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Foram encontradas 14.655 questões.

4015470 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IACP
Orgão: Pref. Santa Luzia Norte-AL
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Ao elaborar uma correspondência oficial a ser dirigida a um Oficial-general das Forças Armadas o vocativo CORRETO a ser utilizado é:
 

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4015390 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IACP
Orgão: Pref. Santa Luzia Norte-AL
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Sobre a finalidade e as características dos principais documentos e atos oficiais — alvará, ata, certidão, circular, comunicado, decreto, edital, memorando, ofício, portaria e requerimento — é CORRETO afirmar que:
 

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4014732 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IACP
Orgão: Pref. Satuba-AL
Ao elaborar uma correspondência oficial a ser dirigida a uma Senadora da República, é CORRETO afirmar que o vocativo correto a ser empregado é:
 

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4014267 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IBGP
Orgão: Câm. Porto Velho-RO
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No que se refere à Redação Oficial (Manual da Presidência), o atributo que garante que o texto seja compreendido por qualquer cidadão, eliminando ambiguidades, define CORRETAMENTE a:
 

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A concisão, um dos requisitos essenciais da redação técnica oficial, é entendida como a característica de um texto:
 

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4012108 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO
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A redação oficial tem a função de comunicar algum assunto relativo ao serviço público; sendo necessário portanto empregar uma linguagem adequada. Para isso é preciso que ela siga alguns atributos. Os atributos da redação oficial que favorecem a conexão, a ligação, a harmonia entre os elementos de um texto são a
 

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4011963 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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Considere que o Tesoureiro de um Ente Público pretenda elaborar um documento oficial para enviar a uma instituição financeira solicitando documentos relativos a uma movimentação na conta-corrente do Ente. O Tesoureiro pretende elaborar um Ofício para a referida situação. Sobre o documento Ofício, é INCORRETO afirmar que:
 

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4011185 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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Sobre o Padrão Oficio, mais especificamente em sua formatação e apresentação, avalie as sentenças:

I - O tamanho do papel será A4 (29,7 cm x 21 cm).
II - Na correspondência oficial, a impressão pode ocorrer em ambas as faces do papel.
III - Os textos devem ser impressos na cor preta em papel branco, reservando-se, se necessário, a impressão colorida para gráficos e ilustrações.
IV - Para destaques deve-se utilizar, sem abuso, o negrito. Deve-se evitar destaques com uso de itálico, sublinhado, letras maiúsculas, sombreado, sombra, relevo, bordas ou qualquer outra forma de formatação que afete a sobriedade e a padronização do documento.
V - Palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico.

Após a análise, pode-se afirmar:
 

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4011180 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto. No vocativo, o autor dirige-se ao destinatário no início do documento. No corpo do texto, pode-se empregar os pronomes de tratamento em sua forma abreviada ou por extenso. O endereçamento é o texto utilizado no envelope que contém a correspondência oficial. Considerando o endereçamento, para o cargo de Presidente da República, o pronome de tratamento no texto oficial será:
 

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4010507 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Viana-ES
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No futuro, atendimento digital deverá se restringir a processos repetitivos


    Comprar ingresso de cinema, fazer check-in em viagens, pagar contas ou pedir comida em restaurantes são atividades cada vez mais mediadas por telas e algoritmos. O que antes exigia contato direto entre funcionários e consumidores agora pode ser resolvido em segundos por aplicativos, terminais de autoatendimento ou chatbots. Essa transformação, que promete rapidez e redução de custos para empresas, também abre debates sobre exclusão digital, segurança de dados, perda de empregos e, sobretudo, sobre a experiência humana no atendimento.

    Para o professor José Eduardo Santarém, doutor e professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, especialista em Tecnologia da Informação, é preciso compreender que a digitalização tem diferentes dimensões. “Um dos significados é a conversão de documentos analógicos para o digital. Mas, no sentido estratégico, a digitalização está relacionada à transformação digital, que hoje faz parte do cotidiano das pessoas graças a equipamentos, sensores, algoritmos de IA e, principalmente, à mobilidade da internet”, explica.

    Esse avanço, segundo ele, traz ganhos claros em produtividade e precisão, além de eliminar barreiras de tempo e distância. No entanto, não significa o fim da participação humana. “Muitas atividades ainda exigem interação humana, como tarefas que dependem de raciocínio, empatia, criatividade e julgamentos éticos. Liderança, cuidados com a saúde e negociações complexas, por exemplo, ainda vão depender muito do ser humano”, avalia.

    Apesar disso, Santarém acredita que a inteligência artificial deve ocupar um espaço cada vez maior em atividades repetitivas. “Algumas tarefas podem até ser mais seguras quando executadas por máquinas. Um exemplo é o trânsito: a maior parte dos acidentes ocorre por falha humana. Não consigo imaginar que em 20 ou 25 anos ainda tenhamos pessoas dirigindo carros. Os veículos autônomos devem assumir esse papel por serem mais eficientes e seguros”, projeta.

    O professor também chama atenção para as contradições desse processo. De um lado, a tecnologia facilita a vida de pessoas com limitações, oferecendo ferramentas de acessibilidade e inclusão. De outro, pode ser excludente para quem não tem acesso a dispositivos e conectividade. “A digitalização traz benefícios e dificuldades. Mas há um esforço mundial para democratizar esse acesso, como o consórcio W3C, que defende internet para todos em todos os lugares”, observa.

    Na prática, o atendimento digital ainda está longe de ser perfeito. “Basta pensar nos bots de e-commerce. Raramente alguém sai satisfeito, porque eles resolvem apenas problemas básicos. Quando a demanda exige personalização, o atendimento humano ainda é insubstituível”, afirma Santarém. Para ele, esse é um dos grandes desafios da era da IA: encontrar o equilíbrio entre automação e sensibilidade. 

    Outro ponto crítico é a privacidade. “Há falhas diárias de acesso e roubo de dados. Apesar de termos legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) no Brasil e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) na Europa, ainda precisamos evoluir. Custos e interesses muitas vezes deixam a proteção da privacidade fora da pauta, e isso é um problema sério”, alerta.

    Ainda assim, Santarém não acredita que o futuro será marcado por um atendimento totalmente automatizado. Ao contrário, projeta uma retomada do contato humano como diferencial. “Sou otimista em relação ao atendimento humano. Acho que haverá um momento em que vamos regredir no atendimento automatizado. Muitas pessoas ainda preferem abrir um cardápio físico em um restaurante em vez de usar QR Code. Esse contato pessoal pode voltar a ser o preferido”, reflete.

    Para ele, a saída está na fusão entre o digital e o humano, aproveitando o que cada um faz de melhor. “O ser humano não é apto para tarefas repetitivas, mas é insubstituível em inteligência, criatividade e sensibilidade. Já a automação pode dar agilidade e precisão a processos. O futuro do atendimento não será substituir um pelo outro, mas combinar os dois para oferecer experiências mais completas e humanas”, conclui.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/. Acesso em: janeiro de 2025).
Tendo em vista o texto apresentado, considere, hipoteticamente, que será redigido um documento oficial que trate dos riscos da automação excessiva no atendimento ao cidadão. Conforme as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República (2018), a clareza – princípio essencial da correspondência oficial – é assegurada, principalmente, pela:
 

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