O transtorno conversivo na DSM-IV apresenta subtipos, considerando-se que o transtorno não reflete mecanismo fisiológico ou patológico compreensivo. Esses pacientes são muito sugestionáveis e pode variar consideravelmente em repostas aos comentários de outras pessoas, além do que podem apresentar “labelle indifference”. Porém os portadores dessa condição obtêm um lucro secundário com seus sintomas, às vezes impossível de identificar. Os quatro subtipos do transtorno conversivo na DSM-IV são
I. Engloba sintomas psíquicos (medo, apreensão, expectativa, desrealização) e físicos (taquicardia, tremores, sudorese, dispnéia, dores no peito, entre outros.
II. Sempre é patológico.
III. É um estado emocional desagradável consiste em uma sensação de perigo iminente, apreensão e desamparo com ou sem objeto identificável.
Os transtornos ansiosos em geral são muito prevalentes na infância e adolescência. A etiologia para tais quadros é multifatorial, muitas vezes requerendo uma avaliação mais aprofundada de fatores familiares e ambientais. Assinale a alternativa que contém o principal fator de risco para desenvolvimento de um transtorno ansioso na infância:
O transtorno de tiques cursa com contrações musculares involuntárias, repetitivas, podendo se apresentar de forma muito discreta até formas muito evidentes, como tiques complexos. Existem diversos quadros que fazem diagnósticos diferenciais com o transtorno de tiques, como estereotipias, mioclonias, convulsões, dentre outros. Algumas características dos tiques auxiliam no diagnóstico diferencial.
Considerando estas informações, analise as alternativas a seguir, que contém características dos tiques e assinale a alternativa incorreta.
A epidemiologia é um estudo de distribuição espacial e temporal das doenças numa população e dos fatores que influenciam essa distribuição, não sendo o seu foco um indivíduo. Em psiquiatria, a epidemiologia tenta resolver três tipos principais de questões, que são
O Transtorno Obsessivo Compulsivo é quadro psiquiátrico caracterizado pela presença de obsessões ou compulsões que consomem tempo, causam aflição ou interferem com a vida do paciente ou de sua família.
Algumas escalas podem auxiliar o clínico a estimar a gravidade e curso do quadro na população pediátrica, como a “Escala de Sintomas Obsessivos-Compulsivos de Yale-Brown para Crianças” (CYBOCS). Esta mesma escala pode auxiliar o clínico a definir se o quadro está em remissão ou não. Considerando estas informações, assinale a alternativa que contém o escore máximo do CYBOCS para que se considere que o quadro de TOC infantil está em remissão: