anos, é levado ao pronto-socorro pelos familiares após episódio de heteroagressividade em casa. Pais relatam que, nos últimos três meses, paciente está mais triste e irritado após término de namoro, além de apresentar isolamento social e queda no rendimento escolar. Há duas semanas se nega a ir ao colégio, pois acredita que colegas estejam tramando contra ele. Não aceita ir ao médico, dizendo que foi escolhido por Deus como mensageiro, e espíritos o aconselharam a não confiar em ninguém. Quando a família insistiu em ir ao hospital, ficou agitado e agrediu o pai. Sobre antecedentes pessoais, pais relatam discreto atraso de fala, além de rendimento escolar e social razoáveis. O avô materno foi diagnosticado com transtorno bipolar. Os familiares negam que a paciente faça uso de substâncias. No pronto-socorro, apresenta-se inquieto, hostil e desconfiado da equipe, com comportamento alucinatório. Após manejo da crise de agitação psicomotora e verificação de exames laboratoriais gerais e de imagem sem alterações, o paciente é liberado para acompanhamento ambulatorial, com prescrição de olanzapina 5 mg sob supervisão dos pais. Após duas semanas de tratamento, familiares notam melhora do quadro e garantem boa adesão medicamentosa, porém o jovem mantém relato de alucinações auditivas e isolamento importante, falando monossilabicamente, e a olanzapina é aumentada para 10 mg. Nas semanas seguintes, paciente apresenta melhora progressiva e desenvolve crítica em relação aos sintomas. Após dois meses do início do tratamento, volta a frequentar aulas, mas sem conversar com colegas como antes e com menor volição para atividades, embora negue tristeza. Equipe do ambulatório relata que o paciente apresenta bom suporte familiar e que os pais participam ativamente dos atendimentos, entendendo a importância do tratamento.
Considerando o quadro clínico, uma característica desse caso que apontaria para um prognóstico menos favorável é
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Sobre as indicações, aplicabilidade e emprego da eletroconvulsoterapia (ECT), é INCORRETO afirmar que
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