O trabalho tem sido reconhecido como importante fator de desencadeamento de patologias psiquiátricas. Sobre essa realidade, analise as afirmativas abaixo.
1) O Transtorno do Estresse Pós-Traumático não pode ser considerado uma doença do trabalho, na medida em que TEPT requer um elemento traumático específico.
2) Aspectos psicossociais individuais e organizacionais do trabalho têm papel fundamental nas estratégias de prevenção e no enfrentamento de doenças mentais pelo trabalho.
3) A precarização das relações do trabalho favorece o aparecimento de patologias como depressão e ansiedade.
O uso da neurocirurgia estereotáxica tem a possibilidade de ablação ou estimulação de regiões do Sistema Nervoso Central envolvidas em distúrbios psiquiátricos. São doenças psiquiátricas com possível indicação de ablação ou estimulação com eletrodos profundos, EXCETO:
Uma mulher de 28 anos vem a consulta queixando de dispneia e
palpitações. Além disso, pede auxílio para emagrecer, pois refere ganho de
peso nos últimos meses. Sua pressão arterial está medindo 139x88 mmHg,
com frequência cardíaca de 97 bpm. Relata não gostar de ir ao médico, e
sempre fica ansiosa quando está no consultório. Seu peso é 74 quilos e a
altura 1,60 m. O restante de seu exame físico é normal. Ao ser questionada
se houve algum acontecimento que pudesse estar relacionada ao ganho de
peso, refere que desde o término de seu noivado, há seis meses, estaria
muito triste, “descontando” na comida e doces. Relata histórico de
transtorno depressivo quando tinha cerca de 15 anos, com tratamento
medicamentoso e psicológico. Sua mãe tem diagnóstico de Depressão
Maior, com dois episódios de tentativas de suicídio.
A síndrome da abstinência alcoólica (SAA) é o conjunto de sintomas que
surgem quando o alcoólatra para repentinamente de beber. Os sinais e
sintomas mais comuns da SAA são:
Um paciente masculino com 45 anos encontra-se em atendimento psiquiátrico há 18 meses. O paciente iniciou o atendimento motivado pela sua esposa devido ao seu uso excessivo de álcool. O paciente iniciou o uso de álcool aos 17 anos, mas aumentou progressivamente o consumo de álcool após os 32 anos. Usava vinho, cerca de duas garrafas, duas a três vezes por semana. Costumava sair com os amigos todas as quintas para beber, o que gerava problemas em casa. Eventualmente dirigia após o consumo, pois referia que não ficava mais embriagado com esse consumo. Atualmente está em abstinência do álcool há 15 meses. Qual é a hipótese diagnóstica atual desse paciente de acordo com o DSM-5?